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Aberta chamada pública para pesquisas sobre endometriose
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) abriu chamada pública para subsidiar pesquisas científicas e o desenvolvimento de tecnologias e produtos inovadores para endometriose, dor pélvica e saúde menstrual, com foco em soluções aplicáveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Interessados podem se inscrever até 12 de agosto. 

As propostas selecionadas serão financiadas por meio de investimento de R$ 50 milhões provenientes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, além de R$ 10 milhões ofertados pelo grupo Alana, para criar uma rede nacional estruturante, cuja composição terá como ponto de partida os projetos apoiados.
Conforme a chamada pública, as propostas devem se encaixar em um dos seguintes eixos temáticos: causa e prevenção; diagnóstico; tratamento; biorrepositório (reservatório de materiais biológicos, utilizado em pesquisas específicas); e impacto social.
“A linha temática dedicada ao impacto social é um dos diferenciais da chamada e amplia o escopo das pesquisas para além dos aspectos biológicos e clínicos da endometriose e da saúde menstrual”, avaliou o grupo Alana em nota.
Ainda de acordo com a chamada pública, o responsável pela apresentação da proposta deve ter título de doutor, ser coordenador do projeto e ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto. Os resultados serão divulgados em 2 de dezembro.
Números
Pesquisa divulgada em 2026 pelo Alana e pelo Instituto Equidade.info mostra que seis em cada dez estudantes dos ensinos fundamental e médio que menstruam relatam cólicas fortes ou moderadas, que atrapalham a rotina e exigem uso de medicação.
“Mais do que um desconforto, a dor menstrual tem impacto direto na vida escolar: quatro em cada dez alunas faltam às aulas mensalmente por esse motivo”, destacou o grupo no comunicado.
Os dados mostram que, além dos prejuízos à saúde física e mental, as cólicas fortes — principal sintoma da endometriose — podem levar mulheres a perder até 10,8 horas de trabalho por semana.
Fonte: Agência Brasil
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Campanha de multivacinação começa nesta segunda (3/8) em todo o Brasil
A Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda-feira (3/8) em todo o país com o objetivo de atualizar a vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A mobilização segue até 1º de setembro e orienta estados e municípios a verificar a caderneta de imunização e aplicar, na mesma visita, todas as doses indicadas para cada faixa etária.
Diferentemente de campanhas voltadas a uma única doença, a estratégia reúne diversas vacinas do Calendário Nacional de Vacinação para recuperar esquemas incompletos e aumentar a cobertura de proteção entre crianças e adolescentes.
Os imunizantes que poderão ser oferecidos são contra poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola, hepatites A e B, rotavírus, meningites, febre amarela, HPV, influenza, Covid-19 e, nos municípios onde faz parte da rotina, dengue.
Dia D e ações nos estados
A campanha terá um Dia D nacional em 22 de agosto. Além da vacinação nas unidades de saúde, estados e municípios poderão adotar estratégias como aplicação de vacinas em escolas, unidades móveis, horários estendidos e busca ativa de crianças e adolescentes com doses em atraso.
Segundo o Ministério da Saúde, a mobilização busca recuperar a cobertura vacinal após a redução registrada nos últimos anos. Embora os índices tenham melhorado desde 2023, ainda existem diferenças entre estados e municípios que deixam parte da população desprotegida contra doenças preveníveis por vacinação.
Fonte: Metrópoles
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Adolescente de 16 anos dá à luz em quartel do Corpo de Bombeiros
Uma adolescente de 16 anos deu à luz no 36º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), no Recanto das Emas (DF), na noite do último domingo (2/8). O parto foi realizado por integrantes da corporação.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), não houve complicações durante o parto, e o bebê e a mãe passam bem. De acordo com o primeir0-sargento Filipe Faleiro, a adolescente chegou ao quartel de carro, acompanhada do companheiro e de outra pessoa, relatando que estaria entrando em trabalho de parto.
“Como foi um domingo de muitas ocorrências, nossa ambulância já estava empenhada em outro atendimento, e precisamos pedir apoio para o quartel mais próximo com unidade de resgate disponível. O quartel que nos apoiou foi o de Samambaia, o 37° GBM”, pontuou Faleiro.
Antes da chegada da equipe de apoio, porém, o parto evoluiu rapidamente. “Enquanto a viatura se deslocava para nos auxiliar, a moça entrou em trabalho de parto. A bolsa já tinha sido rompida, e as contrações e os sinais vitais foram acompanhados pela equipe que a atendia no quartel”, relembra o militar.
“A mãe deu à luz na maca da nossa unidade, com o auxílio dos bombeiros que estavam de plantão”, relatou o sargento.
Ainda de acordo com ele, a mãe do bebê não realizou acompanhamento pré-natal durante a gestação e só descobriu que a criança era um menino no momento do parto.
Após o nascimento do bebê, equipe do 36º GBM do Recanto das Emas levou a mãe e filho a um hospital para avaliação médica.
Fonte: Metrópoles
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Tempo seco aumenta risco de doenças respiratórias; saiba como se proteger
Basta olhar pela janela para perceber que a estiagem chegou. Com o ar mais seco e a poeira levantando, aumentam os casos de problemas respiratórios, principalmente entre crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. Por isso, a Prefeitura de Porto Velho reforça o atendimento nas unidades de saúde e orienta a população sobre os cuidados necessários nesta época do ano.
“Durante a estiagem, reforçamos o atendimento nas nossas unidades de saúde para garantir que a população receba orientação e cuidado no momento em que mais precisa”, destaca o prefeito Léo Moraes.
Na UBS Caladinho, a médica clínica geral Evelynne Ferreira Borba explica que medidas simples ajudam a reduzir os impactos da baixa umidade.
“Evite a exposição ao sol entre 10h e 15h. Principalmente não praticar exercícios físicos ao ar livre nesses horários. Se precisar sair, use protetor solar e beba bastante água. E é água mesmo, não refrigerante ou bebida alcoólica”.
Quem não possui umidificador pode recorrer a uma alternativa simples: colocar uma bacia com água ou toalhas úmidas no quarto para melhorar a umidade do ambiente durante a noite.
A médica também faz um alerta para os sinais que exigem atenção, principalmente nas crianças.
“Se perceber muito esforço para respirar, com o nariz abrindo mais que o normal ou as costelas marcadas durante a respiração, procure uma Unidade Básica de Saúde. Nos casos mais graves, vá diretamente para a UPA.”
A orientação é evitar a automedicação e buscar atendimento sempre que os sintomas persistirem. As Unidades Básicas de Saúde estão preparadas para acolher a população e oferecer orientação durante todo o período de estiagem.
Com hidratação, proteção contra o sol e atenção aos sinais do corpo, é possível enfrentar os meses mais secos do ano com mais segurança.
Fonte: Secretário Municipal de Comunicação (Secom)
