Polícia
Mulher grávida é conduzida após apreensão de maconha em residência
Durante a continuidade de uma ocorrência relacionada à posse de entorpecentes, policiais militares localizaram aproximadamente 98 gramas de substância aparentando ser maconha em uma residência situada na Avenida Vitória Régia. A ação resultou na condução de uma mulher grávida de aproximadamente quatro meses à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP).
Segundo a Polícia Militar, a equipe realizava a liberação de J.T.S., abordado anteriormente por posse de drogas, quando questionou se havia mais entorpecentes em sua residência. O homem afirmou que não possuía outras substâncias ilícitas e alegou ser usuário, informando que a droga encontrada anteriormente seria destinada ao consumo pessoal.
No entanto, o endereço informado pelo suspeito já era conhecido pela guarnição devido a denúncias relacionadas à intensa movimentação de usuários de entorpecentes. Diante da suspeita, os policiais passaram a monitorar o imóvel.
Durante a vigilância, os militares observaram o momento em que J.T.S. saiu da residência para atender um homem no portão. Ao perceber a aproximação da equipe policial, ele correu para dentro do imóvel, sendo acompanhado pelos policiais.
No interior da casa, os militares localizaram uma bolsa feminina contendo uma sacola plástica com cerca de 98 gramas de substância semelhante à maconha. Também foram apreendidos R$ 466,90 em dinheiro trocado, distribuídos em notas de pequeno valor, além de papel do tipo seda, material comumente utilizado para o consumo e fracionamento de entorpecentes.
Inicialmente, J.T.S. assumiu a posse da droga e alegou que o material seria destinado ao consumo pessoal. Contudo, antes do deslocamento à UNISP, sua irmã, identificada pelas iniciais J.T.S., apresentou-se espontaneamente como proprietária do entorpecente e afirmou ser usuária de drogas.
Mesmo diante da quantidade de entorpecente apreendida e das características que podem indicar comercialização ilícita, a mulher assumiu integralmente a responsabilidade pelo material e recebeu voz de condução.
Já na UNISP, a conduzida informou estar grávida de aproximadamente quatro meses e relatou fazer uso contínuo da substância apreendida. O outro envolvido foi liberado após os procedimentos de praxe.
Fonte: Polícia Militar
Polícia
Duas pessoas morrem após caminhonetes colidirem na BR-364
Duas pessoas morreram após uma colisão envolvendo duas caminhonetes na noite de sexta-feira (2), na BR-364, em Alto Paraíso, Rondônia. As vítimas foram identificadas como Nilson Xavier Rosa e Andressa Silva.
Nilson chegou a ser socorrido e levado para atendimento médico, mas morreu durante o deslocamento. Andressa também recebeu socorro ainda com vida, porém não resistiu aos ferimentos após dar entrada no hospital.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que uma das hipóteses para o acidente é que uma ultrapassagem indevida tenha provocado a colisão. A ocorrência foi registrada como homicídio culposo na direção de veículo automotor, modalidade em que não há intenção de causar a morte.
As duas caminhonetes transportavam, ao todo, oito pessoas, incluindo uma criança. Todos os ocupantes ficaram feridos. Algumas vítimas precisaram ser retiradas das ferragens por equipes do Corpo de Bombeiros.
De acordo com o Samu, a violência da batida fez com que partes dos próprios veículos atingissem alguns passageiros, causando perfurações. As circunstâncias do acidente serão apuradas pelas autoridades.
Polícia
Homem é suspeito de matar companheira e levar corpo em carrinho de mão
Um homem foi preso em flagrante suspeito de matar a companheira, Aulecir Santana de Lima, e transportar o corpo dela em um carrinho de mão até um lote baldio, em Minaçu, no norte de Goiás.
O caso começou a ser investigado após uma testemunha relatar ter ouvido gritos de socorro e barulhos de uma possível agressão nas proximidades da residência onde o casal morava.
Durante as buscas, policiais tiveram acesso a imagens de câmeras de segurança que mostram um homem empurrando um carrinho de mão com um objeto semelhante a um corpo. As gravações auxiliaram na identificação do companheiro da vítima.
Marcas de sangue na residência
Equipes do 3º Batalhão da Polícia Militar, com apoio da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), foram até a casa do casal. O suspeito foi localizado em um dos quartos.
No imóvel, os policiais encontraram marcas de sangue em diferentes cômodos, tufos de cabelo, roupas manchadas de sangue e fragmentos de vidro. Segundo a Polícia Militar, o homem também apresentava lesões e escoriações pelo corpo e vestia roupas semelhantes às registradas nas imagens de segurança.
Corpo foi encontrado perto de ponto de ônibus
O corpo de Aulecir foi localizado nos fundos de um ponto de ônibus, nas proximidades da entrada de Minaçu. A área foi isolada para a realização da perícia.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte. Os exames periciais devem ajudar a esclarecer a causa e a dinâmica do crime.
O suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais. A investigação busca esclarecer a motivação do caso e reunir elementos para reconstruir os acontecimentos.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Mulher confessa ter matado marido dentro de caminhonete em Rondônia
Uma mulher identificada como Priscila de Jesus confessou à Polícia Civil ter matado o marido, o fazendeiro Vanderlei Poyer de Oliveira, de 42 anos, em Mirante da Serra, Rondônia. Ela se apresentou às autoridades na quarta-feira (30) e relatou que o crime aconteceu durante uma discussão dentro de uma caminhonete.
Segundo o depoimento, Priscila afirmou ter usado uma faca para se defender de agressões. As duas filhas do casal estavam no veículo no momento do ocorrido.
Vanderlei foi encontrado morto na noite de domingo (27), em uma estrada da região. A caminhonete estava nas proximidades, com as portas traseiras abertas. Durante a perícia, foram identificados vestígios de sangue no interior do veículo e uma bolsa contendo documentos da mulher.
Após a confissão, a Justiça determinou a prisão preventiva de Priscila. A ordem, porém, não foi cumprida neste momento em razão da restrição prevista na legislação eleitoral.
De acordo com o Código Eleitoral, eleitores não podem ser presos ou detidos desde cinco dias antes da eleição até 48 horas após o encerramento da votação, exceto em situações específicas, como flagrante delito, condenação por crime inafiançável ou descumprimento de salvo-conduto. Nas Eleições 2026, o período vai de 29 de setembro a 6 de outubro.
A restrição é temporária e não impede o prosseguimento da investigação nem a adoção das medidas judiciais cabíveis após o fim do período previsto na legislação.
