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Polícia

Policial militar é encontrado morto após encontro com a ex-companheira

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A Polícia Civil de Pernambuco tenta esclarecer as circunstâncias da morte do cabo da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) José Maria Alexandre da Silva Junior (foto em destaque), de 40 anos, encontrado sem vida no apartamento da ex-companheira, no bairro de Boa Viagem, zona sul do Recife. O caso ocorreu na quinta-feira (11/6).

O episódio chamou a atenção dos investigadores por uma série de circunstâncias consideradas incomuns. A principal linha apurada neste momento é a possibilidade de envenenamento, embora a causa da morte ainda dependa dos resultados dos exames periciais.

Segundo as informações levantadas até agora, o policial foi até o imóvel da ex-companheira após deixar o serviço. A mulher, uma advogada de 48 anos, possuía medida protetiva em vigor contra ele.

Durante a madrugada e parte da manhã, os dois teriam permanecido no apartamento consumindo bebidas alcoólicas e energético. Em determinado momento, a mulher desconfiou que sua taça poderia ter sido trocada e decidiu substituí-la novamente.

Horas depois, o cabo começou a apresentar sinais de mal-estar. De acordo com os relatos colhidos pela investigação, ele apresentava os lábios arroxeados e espuma na boca antes de morrer.

Após o acionamento da Polícia Militar, equipes compareceram ao local e confirmaram o óbito. As taças utilizadas pelo casal e amostras das bebidas consumidas foram recolhidas para análise pericial.

A ex-companheira foi levada para prestar depoimento, mas acabou liberada após ser ouvida pelos investigadores.

O caso foi registrado inicialmente como morte a esclarecer e passou a ser investigado pela 3ª Delegacia de Homicídios. A expectativa é que os laudos periciais apontem se houve intoxicação e qual substância pode ter provocado a morte do policial.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou suspeitos nem confirmou a hipótese de crime.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Adolescente morre após quase três meses internado por ataque a tiros

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O adolescente Renatan de Souza Morais, de 17 anos, morreu neste domingo (26), após permanecer internado por aproximadamente três meses no Hospital Regional de Vilhena. O jovem estava recebendo atendimento desde o começo de maio, quando foi baleado durante um ataque criminoso ocorrido no município de Chupinguaia.

De acordo com as informações, Renatan estava entre as vítimas de uma ação que deixou outras duas pessoas feridas, um homem e uma mulher. O caso é investigado como um possível ataque relacionado à disputa entre grupos criminosos por território na região.

Após ser atingido pelos disparos, o adolescente foi encaminhado para Vilhena junto com as demais vítimas. O estado de saúde dele era considerado mais delicado devido à gravidade dos ferimentos provocados pelos tiros, que atingiram partes sensíveis do corpo.

Mesmo com o acompanhamento médico durante todo o período de internação, Renatan não conseguiu se recuperar e morreu por volta do meio-dia de domingo.

As outras duas vítimas do ataque sobreviveram e já receberam alta hospitalar.

A história do adolescente também foi marcada por uma perda antes mesmo de seu nascimento. O pai dele morreu em um acidente envolvendo um trator em uma fazenda da região de Chupinguaia cerca de duas semanas antes do nascimento do filho. Desde então, Renatan contou com o apoio de uma profissional da cidade que ajudou em sua criação.

O velório do jovem ocorre em Chupinguaia, município onde também será realizado o sepultamento.

A Polícia Civil segue investigando o caso. Segundo as apurações iniciais, cinco pessoas suspeitas de envolvimento no ataque foram presas pela Polícia Militar e são investigadas pela possível participação no crime.

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Polícia

Homem é executado a tiros no interior

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Um homem identificado apenas como Ronaldo morreu após ser baleado na manhã desta segunda-feira (27), no bairro Rocinha, no município de Manicoré, no interior do Amazonas.

Conforme as primeiras informações, a vítima foi surpreendida por um suspeito ainda não identificado, que se aproximou e efetuou vários disparos de arma de fogo. Após o ataque, o autor fugiu do local e não foi localizado.

Ronaldo chegou a ser socorrido e encaminhado para uma unidade hospitalar da cidade, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu pouco tempo depois de dar entrada na unidade de saúde.

A Polícia Militar foi acionada, realizou o atendimento da ocorrência e fez o isolamento da área para os procedimentos iniciais.

O caso será investigado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), que trabalha para identificar o responsável pelo homicídio e esclarecer a possível motivação do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

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Polícia

Amiga relata desespero antes de médico ser encontrado morto em cemitério

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A preocupação com o desaparecimento do médico Lucas Macedo Martins mobilizou amigos e pessoas próximas antes da descoberta do corpo dele no Cemitério Santo Antônio, em Porto Velho. Durante os dias de procura, familiares e conhecidos tentaram localizar o profissional de saúde, mas não obtiveram informações sobre o paradeiro dele.

Uma das amigas que acompanhou a busca foi Carol Sttefi, que publicou um vídeo nas redes sociais relatando a apreensão vivida enquanto tentava encontrar Lucas. Segundo ela, diversas pessoas próximas haviam entrado em contato demonstrando preocupação e buscando notícias.

No relato, Carol contou que tentou falar com o médico pelo telefone, mas não conseguiu retorno. Ela explicou que a última conversa entre os dois ocorreu na noite de terça-feira, por volta das 23h, quando perguntou se ele estava bem. Na ocasião, Lucas teria respondido que estava tudo tranquilo e comentou apenas que havia passado o dia descansando.

A amiga afirmou que outros conhecidos também se mobilizaram para tentar descobrir onde Lucas estava e pediu apoio em orações. Naquele momento, ainda havia esperança de que ele pudesse estar na casa de algum amigo ou conhecido, já que, segundo ela, a rotina da vida adulta muitas vezes impede que as pessoas acompanhem todos os detalhes da vida umas das outras.

Dias depois, a procura terminou com a confirmação da morte do médico. O corpo de Lucas foi encontrado com sinais de violência dentro de um túmulo no cemitério, e a Polícia Civil passou a investigar o caso como possível latrocínio, considerando também o desaparecimento do veículo da vítima.

Após a notícia, Carol fez uma nova publicação nas redes sociais, desta vez em homenagem ao amigo. Ela descreveu Lucas como uma pessoa de bom coração, alegre, inteligente e sempre disposta a ajudar, destacando a relação de amizade construída ao longo de aproximadamente oito anos.

Segundo o relato, os dois se conheceram durante um período de preparação para o vestibular e, desde então, compartilharam momentos importantes, incluindo conquistas e dificuldades. Carol afirmou que Lucas sempre esteve presente quando ela precisou e que buscava retribuir o mesmo cuidado.

Em sua despedida, a amiga declarou que a perda ainda causa profunda dor, mas afirmou encontrar forças na fé e na esperança de um reencontro. Ela também ressaltou o carinho e a importância que Lucas teve em sua vida.

A investigação continua sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Contra a Vida (DHPP), que apura as circunstâncias da morte e trabalha para esclarecer o crime.

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