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Empréstimo via Pix revoluciona mercado de crédito pessoal

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O Pix representou 54,7% de todas as transações financeiras no Brasil no 2º segundo semestre de 2025, com 42,9 bilhões de operações. O crescimento foi de 24,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com as Estatísticas de Pagamentos de Varejo, do Banco Central (Bacen).

Criada pelo Banco Central em novembro de 2020, a opção é mais barata, mais rápida e tão segura quanto as demais formas de transferir dinheiro, como TED e DOC.

As transferências usando esse formato também contam com uma redução de dados necessários para a transferência. Ou seja, não é preciso fornecer dado algum do destinatário além da “chave Pix”.

Fato é que o Pix é a forma mais moderna de transferência de dinheiro entre pessoas e instituições; por isso, agora o empréstimo na hora via Pix se tornou popular.

Do pedido ao dinheiro na conta, o processo é feito em minutos, sem agência, sem filas, sem papel. O Pix, então, democratizou o pagamento.

Em 2025, o sistema de Pix movimentou R$ 35,4 trilhões. Isso representa uma alta de 33,6% sobre o ano anterior.

Mas, poucos perceberam que ele também democratizou o empréstimo, com o empréstimo na hora via Pix. Sim, a mesma tecnologia que faz o dinheiro sair da conta em segundos agora faz o dinheiro entrar.

No mercado de crédito pessoal on-line, o sistema de pagamento instantâneo foi responsável por uma revolução silenciosa. Isso significa que a tecnologia de transferência mais rápida criada pelo Banco Central em 2020 mudou a forma como os brasileiros acessam o empréstimo; agora, empréstimo via Pix.

Um empréstimo é, essencialmente, um contrato entre o cliente e uma instituição financeira, em que o usuário recebe um valor naquele momento para devolvê-lo depois, acrescido de juros e taxas, em um prazo determinado.

Dessa forma, ele serve como uma ferramenta de antecipação de recursos para diferentes momentos da vida, como a realização de projetos de longo prazo, uma graduação, por exemplo; organização financeira; em que se pode pegar um empréstimo de juros menores para quitar dívidas maiores; aquisição de bens, como o financiamento da casa própria; e, também, para lidar com emergências e imprevistos, no caso de despesas médicas inesperadas.

Acesso a crédito formal

De acordo com o Serasa, em outubro de 2025, o número de consumidores com nome restrito bateu recorde e chegou a 80,4 milhões.

Para esse público, a combinação de análise de crédito pessoal on-line por Inteligência Artificial (IA) e desembolso via Pix representa a única rota de acesso a crédito formal.

Na prática, a análise de crédito por IA é como se o banco tivesse um “super-analista” que consegue ler milhares de páginas de informações sobre o cliente em segundos. Diferente da análise tradicional, que verifica basicamente se o nome do usuário está sujo, a IA cruza dados que um ser humano levaria dias para conectar.

Dessa forma, o “cérebro digital” segue um passo a passo, que envolve:

 Coleta massiva de dados (o Big Data):

  • Histórico de Pagamentos.
  • Comportamento de consumo.
  • Dados alternativos, como o perfil socioeconômico.

– O modelo de “score” preditivo:

Uso de Machine Learning (Aprendizado de Máquina) para avaliar score.

– Análise de risco em tempo real:

Cálculo da probabilidade de inadimplência nos próximos 12 meses. Se o risco for baixo, o crédito é aprovado na hora.

– Detecção de fraudes:

Se surge uma compra de um valor altíssimo em um estado onde o usuário não está, o sistema bloqueia o crédito instantaneamente porque aquele comportamento “foge do padrão” rastreado pela inteligência.

Atualmente, enquanto bancos tradicionais ainda levam dias para liberar crédito, fintechs regulamentadas usam Pix para depositar o valor aprovado em até cinco minutos, um diferencial da SuperSim.

Essa velocidade virou vantagem competitiva e inclusão financeira, graças ao empréstimo via Pix.

Empréstimo na hora via Pix

As transações via Pix são muito seguras e contam com mecanismos robustos de segurança que garantem a proteção. Assim, no processo de empréstimo via Pix usa-se a mesma tecnologia de transferência automaticamente conectada ao sistema de aprovação de crédito pessoal on-line e, no fim, o dinheiro é depositado mais rapidamente.

Pessoas que têm o nome sujo, renda em torno de R$ 2 mil e sem comprovante formal, não conseguem crédito pessoal no banco. Porém, a solução existe: fintechs com IA na análise de crédito pessoal on-line com desembolso via Pix. Se aprovado, entra na conta em minutos.

Sendo assim, esse público pode solicitar o empréstimo na hora via Pix.

