Política
Bolsonaro admite que subestimou a delação de Mauro Cid
Aos poucos aliados com os quais conversou nesta quinta-feira (08/02), o presidente Jair Bolsonaro admitiu que subestimou a força da delação premiada do coronel Mauro Cid, que foi seu ajudante de ordens. Foram as revelações feitas pelo militar, muitas delas confirmadas pelos arquivos obtidos pelos agentes da Polícia Federal no celular e no computador dele, que embasaram parte da operação de está sacudindo o país, com quatro prisões, dezenas de buscas e apreensões e retenção de passaportes de Bolsonaro e de militares como Braga Netto e Augusto Heleno.
A operação “Tempo da Verdade” detalha todos os passos na tentativa de montagem de um golpe de Estado, que resultaria na prisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Cid entregou todo o roteiro, inclusive, com gravações de reuniões de integrantes do governo passado, uma delas, com o então ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Heleno, falando em “virada de mesa” ainda antes das eleições vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva.
A delação de Cid só ocorreu por causa da mulher dele, Gabriela Santiago, que o incentivou a entregar tudo o que sabia. Para ela, é inadmissível que o marido ainda esteja preso há tanto tempo e os responsáveis pelo montagem de um golpe frustrado estejam soltos.
Gabriela, por sinal, pediu reforço de segurança para a família, que vem sendo atacada, chamada de traidora. No que depender dela, Cid entregará o que mais a Polícia Federal desejar. Agora que os resultados da delação estão aparecendo, não há porque ter recuos.
Política
Regulamentação de trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos deve ser votada em abril
O projeto de lei complementar que regulamenta o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser votado no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril.

A previsão foi dada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, nesta terça-feira (10), após reunião na residência oficial da Presidência da Câmara.
Motta disse que o objetivo principal é construir uma legislação equilibrada que proteja os autônomos e garanta o funcionamento das plataformas.
“Que consigamos entregar ao país uma condição de estes trabalhadores terem as suas garantias, terem condições mais dignas de trabalho e que isso não venha incidir no aumento do custo para os consumidores”, explicou.
Atualmente, no Brasil, o governo federal estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, IFood e InDrive.
Taxa básica
O impasse na tramitação do PLP está em relação ao pagamento da taxa básica do serviço e do adicional pela distância percorrida para o transporte de passageiros e para a entrega de bens.
O governo federal entende que o valor mínimo do serviço deve ser de R$ 10, somado a R$ 2,50 por quilômetro rodado.
O relator da matéria na Comissão Especial da Câmara, deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), confirma que este é o único ponto de divergência na regulamentação do trabalho de entregadores por aplicativo.
“R$10, em São Paulo, no Rio ou em Brasília não é igual a R$10 no interior de Pernambuco, onde o ticket de um lanche é muito inferior ao daqui. Isso pode inviabilizar esse serviço na ponta”, avaliou.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, disse que irá buscar o diálogo para tentar incorporar o valor ao relatório final da comissão especial da Câmara.
“Para o governo existem pontos que são muito caros. Um deles, que é uma demanda dos entregadores de aplicativos, dos motoqueiros, é uma taxa mínima de R$ 10, com adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado. Se não for, o governo pretende apresentar como uma emenda [ao texto na votação].
Boulos enfatiza a necessidade urgente de regulamentação da questão. “Do jeito que está só interessa às grandes plataformas e não aos trabalhadores. Hoje, você pega o motorista de Uber, a plataforma fica com 50% de taxa de retenção, isso não é razoável”, disse.
Consenso para motoristas
Segundo Coutinho, durante a reunião houve o entendimento entre as partes de que não haverá valor mínimo da corrida para os motoristas de aplicativos.
“Porque 25% das corridas no Brasil são cobradas menos de R$ 8,50. Na nossa proposta, já entendemos que isso é uma matéria que podia ser retirada do texto e ficaria somente o problema com os entregadores”, explicou o relator.
Segurança mínima
Na visão do relator, o projeto traz avanços para o trabalhador do ponto de vista previdenciário, pois o projeto não isentará os profissionais autônomos da contribuição mensal à Previdência Social. “Não existe no Brasil nenhum trabalhador que pague a Previdência para ter o agasalho social pelo quanto eles [motoristas e entregadores por aplicativo] vão pagar”, disse o parlamentar.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reconheceu que o projeto de lei, de fato, representa uma segurança mínima e que poderá ser atualizado a cada ano para mudar a realidade atual de ausência total de direitos.
