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Prefeitura orienta moradores sobre pintura de ruas para a Copa 

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A Copa do Mundo ainda nem começou, mas, se você der uma volta pelos bairros, já vai sentir o clima de torcida no ar. Em várias comunidades, os moradores estão resgatando uma daquelas tradições que marcaram gerações: reunir a vizinhança, pegar os pincéis e pintar o asfalto com as cores do Brasil.

Mais do que decorar a rua, essa iniciativa mexe com a nossa memória afetiva. É o churrasco improvisado, as crianças ajudando a pintar, as bandeirinhas esticadas de uma casa até a outra e aquela conversa boa entre vizinhos que mal se viam na correria do dia a dia. Esse movimento devolve para a cidade o sentimento de união e pertencimento.

Alegria que une a comunidade

Na Avenida Duque de Caxias, por exemplo, o asfalto já virou galeria de arte. A pintura foi feita de forma coletiva, com desenhos que celebram o sonho do hexa, mas sem esquecer do cuidado com o espaço que é de todos.

Cliuson Torres, que é professor, não contou conversa. Quando soube que a rua em que mora há oito anos seria ornamentada, foi se juntar aos vizinhos e ajudar a colorir tudo.

“Eu já vi que aqui os vizinhos são animados e que não deixam passar nenhum evento sem arrumar a rua. Quando eles começaram a organização, eu me incluí, pedi para participar. Estamos todos com espírito de esperança, de renovação, além de ficar lindo. E fizemos tudo bem dentro das normas, com muita organização e responsabilidade”, disse o professor.

O serralheiro Geomar Castro, que ajudou a organizar a ação no bairro Aponiã, onde mora, conta que o mutirão já virou tradição entre os moradores da via.

“Foi através da união. Em toda Copa do Mundo a gente enfeita a nossa rua, porque gostamos, somos patriotas e queremos muito o hexa. Mas a gente faz tudo com atenção, sem mexer na fiação elétrica, sem atrapalhar o trânsito e sem danificar a via pública”, destaca orgulhoso.

Vai pintar a sua rua? Veja como fazer bonito e com segurança

Para que a festa seja completa e ninguém saia prejudicado, a Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade (Semtran) preparou algumas orientações simples. A ideia é deixar a capital linda, mas sem complicar o trânsito ou colocar os pedestres em risco.

Se a sua rua também vai entrar no clima, vale a pena ficar atento a estas dicas:

Sinalização é sagrada: nada de pintar por cima de faixas de pedestres, linhas de retenção, setas ou qualquer outra marcação oficial de trânsito.

Atenção aos cantos: evite pintar esquinas, áreas de conversão de veículos, rampas de acessibilidade e frentes de garagens.

Tinta certa no lugar certo: use tintas adequadas para o asfalto. Evite materiais que deixem a pista escorregadia, o que pode ser perigoso para motociclistas e ciclistas.

Cuidado com o trânsito: enquanto o pessoal estiver com o pincel na mão, isole a área com cones, fitas ou cavaletes. Evite fechar a rua totalmente. Se o fechamento for mesmo necessário, evite os horários de pico (das 7h às 9h e das 17h às 18h).

Acesso livre: ambulâncias, viaturas e os carros dos próprios moradores precisam ter passagem garantida sempre.

Foco na Copa: o espaço é para o futebol e a cultura. É proibido usar as pinturas para propaganda política, mensagens ofensivas ou comerciais. Depois que a tinta secar, não esqueça de recolher os restos de materiais e limpar o local.

“A pintura das ruas faz parte da cultura das Copas do Mundo e ajuda a fortalecer o espírito de comunidade nos bairros. Nossa orientação é que os moradores mantenham essa tradição com responsabilidade, respeitando a sinalização de trânsito, a acessibilidade e a circulação de veículos e pedestres. Com organização e atenção às normas, é possível fazer uma festa bonita e segura para todos”, destacou o secretário municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade, Iremar Torres. 

Apoio com responsabilidade

O prefeito Léo Moraes reforçou que esse envolvimento dos bairros é a cara da cidade e que a Prefeitura apoia a criatividade dos moradores, desde que o bom senso caminhe junto.

“Porto Velho é uma cidade alegre, criativa e apaixonada por futebol. Quando a comunidade se une para pintar a rua, não é só uma pintura: é nostalgia, é tradição, é convivência. A Prefeitura incentiva essa participação popular, mas com uma regra muito clara: tem que ser com segurança. Pode pintar, pode deixar bonito, pode chamar os vizinhos, mas sem cobrir sinalização, sem atrapalhar o trânsito e sem colocar ninguém em risco”, afirmou o prefeito.

No fim das contas, a Copa começa bem antes do juiz apitar o primeiro jogo. Começa na calçada, na escolha das cores, no mutirão do fim de semana e no cuidado de fazer uma festa bonita, organizada e segura para todo mundo.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Minha Casa, Minha Vida terá reforço de R$ 500 milhões em subsídios

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O programa Minha Casa, Minha Vida contará com mais R$ 500 milhões em subsídios durante 2026. A ampliação do valor foi aprovada nesta quinta-feira (10) pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Com o reforço, o orçamento destinado aos subsídios passa de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões. O recurso adicional será utilizado ainda neste ano e não modifica o planejamento financeiro dos próximos períodos.

