Polícia
Mulher condenada por homicídio e esquartejamento é capturada
Na noite de hoje, 18 de maio, uma mulher condenada a mais de 23 anos de prisão por participação em um homicídio seguido de esquartejamento, ocorrido no ano de 2020 no estado do Acre, foi capturada por uma equipe da Polícia Militar durante ação de patrulhamento no bairro Tancredo Neves.
A prisão ocorreu após informações repassadas pelo Núcleo de Inteligência do 5º BPM, em ação integrada com o setor Tático e a Assessoria de Inteligência da Polícia Militar do Acre, indicando que a foragida da Justiça estaria nas proximidades de um supermercado da região.
De posse das informações, a equipe Força Total 02 do 5º BPM realizou deslocamento até o local e identificou a suspeita. Durante a abordagem e consulta nominal, foi constatado em seu desfavor um mandado de prisão expedido pela Justiça do Estado do Acre, referente à condenação por envolvimento em um crime de grande repercussão.
Segundo investigações do caso, a vítima foi assassinada em abril de 2020, no bairro Belo Jardim, em Rio Branco (AC), e o corpo teria sido descartado em um igarapé, não sendo localizado até hoje. Outros envolvidos no crime já haviam sido condenados anteriormente.
Após a prisão, a mulher recebeu voz de prisão, teve seus direitos constitucionais assegurados, foi encaminhada ao IML para exame de corpo de delito e posteriormente apresentada à unidade prisional feminina para as providências legais.
Fonte: Polícia Militar
Polícia
MP denuncia mulher acusada de atropelar e matar idoso dentro de casa
O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) denunciou, pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado, a mulher que, segundo a acusação, invadiu com um veículo a residência de um idoso, atropelando e matando a vítima em Porto Velho. Na mesma ocasião, a acusada teria tentado atingir outros dois moradores da casa, que conseguiram escapar do ataque. As denúncias foram recebidas pelo Poder Judiciário.
De acordo com informações contidas na denúncia, em 1º de julho deste ano, após discussões com vizinhos, a ré acelerou seu carro, um veículo Jeep, contra a residência de um idoso de 68 anos, em uma área central da capital. As lesões causadas pelo atropelamento causaram a morte da vítima.
Conforme narra o MPRO, a acusada discutia com moradores após ter colidido o carro no portão do residencial em que morava, um prédio vizinho ao imóvel do idoso, momento em que ele se aproximou e fez uma breve intervenção, proferindo a expressão “vixe”.
De acordo com a denúncia, na sequência, a ré se dirigiu à casa da vítima, onde fez ameaças, tendo sido retirada do local por um vizinho. Ao retornar, posicionou o carro em frente à residência e, mesmo após pedidos de desculpas dos moradores e da vítima, fez o ataque.
O Ministério Público sustenta que, na mesma ocasião, a acusada, ainda conduzindo o veículo, tentou matar outros dois moradores da residência, familiares da vítima, que conseguiram se desvencilhar do ataque no último instante.
Diante dos fatos, o MP, por meio da 41ª Promotoria de Justiça de Porto Velho, denunciou a acusada pelos crimes de homicídio qualificado, por motivo fútil e com emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e, ainda, por duas tentativas de homicídio qualificado. Na denúncia, o MP também considera a idade de uma das vítimas, que tinha 68 anos.
O recebimento da denúncia dá início à ação penal e permite que o caso siga para as próximas etapas do processo. A acusada ainda será julgada, e a responsabilidade criminal será definida pela Justiça.
Fonte: MPRO
Polícia
Mulher que fingia ter 12 anos é condenada a 1 ano de prisão
Amanda Maria Souza de Oliveira, de 38 anos, foi condenada, nesta quinta-feira (20/8), por estelionato e falsa identidade após fingir ter 12 anos e enganar uma família de Joinville, em Santa Catarina. A sentença foi proferida após a audiência de instrução realizada na quarta-feira (19/8).
A pena é de 1 ano, 6 meses e 10 dias de reclusão e 4 meses e 18 dias de detenção, em regime inicial semiaberto. A sentença manteve a prisão preventiva e não concedeu à condenada o direito de recorrer em liberdade.
A defesa havia pedido a revogação da prisão durante a audiência realizada nessa quarta-feira (19/8). O Ministério Público se manifestou contra a solicitação. Na ocasião, o juiz decidiu analisar o pedido de liberdade junto com a sentença.
