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Polícia

Polícia Civil prende cinco investigados por homicídio durante Operação

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 9ª Delegacia de Polícia de Extrema, deflagrou na manhã da última sexta-feira (29) a Operação Erro Fatal, com o objetivo de cumprir medidas cautelares de prisões preventivas e mandados de busca e apreensão domiciliar.

A ação, que também contou com apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Guajará-Mirim, da Delegacia de Polícia de Nova Mamoré e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), é resultado de investigação instaurada para apurar o homicídio qualificado de P. H. R. da S., ocorrido em janeiro deste ano, em um estabelecimento comercial localizado no distrito de Extrema.

Durante as investigações, foi apurado que o crime teria sido praticado por integrantes de organização criminosa, em contexto de ação previamente planejada. Os trabalhos investigativos permitiram identificar os suspeitos e apontaram indícios de participação coordenada na execução do delito, incluindo suporte logístico, ocultação de veículo utilizado na ação criminosa, planejamento de fuga e possíveis atos de intimidação contra testemunhas e familiares da vítima.

O nome da operação faz referência às circunstâncias apuradas durante a investigação, segundo as quais a vítima teria sido confundida com o alvo inicialmente pretendido pelos executores do crime, resultando em um desfecho fatal para pessoa diversa daquela originalmente visada.

Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão domiciliar e efetuadas cinco prisões. Os investigados foram conduzidos às unidades policiais para os procedimentos de praxe e posteriormente encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com a elucidação de crimes graves, a responsabilização de seus autores e a promoção da segurança pública em todo o Estado.

Fonte: Polícia Civil

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Polícia

Chefe do PCC preso na Bolívia é transferido para o Brasil pela Polícia Federal

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A PF (Polícia Federal) realizou a transferência, nesta quarta-feira (27), o traficante Gerson Palermo, chefe do PCC (Primeiro Comando da Capital), da Bolívia para o Mato Grosso do Sul. O homem chegou por volta das 18h no Brasil.

Palermo foi preso na manhã desta terça-feira (26), na Bolívia. Ele estava foragido desde 2020, quando recebeu benefício de prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica, mas fugiu.

Ao ser recebido em Mato Grosso do Sul, Palermo foi levado ao IML (Instituto Médico-Legal) e, em seguida, para superintendência da PF no estado. Ao final dos procedimentos legais, ele será encaminhado à penitenciária federal. 

Desde o momento da prisão, a PF já havia começado a tentar trazer o traficante para o Brasil, no entanto, protestos no país boliviano passaram a gerar um impasse logístico para as forças de segurança brasileiras, dificultando o processo de transferência de Gerson.

Nesta terça, a Polícia Federal concluiu a investigação que mirava a fuga do traficante com suposta ligação ao desembargador Divoncir Maran, de Mato Grosso do Sul, e relatou o caso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).

O magistrado é citado em suspeitas de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Relembre o caso

Maran deferiu um pedido para soltura do traficante Gerson Palermo, em 2020, do presídio federal de Campo Grande (MS). No mesmo dia, após receber o benefício de prisão domiciliar com uso de tornozeleira, ele quebrou o equipamento e fugiu.

Ele foi condenado a quase 126 anos de prisão e é apontado como um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital). Em agosto de 2000, Palermo participou do sequestro do Boeing 727 da antiga Vasp.

O avião saiu do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu com destino a Curitiba e foi sequestrado cerca de 20 minutos após a decolagem. O avião foi forçado a pousar em Porecatu (PR), quando o grupo roubou malotes do Banco do Brasil, com cerca de R$ 5,5 milhões. Palermo foi condenado a 66 anos e 9 meses de prisão.

Já em março de 2017, a Polícia Federal deflagrou a Operação All In contra um esquema de tráfico internacional de drogas e Palermo foi apontado como um dos chefes do grupo.

