Conecte-se conosco

Geral

Inep divulga regras para seleção de certificadores para provas de 2026

Publicado

em

Foi publicada nesta quarta-feira (27) a chamada pública aos interessados em parte da Rede Nacional de Certificadores (RNC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As inscrições vão de 8 a 28 de junho, pelo Sistema RNC

Os certificadores são profissionais que atuam como representantes e fiscais externos do Inep durante a aplicação de provas de larga escala, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), da Prova Nacional Docente (PND) e do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). 

A remuneração para por dia de trabalho varia de R$ 510 a R$ 864, a depender do município. Podem se candidatar servidores públicos do Executivo federal e professores das redes públicas de ensino estaduais e municipais. É necessário ter concluído o ensino médio. 

Não é permitida a inscrição de quem possui cônjuge, companheiro ou parentes de até 3°terceiro grau inscritos no Enem, na PND ou no Enamed. 

De acordo com o edital, a lista dos inscritos convocados para realizar o curso de capacitação está prevista para 27 de julho. O cronograma completo está disponível no edital

Os certificadores com inscrição confirmada poderão realizar o curso de capacitação, promovido pelo Inep na modalidade a distância, por meio de plataforma virtual, conforme o número de vagas disponíveis. 

Fonte: Agência Brasil

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

PM tem primeira mulher no comando-geral após 251 anos

Publicado

em

Por

Pela primeira vez em 251 anos de história, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) terá uma mulher no comando-geral. Nesta terça-feira (26/5), durante solenidade realizada pelo Governo do Estado, a coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues assumiu oficialmente o cargo, substituindo o coronel Frederico Otoni Garcia, que passou para a reserva.

Com 47 anos e quase três décadas de serviços prestados à corporação, Cleide ingressou na PMMG em janeiro de 1997 e concluiu o Curso de Formação de Oficiais em 2000. Bacharel em Direito, possui especializações em Direito Militar, Gestão Estratégica de Pessoas e Violência Doméstica.

Ao longo da carreira, ocupou funções operacionais, estratégicas e de gestão, tendo comandado a Primeira Companhia de Polícia Militar Independente de Prevenção à Violência Doméstica, a 228ª Companhia Tático Móvel. Ela também já atuou como subchefe do Gabinete Militar do Governador. Mais recentemente, estava à frente da Diretoria de Proteção Social da PMMG.

Durante a cerimônia, o governador Mateus Simões destacou o significado histórico da nomeação: “Hoje nós temos as três forças de segurança do estado comandadas por mulheres: Bombeiros, PM e Polícia Civil. Eu não tenho dúvida da sua competência, nenhuma crítica foi feita à sua nomeação e tenho certeza que teremos mais um ciclo produtivo com o seu comando”, afirmou Simões.

Simões ainda ressaltou que a coronel Cleide foi escolhida por mérito, destacando seu histórico acadêmico de excelência: “Nas quatro turmas de militares que formaram na semana passada, as mulheres foram as primeiras da turma. Tenho certeza que por sua competência, a senhora tem totais condições de conduzir a Tropa de Tiradentes”, disse o governador.

Perfil de liderança

A nova comandante-geral é reconhecida por uma trajetória pautada por ética, profissionalismo e constante aprimoramento. Sua experiência inclui tanto o trabalho direto no policiamento quanto funções estratégicas de comunicação organizacional e proteção social, áreas sensíveis e de grande relevância social.

Juntamente com a coronel Cleide, assume a chefia do Estado-Maior o coronel Sandro Vieira Corrêa, atual diretor de Educação Escolar da PM, com vasta experiência operacional, incluindo 2,5 mil horas de voo como comandante de helicóptero.

Instituição centenária

A PMMG completará 251 anos de fundação no próximo dia 9 de junho. Presente nos 853 municípios mineiros, é considerada a Polícia Militar mais antiga do Brasil e uma das mais respeitadas instituições militares do país, com mais de 40 mil policiais e uma estrutura de 170 unidades operacionais.
A posse da primeira mulher no comando-geral é um marco simbólico importante na história da corporação, reforçando o crescente protagonismo feminino nos espaços de decisão das forças de segurança pública em Minas Gerais.

A solenidade contou com a presença de autoridades civis e militares e reforçou o compromisso da instituição com a modernização, a proximidade com a sociedade e a valorização do mérito profissional.

Fonte: Metrópoles

Continue lendo

Geral

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 6 milhões nesta quinta-feira

Publicado

em

Por

As seis dezenas do concurso 3.012 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 6 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas ou pela internet, no portal das Loterias Caixa

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Fonte: Agência Brasil

Continue lendo

Geral

Mortalidade materna: Brasil ainda perde centenas de mulheres por ano

Publicado

em

Por

O Brasil ainda perde centenas de mulheres por ano durante a gestação ou em um período de 42 dias após o fim da gravidez. 

A razão de mortalidade materna no país é de 56,4 a cada 100 mil nascidos vivos, segundo os últimos dados disponíveis, de 2024. Isso significa que, apenas neste ano, foram registrados 1.347 óbitos. A meta do país é chegar a 30 mortes a cada 100 mil nascidos vivos até 2030. 

Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM-Datasus), consultados no Observatório da Saúde Pública. A maioria dessas mortes, nove em cada dez, é evitável, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) 

O dia 28 de maio é o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, data que tem como objetivo reforçar a importância de ações sobre a saúde das mulheres em sua integralidade e de reforçar os direitos da gestante e puérpera.  

A chefe da Unidade da Saúde da Mulher da Maternidade Escola Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maria Isabel Peixoto, reforça que um atendimento de qualidade oferece mais segurança à gestante. 