O trâmite reúne diversos benefícios:

  • Zero burocracia – o dinheiro é emprestado na hora sem precisar se desgastar preenchendo papeladas.
  • Rapidez – eficiência para oferecer um empréstimo na hora via Pix de forma ágil.
  • Facilidade em todas as etapas – ideal para quem precisa de aprovação facilitada, por ter alguma restrição de crédito pessoal ou dificuldade em comprovar renda.
  • Praticidade – empréstimo na hora via Pix on-line, sem filas e sem precisar sequer sair de casa.
  • Segurança – transações e dados protegidos.
  • Atendimento especializado – equipe qualificada para orientar ao longo do processo.

Além disso, o Pix tornou o custo da operação muito mais barato, tanto para as empresas quanto para as pessoas físicas.

De acordo com a SuperSim, essa economia impacta o custo efetivo total do empréstimo via Pix, possibilitando preços mais acessíveis para os clientes.

Inclusive, com mais de sete anos de existência, a SuperSim se enquadra nesse nicho e é regulamentada pelo Bacen, com a maior taxa de aprovação proporcional, no quesito empréstimo na hora via Pix.

Com mais de 7 milhões de empréstimos na hora via Pix emitidos, a fintech é correspondente das grandes instituições financeiras do mercado (Socinal, BMP e CelCoin).

Nathalia, de 27 anos, por exemplo, conta como a SuperSim a ajudou a quitar dívidas, com o empréstimo via Pix.

Fonte: Metrópoles

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Seduc encerra atividades de escola indígena por falta de estudantes matriculados desde 2025

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A Secretaria de Estado da Educação (Seduc), por meio da Superintendência Regional de Educação de Pimenta Bueno (Super), informa que o encerramento das atividades da Escola Indígena Estadual de Ensino Fundamental Dukaria Rarekute, localizada na Terra Indígena Kwazá, no município de Parecis, ocorreu em razão da ausência de demanda escolar na localidade.

A unidade, fundada em 2015, atendia anteriormente 2 (dois) estudantes da etnia Kwazá. Entretanto, a única família que residia na área indígena migrou para outra localidade, fazendo com que a escola permanecesse sem estudantes matriculados desde 2025. Diante da ausência de demanda e da inexistência de previsão de retorno de novas famílias para a área, foi realizado o procedimento administrativo para o encerramento das atividades da unidade.

O encerramento foi realizado em conjunto com lideranças indígenas das etnias Aikanã e Kwazá. A medida considerou a realidade demográfica da localidade e a inexistência de estudantes a serem atendidos pela unidade escolar. Dessa forma, não houve transferência de estudantes decorrente do encerramento, uma vez que não havia alunos matriculados na escola desde 2025.

A Seduc informa ainda que o professor que atuava na Escola Indígena Estadual de Ensino Fundamental Dukaria Rarekute foi relotado em outra unidade da rede estadual. Os bens patrimoniais da escola foram remanejados para as escolas indígenas Matina Kondã e Yasymyu Tanhatai Kwazá, também localizadas no município de Parecis.

Fonte: Seduc

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MPRO cobra escolas particulares de Porto Velho sobre proibição de celulares

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da 18ª Promotoria de Justiça de Porto Velho, recomendou às instituições particulares de ensino da educação básica dos municípios integrantes da Comarca de Porto Velho que adotem medidas para assegurar o cumprimento integral da Lei Federal nº 15.100/2025, que disciplina a proibição de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais por estudantes. A orientação integra procedimento administrativo instaurado para acompanhar e fiscalizar a aplicação da legislação na rede particular de ensino.

recomendação estabelece que as regras devem ser observadas em todos os espaços das unidades escolares, incluindo salas de aula, quadras, refeitórios, pátios, bibliotecas e áreas destinadas à convivência, artes, cultura e lazer. As restrições também devem alcançar diferentes momentos da rotina escolar, como aulas, atividades pedagógicas, recreios, intervalos, eventos e demais atividades realizadas nas dependências das instituições.

Regras

Entre as medidas recomendadas está a adoção ou atualização de normas internas, regimentos escolares, manuais de convivência e protocolos que estabeleçam de forma clara as regras para utilização dos dispositivos pelos estudantes. As instituições também devem definir procedimentos para recolhimento, guarda, devolução e uso excepcional dos aparelhos, evitando medidas consideradas desproporcionais ou constrangedoras.

O MPRO orienta ainda que estudantes, pais ou responsáveis, professores, profissionais de apoio e demais integrantes da comunidade escolar sejam informados sobre as restrições, exceções e procedimentos adotados. As escolas devem manter mecanismos permanentes de orientação, acompanhamento e fiscalização, inclusive durante recreios, intervalos e atividades extracurriculares.

A recomendação destaca a necessidade de observância das exceções previstas na legislação. O uso dos dispositivos deve ser assegurado quando necessário para acessibilidade, inclusão educacional, atendimento a condições de saúde e proteção de direitos fundamentais. A orientação também determina que estudantes com deficiência, transtornos do desenvolvimento, necessidades educacionais específicas ou condições de saúde que justifiquem o uso dos aparelhos não sejam submetidos a restrições indevidas ou prejuízos ao processo de inclusão escolar.