Segundo a sentença, a mulher criou uma identidade fictícia e permaneceu por cerca de 14 meses com a família. Durante esse período, foi tratada como filha e recebeu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados.
Conforme a decisão, ela inicialmente teria se apresentado como adulta e, posteriormente, passou a afirmar que tinha 12 anos. Para conquistar a confiança da família, relatou situações de vulnerabilidade, incluindo supostos abusos, problemas de saúde e abandono familiar.
Os advogados Sarita Henrique de Paiva e Lúcio Sousa haviam pedido a absolvição da acusada durante as alegações finais. A reportagem entrou em contato com a defesa, mas não havia obtido retorno até a última atualização. O espaço segue aberto para manifestações.
Como a fraude foi descoberta
De acordo com os autos, a identidade criada pela mulher foi mantida durante todo o período de convivência. Ela teria adotado comportamentos compatíveis com a condição de criança ou adolescente e apresentado explicações para afastar dúvidas sobre sua verdadeira idade.
A fraude foi descoberta após familiares levantarem suspeitas sobre a história contada por ela. A investigação reuniu documentos, depoimentos das vítimas e testemunhas e um laudo pericial feito a partir de um celular apreendido. A sentença também considerou a própria admissão da ré de que utilizava nome e idade falsos.
Para o juízo, as provas demonstraram que a mulher agiu de forma consciente para manter a família em erro e obter benefícios materiais a partir da identidade fictícia.
Família ofereceu moradia e cuidados
Segundo a decisão, a falsa identidade permitiu que a mulher tivesse a subsistência custeada integralmente pela família durante os cerca de 14 meses em que viveu na residência.
O juízo também considerou os impactos emocionais e familiares provocados pela situação, principalmente pelo vínculo construído entre a ré e as vítimas ao longo de mais de um ano.
A mulher está presa preventivamente desde 2 de junho. Durante a audiência, a defesa pediu a revogação da prisão, mas o Ministério Público se manifestou contra. O pedido acabou analisado junto com a sentença.
Relembre o caso
A prisão ocorreu em 2 de junho, na casa de uma família que havia acolhido Amanda por cerca de 14 meses. Conforme a investigação, ela teria se apresentado inicialmente como Gabriele, afirmando ter 18 anos e experiência na área de panificação.
A aproximação com os moradores teria sido intermediada por um pastor de uma igreja local. Com o passar do tempo, Amanda passou a relatar problemas de saúde e dificuldades financeiras.
Depois de ganhar a confiança da família, segundo a investigação, ela mudou a versão e afirmou ter 11 anos. Também teria dito que havia sido vítima de abusos. Os moradores passaram a tratá-la como filha e permitiram que ela vivesse na residência.
Durante o período em que ficou com a família, Amanda participou de uma comemoração de aniversário em que teria sido apresentada como uma menina de 12 anos. Ela também recebeu apoio para realizar um tratamento de emagrecimento com Mounjaro.
Ainda de acordo com a investigação, Amanda recusava as tentativas da família de matriculá-la em uma escola.
As suspeitas começaram no fim de maio, quando uma tia dos moradores fez pesquisas na internet e encontrou reportagens sobre casos semelhantes atribuídos à mulher em outras cidades.
A família procurou as autoridades após descobrir a situação. Segundo a polícia, em depoimento, Amanda teria admitido a aplicação de golpes semelhantes em outras localidades, incluindo Curitiba, Nova Iguaçu e municípios de Minas Gerais, Goiás e Ceará.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Homem desaparece após barco colidir com balsa no rio Guaporé em Rondônia
Um homem identificado como Valdecir Lino Gonçalves, de 30 anos, está desaparecido desde a manhã desta quarta-feira (19), após a embarcação que conduzia colidir com uma balsa pertencente a uma empresa mineradora no rio Guaporé, em Pimenteiras do Oeste (RO).
De acordo com as informações iniciais, Valdecir estaria transportando materiais que seriam levados para uma área de garimpo localizada no lado boliviano da fronteira. Entre os itens transportados estavam canos e recipientes contendo gasolina.
Após a colisão, o piloto teria desaparecido nas águas do rio. O Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia foi acionado e mobilizou uma equipe especializada, incluindo mergulhadores, para realizar as buscas.
Até o momento, Valdecir ainda não foi encontrado. As equipes permanecem realizando buscas na região, enquanto as circunstâncias que provocaram a colisão deverão ser apuradas.
