Polícia
Lhamas apreendidas no Acre seguiriam para a Rondônia Rural Show
As lhamas apreendidas no Acre na última quarta-feira (20) tinham como destino a Rondônia Rural Show, realizada em Ji-Paraná (RO). A informação foi confirmada pelo empresário Wellington Vieira de Araújo, responsável pelos animais, que afirmou que parte deles nasceu no Brasil e negou qualquer irregularidade relacionada à origem da carga.
Os animais eram transportados em um caminhão boiadeiro que foi abordado na BR-364 durante uma fiscalização conjunta da Polícia Militar e da Polícia Federal. Segundo as autoridades, a carga não possuía a Guia de Transporte Animal (GTA), além de outros documentos sanitários exigidos para o deslocamento. Há ainda suspeitas de que alguns exemplares possam ter vindo da Bolívia ou do Peru, hipótese que segue sob investigação da Polícia Federal.
De acordo com a PM, o veículo teria passado por um posto de fiscalização sem realizar os procedimentos obrigatórios e posteriormente fugido da abordagem. Já o empresário explicou que as lhamas haviam sido levadas ao Acre para divulgação e comercialização, mas retornariam para Rondônia após a confirmação de espaço na feira agropecuária.
Wellington reconheceu a ausência da GTA, porém contestou a apreensão dos animais, alegando que a medida teria sido excessiva. Ele também relembrou que enfrentou situação semelhante em setembro do ano passado, quando alpacas e lhamas foram apreendidas em Assis Brasil (AC) pela falta de documentação.
Atualmente, os animais estão sob responsabilidade da ONG Patinha Carente, em uma propriedade rural localizada na Estrada de Porto Acre. A decisão sobre o destino das lhamas deverá ser tomada pela Justiça Federal do Acre nos próximos dias, com prioridade para garantir o bem-estar dos animais.
O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) informou que o caso passou a ser tratado na esfera federal, ficando sob responsabilidade do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que irá definir as medidas sanitárias e administrativas cabíveis.
Polícia
Ex-presidiário é executado com mais de dez tiros na Zona Sul
O ex-presidiário Anderson Praia da Costa, de 30 anos, foi executado a tiros na noite deste sábado (11), na Avenida Campos Sales, bairro Novo Horizonte, na zona Sul de Porto Velho.
De acordo com as primeiras informações, a vítima seguia de bicicleta quando foi surpreendida por um criminoso que estava em um carro. O suspeito efetuou mais de dez disparos em sua direção. Anderson caiu após ser atingido pelos tiros e morreu ainda no local.
Populares que passavam pela região acionaram uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas, ao chegar, os socorristas constataram o óbito.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnica, e a Polícia Militar realiza diligências na região na tentativa de localizar e prender o autor de mais esse crime na capital.

Polícia
Homem é executado com mais de dez tiros na Avenida Campos Sales
Um homem ainda não identificado foi executado a tiros na noite deste sábado (11), na Avenida Campos Sales, bairro Novo Horizonte, na zona Sul de Porto Velho.
De acordo com as primeiras informações, a vítima seguia de bicicleta quando foi surpreendida por um criminoso, que efetuou mais de dez disparos em sua direção. O homem caiu após ser atingido pelos tiros.
Populares que passavam pelo local acionaram o resgate, mas, infelizmente, quando os socorristas chegaram, a vítima já estava sem vida.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia, e a Polícia Militar realiza diligências na região na tentativa de localizar e prender o autor de mais esse crime na capital.
Polícia
Homem é morto com tiro de espingarda dentro de residência
Caio Henrique da Costa Gomes, de 26 anos, foi morto durante a madrugada deste sábado (11) em uma residência na Rua Inácio Mendes, bairro JK, zona Leste de Porto Velho.
De acordo com as informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta. Em seguida, um dos suspeitos entrou no imóvel armado com uma espingarda calibre 12 e efetuou um disparo que atingiu a cabeça da vítima. Caio morreu antes de receber atendimento médico.
Logo após o ataque, a dupla deixou o local e fugiu. Apesar das buscas realizadas, nenhum suspeito havia sido preso até a última atualização.
Policiais militares isolaram a área para o trabalho da Perícia Técnico-Científica, enquanto o corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
As investigações iniciais apontam que o assassinato pode ter ligação com um desentendimento registrado no dia anterior. Ainda conforme apurado, Caio Henrique tinha antecedentes criminais e já havia passado pelo sistema prisional.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca esclarecer a motivação do crime e identificar os responsáveis pela execução.