Orientação

As instituições também são orientadas a priorizar medidas pedagógicas e educativas, de acordo com a idade e o desenvolvimento dos estudantes, evitando a aplicação automática de sanções desproporcionais que possam comprometer o acesso, a permanência ou a participação nas atividades escolares.

Outra recomendação é o desenvolvimento de ações de conscientização sobre o uso responsável de dispositivos eletrônicos, os riscos relacionados ao uso excessivo de telas, saúde mental, convivência escolar, proteção de dados, cyberbullying e segurança no ambiente digital.

As escolas também deverão manter registros de ocorrências relacionadas ao descumprimento das regras, das orientações fornecidas e das medidas educativas ou disciplinares aplicadas, com preservação da intimidade, da dignidade e dos dados pessoais dos envolvidos.

Informações

A recomendação estabelece prazo de 30 dias úteis, contados do recebimento da notificação, para que cada instituição encaminhe à 18ª Promotoria de Justiça informações detalhadas sobre as medidas adotadas para cumprir a Lei nº 15.100/2025. Entre os documentos solicitados estão normas e regulamentos internos, descrição dos mecanismos de orientação e fiscalização, forma de divulgação das regras à comunidade escolar e procedimentos adotados durante aulas, recreios, intervalos e demais atividades.

As escolas também deverão informar como são observadas as exceções legais, eventuais registros de descumprimento, providências pedagógicas ou disciplinares adotadas e o setor, profissional ou equipe responsável pelo acompanhamento da legislação.

O tema é desdobramento de procedimento administrativo, instaurado em maio, para fiscalizar o cumprimento da lei nas redes municipal, estadual e particular de ensino da capital.

Fonte: MPRO

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“Não sei mais o que fazer”: mãe pede ajuda para alimentar filho de 14 anos acamado

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A família do adolescente Davi Leandro, de 14 anos, enfrenta uma rotina marcada por cuidados permanentes, dificuldades financeiras e a necessidade de garantir uma alimentação especial para manter a saúde do jovem. A mãe, Cleide Viana, está fazendo um apelo por ajuda para conseguir comprar a dieta e os materiais utilizados diariamente pelo filho.

Davi sofre com crises convulsivas desde os oito meses de vida e possui uma doença degenerativa e progressiva. Entre as condições que afetam o adolescente estão encefalopatia epiléptica, síndromes, deficiência intelectual, distrofia e escoliose idiopática.

Por causa do quadro de saúde, Davi não anda nem fala e precisa ser alimentado por meio de uma sonda de gastrostomia. O adolescente necessita de cuidados de terceiros durante as 24 horas do dia e faz uso contínuo de medicamentos controlados.

A situação se agravou após um acidente ocorrido em 16 de maio de 2025, na BR-364, quando Davi retornava de uma consulta no Hospital de Amor, em Porto Velho. O adolescente sofreu três fraturas nas pernas e, desde então, permanece acamado.

Além dos cuidados constantes, a família precisa arcar com despesas como fraldas geriátricas, gazes, medicamentos, equipos e a dieta especial utilizada na alimentação por sonda.

Benefício foi cancelado

Segundo Cleide, outro problema surgiu em março deste ano, quando ela descobriu que o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) recebido pelo filho havia sido cancelado. O recurso era fundamental para ajudar nas despesas diárias de Davi.

A mãe também relata que há cerca de dois meses a dieta especial do adolescente deixou de ser disponibilizada pela rede pública. Sem receber o alimento necessário, ela precisou recorrer à compra pela internet para não deixar o filho sem alimentação.

Eu não sei o que fazer, não. De verdade, eu não sei”, desabafa Cleide.

De acordo com a mãe, uma caixa com aproximadamente 12 litros da dieta custa mais de R$ 600, enquanto Davi utiliza cerca de 30 litros por mês, além dos equipos necessários para a alimentação.

“Ele se alimenta através de uma sonda no estômago. Ele não come arroz, feijão, essas coisas. Precisa da dieta”, explica.

Com o benefício suspenso e a falta da dieta na rede pública, Cleide afirma que está tendo dificuldades para manter os cuidados básicos do filho e decidiu pedir ajuda à população.

Eu preciso comprar a dieta dele, porque ele não espera. Ele não come outra coisa. O que puderem ajudar, eu vou agradecer, de coração. Deus abençoe”, pede a mãe.

Como ajudar

Quem puder contribuir com qualquer valor pode realizar uma doação por Pix:

Pix: 92055680234
Nome: Cleide Viana

Para informações ou outras formas de ajudar, o contato da família é:

Telefone: (69) 98432-8450

A família reforça que qualquer contribuição pode fazer a diferença para garantir a alimentação e os cuidados necessários para Davi.

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