Segundo a investigação, a cocaína saía da Bolívia em aviões até Corumbá (MS) e depois era levada em caminhões para outros estados, seguindo a rota do tráfico. Por tráfico e associação para o tráfico, Palermo foi condenado a mais 59 anos de prisão. Ao todo, as penas somam quase 126 anos.

Suspeita sobre o desembargador

Mesmo com as condenações, o traficante foi solto pelo plantão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. E mensagens encontradas nos celulares de assessores do gabinete incrementam o inquérito da PF que a sentença foi vendida. O habeas corpus, com 208 páginas, foi decidido em 40 minutos.

A prisão domiciliar foi concedida durante a pandemia de Covid-19. Na época, o desembargador autorizou que o preso cumprisse pena em casa, sob a justificativa de problemas de saúde. Segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), porém, não havia laudo médico que comprovasse a condição alegada.

“Vai entrar esse HC, chefe pediu para prover”, diz uma mensagem encontrada pela PF. Em outra, uma assessora diz: “foi determinação do desembargador”.

O caso foi analisado em um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e o desembargador recebeu a punição de aposentadoria compulsória do CNJ em março deste ano.

O STF (Supremo Tribunal Federal) julga nesta semana o fim da aposentadoria compulsória de magistrados. Será nesta terça-feira (26), analisado pela Primeira Turma da Corte. Em março, Dino decidiu que não existe mais a aposentadoria compulsória como “punição” a magistrados e que infrações graves desses servidores públicos devem ser punidas com perda do cargo.

O espaço segue aberto para manifestações da defesa do desembargador.

Fonte: CNN Brasil

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Polícia

Operação Joio desmantela esquema de desvio de soja e milho

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A Polícia Civil de Rondônia deflagrou, na sexta-feira (29), a Operação Joio, com o objetivo de combater um esquema criminoso de desvio e comercialização ilegal de grãos na região do Cone Sul do estado.

As investigações tiveram início após o proprietário de um armazém localizado em Chupinguaia denunciar o desaparecimento de cargas de soja e milho. A partir da apuração do caso, os policiais identificaram indícios de uma organização criminosa estruturada para desviar os produtos e inseri-los novamente no mercado de forma irregular.

Segundo a Polícia Civil, o grupo contava com a participação de funcionários ligados a armazéns, que facilitavam a liberação de caminhões carregados com grãos sem a documentação fiscal exigida. Para dar aparência de legalidade à operação, eram utilizados registros de transporte aparentemente regulares e documentos emitidos por uma empresa sem atividade efetiva.

As cargas desviadas eram posteriormente destinadas a um produtor rural, apontado pelas investigações como responsável por receber os grãos e revendê-los como se fossem provenientes de sua própria produção.

Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Porto Velho, Chupinguaia e Vilhena. Entre os alvos estão um empresário do setor, um classificador de grãos e ex-funcionários de um armazém.

A Polícia Civil segue analisando os materiais apreendidos para aprofundar as investigações e identificar possíveis outros envolvidos no esquema.

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Homem é encontrado morto às margens do Rio Machado

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A Polícia Civil confirmou a identidade do homem encontrado morto sobre as pedras do Rio Machado, nas proximidades da ponte da BR-429, em Presidente Médici (RO). A vítima foi identificada como Daniel Francisco Gomes de Oliveira.

O corpo foi localizado na manhã de quinta-feira (28), o que levou ao acionamento das equipes policiais e da perícia técnica para os procedimentos de análise e identificação.

A confirmação da identidade foi realizada por meio de exames papiloscópicos conduzidos pela Polícia Civil. Durante os trabalhos periciais, foram observadas diversas perfurações no corpo da vítima, reforçando a hipótese de homicídio.

As circunstâncias do crime e a motivação ainda são desconhecidas. A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer o caso, identificar os autores e reunir elementos que possam contribuir para a responsabilização dos envolvidos.

As autoridades ressaltam que informações que possam auxiliar nas investigações podem ser repassadas de forma anônima por meio dos canais oficiais de denúncia.

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