“A gente sabe que com um pré-natal bem feito, de qualidade, de preferência o mais precoce possível para pegar todas as variáveis, conseguimos, na grande maioria das vezes, entregar uma paciente pronta para um parto monitorizado num local com boa assistência e com um desfecho favorável”, diz.  

A unidade é referência no atendimento principalmente de casos de alto risco. “Aqui na maternidade a gente consegue fazer um trabalho de boa qualidade para perpetuar o conhecimento e dar boa assistência aos pacientes”, reforça.

As quatro principais causas de morte materna no Brasil, entre as obstétricas diretas, são as síndromes hipertensivas, hemorragias, infecções puerperais e complicações do aborto. As causas obstétricas diretas são responsáveis por 66% das mortes maternas no país. 

A técnica de enfermagem Fernanda Lopes de Almeida, 41 anos, é uma das pacientes da maternidade. Grávida de 18 semanas, ela é acompanhada por causa de um quadro de hipertensão e pelo histórico de diabetes gestacional em gravidez anterior. 

Na maternidade, foi orientada a mudar os hábitos de alimentação, fez exames e faz acompanhamento constante. “Sou muito bem atendida, me sinto segura”, diz. “Foi difícil essa adaptação [da alimentação] e até a conscientização. Agora, acho que estou curtindo bem melhor a gestação, uma fase mais tranquila”.

Equipe múltipla

Além dos médicos, uma equipe de diferentes profissionais é importante para garantir o atendimento adequado às mulheres, defende o enfermeiro obstétrico Renné Costa, membro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). 

“A gente precisa acreditar muito na multidisciplinaridade das profissões. Cada uma no seu quadrado, cada uma fazendo o seu papel, mas todo mundo centrado nos objetivos que, nesse caso , são a mãe e o bebê”.

Renné Costa diz que tem assistido e participado de muitas experiências positivas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Como enfermeiro obstétrico, Renné Costa já fez mais de 5 mil partos desde 2009, a maioria no Hospital Municipal de Viçosa, em Alagoas. Com pouco mais de 26 mil habitantes, Viçosa é referência nessa área para mais nove municípios alagoanos.

Quando ele chegou ao Hospital Municipal de Viçosa, eram realizados no local entre 80 e 90 partos por ano. “Depois do meu trabalho lá, a gente passou a fazer 600 partos por ano”. O enfermeiro atribui essa expansão à autonomia dada à enfermagem, ao enfermeiro obstétrico, que pode assistir ao parto de baixo risco amparado pela Lei 7.498 de 1986, a lei do exercício profissional da enfermagem.

Ele defendeu que experiências como essa deveriam ser multiplicadas pelo Brasil. Nos mais de 5 mil partos que realizou, Renné Costa não perdeu nenhuma criança e nenhuma mulher.

Acompanhamento após o parto 

A ginecologista e obstetra Inessa Beraldo de Andrade Bonomi, vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Gestação de Alto Risco da Federação Brasileira das Associaçaões de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), ressalta que o acompanhamento após o parto é também chave para a redução da mortalidade materna. 

“A mulher vai para casa e, muitas vezes, ela acaba sendo menos olhada pelos serviços da rede de saúde e também pela família”, diz. 

O olhar um pouco menos atento para essa mãe pode fazer com que sinais de risco sejam percebidos tardiamente. Essas complicações que surgem no período do puerpério muitas vezes se agravam, se complicam.

A ginecologista e obstetra assegura que os sinais de alerta no pós-parto, no puerpério, não podem ser naturalizados. Entre esses sinais estão sangramento vaginal além do habitual, febre, falta de ar, dor no peito, dor de cabeça intensa e que não passa com o uso de analgésico, alteração visual (escotomas ou pontinhos de luz que a paciente passa a enxergar), pressão que permanece alta e se mantém com picos hipertensivos.

A recomendação da especialista é que essas pacientes voltem mais precocemente para a consulta puerperal. Nos primeiros sete dias e, no máximo, dez, elas devem retornar ao centro de saúde ou ao consultório do ginecologista e obstetra para que sejam avaliadas e se consiga fazer um acompanhamento das condições clínicas pré-existentes que elas têm.

A Febrasgo ressalta que um ponto que não pode ficar fora do acompanhamento puerperal é a saúde mental. O sofrimento psíquico no pós-parto pode se manifestar de várias formas: com tristeza intensa, ansiedade, insônia, medo de cuidar do bebê, sensação de incapacidade, exaustão extrema e dificuldade de vínculo com o recém-nascido.

Em casos mais graves, podem surgir ideias de autoagressão, risco de violência contra si mesma ou contra o bebê e sintomas psicóticos, situações que exigem atenção imediata. Segundo Inessa Bonomi, olhar para a saúde mental é essencial para prevenir desfechos graves no puerpério.

Rede Alyne 

No âmbito federal, em 2024, o governo federal lançou programa para reduzir a mortalidade materna em 25% até 2027. Em relação a mulheres pretas, a intenção é reduzir a mortalidade em 50% no mesmo período. Chamado de Rede Alyne, a iniciativa é uma reestruturação da antiga Rede Cegonha, de cuidados a gestantes e bebês na rede pública.

A iniciativa homenageia a jovem negra Alyne Pimentel, que morreu aos 28 anos, grávida de seis meses, por falta de atendimento adequado na rede pública de saúde do município de Belford Roxo (RJ), em 2002. Alyne também era mãe de uma criança de 5 anos. 

A meta da Rede Alyne é beneficiar mulheres com cuidado humanizado e integral, observando as desigualdades étnico-raciais e regionais. 

Fonte: Agência Brasil

Continue lendo

Trending