Os subsídios são destinados principalmente às famílias das faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida, que atendem pessoas com renda mensal de até R$ 5 mil. O benefício é concedido como desconto no preço do imóvel e não precisa ser devolvido ao FGTS.

Segundo Johnny Ferreira dos Santos, coordenador-geral de Gestão do FGTS do Ministério das Cidades, a estimativa é que aproximadamente R$ 12,6 bilhões sejam utilizados em subsídios ao longo de 2026.

A ampliação aprovada cria uma margem para os últimos meses do ano e permite o remanejamento dos recursos caso alguma instituição financeira necessite de valores adicionais para atender à procura pelo programa.

Os demais valores previstos no orçamento do FGTS permanecem sem alteração. Para 2026, estão previstos R$ 144,5 bilhões para habitação, R$ 8 bilhões para saneamento, R$ 8 bilhões para infraestrutura e R$ 8,5 bilhões para saúde.

O orçamento do fundo para o período entre 2027 e 2029 deverá ser discutido em uma próxima reunião do Conselho Curador, prevista para o fim de outubro.

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Plano de saúde terá que cobrir mamografia digital para todas as idades

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A partir de 1º de outubro, os planos de saúde serão obrigados a cobrir exame de mamografia digital para todas as pessoas sempre que houver indicação médica, ou seja, não haverá restrição de idade. Atualmente, a cobertura desse exame é obrigatória apenas para mulheres com idade entre 40 e 69 anos.

A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no último dia 3 e anunciada nesta quinta-feira (10). A ANS é o órgão que regula a indústria de planos de saúde no país.

A mamografia digital ─ versão mais avançada do exame convencional ─ é considerada um dos principais exames para a detecção precoce do câncer de mama, permitindo identificar alterações antes mesmo de serem percebidas ao toque.

Menos tempo de exposição

A modalidade digital oferece vantagens como menor exposição à radiação, menor tempo de compressão da mama durante o exame e armazenamento das imagens em formato digital, o que facilita o acompanhamento da evolução clínica e a avaliação por diferentes especialistas.

No comunicado de fim de restrição, a ANS destaca que a cobertura obrigatória é “uma oportunidade de celebrar o Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama”.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca), ligado ao Ministério da Saúde, estima que o país tenha cerca de 73.610 novos casos de câncer de mama por ano.

O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento e pode reduzir a necessidade de procedimentos mais invasivos.

Todos os gêneros

A intenção de ampliar a cobertura do exame partiu da própria ANS, após discussões realizadas na Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde).

Na Cosaúde, a maioria da comissão defendeu que “o uso da mamografia digital já está consolidado como padrão de cuidado oncológico” e que a restrição para mulheres de 40 a 69 anos, poderia “prejudicar ou atrasar o acesso oportuno” ao diagnóstico de câncer de mama.

Ao determinar cobertura obrigatória para “todas as pessoas”, a ANS inclui qualquer gênero, ou seja, o exame passa a ser garantido a pessoas que se considerem não binárias (não se identificam exclusivamente como homem ou mulher).

Fonte: Agência Brasil

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Agricultura familiar tem espaço gratuito no Festival das Nações 2026

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A agricultura familiar de Porto Velho está presente no Festival das Nações 2026, que segue até 13 de setembro, no estacionamento do Shopping da Capital. A Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric) disponibilizou gratuitamente oito estandes para produtores e empreendedores rurais divulgarem e comercializarem seus produtos.

O espaço também conta com exposição de peixes ornamentais e apresentação de couro e produtos derivados do manejo sustentável do jacaré do Lago do Cuniã, mostrando a diversidade da produção e das atividades desenvolvidas no meio rural.

Para o secretário da Semagric, Douglas Bener, garantir esses espaços é uma forma de fortalecer quem produz. “Queremos abrir oportunidades para que o produtor mostre seu trabalho, comercialize e conquiste novos mercados”.

Entre os participantes está Éber Costa Dantas, que vende os doces artesanais à base de cupuaçu que são produzidos pela esposa Juliana Porfírio. Depois de participar da Agrotec, o casal chegou ao Festival das Nações com novos clientes e oportunidades. “A Agrotec trouxe vendas e conexões. Agora temos mais uma oportunidade de apresentar nosso produto”.

Outro exemplo é o casal de produtores, Marcos Santana Moraes e Manuele Moreira, do café Raiz do Norte, também destaca a importância desses espaços. A produção familiar possui áreas em Porto Velho e Candeias do Jamari e utiliza colheita seletiva e métodos artesanais. “Mais do que vender, esses eventos ajudam a divulgar nosso café e aproximar nosso produto do consumidor”

O prefeito Léo Moraes destacou que a participação dos produtores em eventos como o Festival das Nações contribui para valorizar a produção local e abrir novas oportunidades de comercialização.

“Quando o produtor rural tem espaço para mostrar aquilo que produz, ele ganha visibilidade, encontra novos consumidores e fortalece sua renda. Estamos criando oportunidades para que a agricultura familiar de Porto Velho seja cada vez mais reconhecida e tenha acesso a novos mercados”, afirmou Léo Moraes.

O Festival das Nações 2026 reúne culinária e referências culturais de 13 países, além de apresentações de música e dança e ações sociais.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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