“O pior dos mundos é a situação em que estamos. Esse é o pior dos mundos para o empregador e para o motorista. [É preciso] ter uma lei que estabeleça uma segurança mínima para, a partir daí, os trabalhadores, o próprio Parlamento, o governo procurarem reavaliar, avançar mais à frente para ver se está adequada ou se precisa de aperfeiçoamento”, avalia o ministro.
Andamento
O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que as negociações estão em andamento para a elaboração de uma proposta final do relatório que será apresentado na Comissão Especial para ser aprovado, seguindo para votação do texto ao plenário.
O relator Augusto Coutinho adiantou que a Comissão Especial, presidida pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), deve se reunir nesta quarta-feira (11) com representantes do Executivo e do Legislativo para tratar do tema e tentar chegar a um entendimento.
Fonte: Agência Brasil
Política
Alex Redano anuncia destinação de R$ 7 milhões para recuperação de ruas em Ariquemes
A Prefeitura de Ariquemes recebeu R$ 7 milhões destinados à recuperação de ruas do município. O recurso foi viabilizado por meio de articulação do deputado estadual Alex Redano (Republicanos) junto ao governo de Rondônia.
Segundo o parlamentar, o investimento busca melhorar as condições de trafegabilidade em diferentes bairros da cidade. “Sabemos das dificuldades enfrentadas em várias regiões do município e trabalhamos junto ao governo do estado para garantir esse investimento, que contribuirá para melhorar a mobilidade e a segurança da população”, afirmou Alex Redano.
A prefeita Carla Redano destacou que o recurso será aplicado na recuperação das vias que apresentam maior necessidade de intervenção. “São R$ 7 milhões que permitirão avançar na recuperação das ruas mais críticas da cidade. Agradecemos ao deputado Alex Redano pela articulação e ao Executivo estadual pelo atendimento dessa demanda”, afirmou.
O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes de Rondônia (DER), Éder Fernandes, ressaltou a parceria entre o governo estadual e os municípios na execução de ações de infraestrutura.
“Por meio do DER, o governo do estado tem apoiado iniciativas que fortalecem a infraestrutura urbana. Em Ariquemes, esse recurso contribuirá para melhorar as condições das vias e garantir mais segurança no trânsito”, destacou.
Fonte: Assessoria
Política
CCJR retoma reuniões com discussão e aprovação de projetos
A Comissão de Constituição e Justiça e de Redação (CCJR) retomou as reuniões nesta terça-feira (10). Durante o encontro, os parlamentares discutiram e aprovaram projetos. Entre as propostas analisadas está a Campanha de Conscientização e Prevenção contra Crimes Cibernéticos cometidos por meio do uso indevido da inteligência artificial, contra crianças e adolescentes.
O Projeto de Lei Ordinária (PLO) 876/2025, de autoria da deputada Gislaine Lebrinha (União Brasil), tem como objetivo conscientizar e alertar a sociedade sobre a prática de pornografia infantil do tipo “deepfake”.
A tecnologia utiliza inteligência artificial para gerar conteúdos simulados, o que tem contribuído para a proliferação de imagens sexualizadas de crianças e adolescentes. O relator da proposta, deputado Delegado Camargo (Republicanos), emitiu parecer favorável. O voto foi acompanhado pelos demais membros da comissão.
Outro projeto discutido na CCJR foi o PLO 899/2025, também de autoria da deputada Gislaine Lebrinha. A proposta veda a nomeação, para cargos públicos no âmbito da Administração Pública direta e indireta de Rondônia, de homens condenados por decisão judicial transitada em julgado por crimes de violência contra a mulher.
A relatora da matéria, deputada Dra. Taíssa (Podemos), apresentou parecer favorável. No entanto, como já existe no estado uma lei com conteúdo semelhante, o deputado Delegado Camargo pediu vista da proposta para análise mais detalhada.
Durante a reunião, a comissão também realizou a distribuição de matérias, com designação de relatores. Esses parlamentares deverão analisar a constitucionalidade das proposições e apresentar os pareceres nas próximas reuniões.
A população pode acompanhar os encontros presencialmente, no plenarinho 2 da Assembleia Legislativa, ou pelos canais da TV Assembleia (7.2) e YouTube.
As reuniões da CCJR acontecem às terças-feiras, às 10h. Mais informações sobre os projetos e as votações estão disponíveis no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (Sapl)e no site oficial da Alero.
Fonte: Alero
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