Política
Cristiane Lopes fortalece defesa das mães atípicas e amplia ações de inclusão em Rondônia e no Brasil
Às vésperas do Dia das Mães, deputada de Rondônia reforça atuação com projetos de lei, investimentos e ações voltadas às mães de famílias atípicas.
À medida que o Brasil se aproxima do Dia das Mães, a deputada federal Cristiane Lopes reforça uma das pautas que mais têm marcado seu mandato, a defesa das mães atípicas e das famílias de pessoas com deficiência.
Com atuação destacada no Congresso Nacional e investimentos diretos em Rondônia, a parlamentar vem consolidando uma frente de apoio voltada ao acolhimento, inclusão e fortalecimento dessas mulheres que, muitas vezes, enfrentam sozinhas a sobrecarga física, emocional e financeira do cuidado diário.
“Muitas mães atípicas vivem uma rotina silenciosa de renúncia, exaustão e invisibilidade. Nosso papel é transformar essa realidade em políticas públicas, acolhimento e dignidade”, destacou Cristiane Lopes.
Entre as principais iniciativas da deputada está o Projeto de Lei nº 561/2024, que cria a Semana Nacional da Maternidade Atípica, a ser celebrada anualmente na primeira semana de maio. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados e aguarda apreciação no Senado Federal.
O projeto busca ampliar o debate sobre os desafios enfrentados pelas mães de crianças com deficiência, autismo, doenças raras e outras condições neuroatípicas, promovendo campanhas educativas, seminários, ações de conscientização e incentivo à criação de políticas públicas de apoio.
Além da atuação legislativa, Cristiane Lopes também lidera iniciativas práticas em Rondônia. Uma das mais importantes é o projeto “PCD + Mães Atípicas”, realizado em parceria com o Instituto Federal de Rondônia (IFRO), voltado à inclusão social, capacitação profissional, acolhimento psicológico e promoção da saúde de mães atípicas e pessoas com deficiência.
A iniciativa já recebeu investimentos superiores a R$ 5 milhões e vem ampliando seu alcance para diversos municípios de Rondônia, levando ações de saúde, formação profissional, empreendedorismo e suporte emocional às famílias atendidas.
Segundo a parlamentar, cuidar das mães atípicas também significa cuidar de toda a estrutura familiar. “Essas mulheres precisam ser vistas, ouvidas e apoiadas. Não podemos permitir que continuem enfrentando tudo sozinhas”, afirmou.
A atuação da deputada também inclui propostas voltadas ao atendimento psicológico para mães atípicas no SUS, além da defesa de direitos previdenciários e melhores condições para famílias cuidadoras.
Com uma agenda voltada à inclusão e ao cuidado, Cristiane Lopes tem transformado a pauta da maternidade atípica em uma discussão permanente dentro e fora do Congresso Nacional, fortalecendo políticas públicas e ampliando a rede de apoio para milhares de famílias brasileiras.
Às vésperas do Dia das Mães, a atuação da parlamentar reforça um olhar sensível para mulheres que carregam diariamente desafios invisíveis, mas também uma força que inspira todo o país.
Fonte: Assessoria
Política
Vereador Thiago Tezzari cobra definição sobre realização do Flor do Maracujá
O Flor do Maracujá é muito mais do que uma festa. É cultura, tradição, geração de renda e valorização da identidade do nosso povo.
Hoje, durante a sessão da Câmara Municipal, cobrei da SEJUCEL uma posição sobre a realização do evento, que até o momento ainda gera insegurança para mais de 30 grupos folclóricos, entre quadrilhas e bois-bumbás, que aguardam uma definição para planejar suas apresentações e atividades.
Os artistas, brincantes e todos que vivem a cultura popular merecem respeito, planejamento e respostas.
Seguiremos acompanhando essa situação e defendendo a valorização da cultura rondoniense.
Fonte: Assessoria
Política
Ex-vice-prefeito condenado pela morte da esposa deixa a prisão após julgamento
O ex-vice-prefeito de Ibitirama, no Espírito Santo, Célio Martins Morales, foi condenado pelo Tribunal do Júri pela morte da esposa, Vanuza Spala de Almeida, de 41 anos. O caso ocorreu em abril de 2023, quando a mulher foi atingida por um disparo de arma de fogo dentro da residência do casal, localizada na zona rural do município.
Após um julgamento que se estendeu por cerca de 12 horas, os jurados concluíram que não houve intenção de matar e desclassificaram a acusação para homicídio culposo. Com a decisão, Célio recebeu pena de 3 anos e 11 meses de prisão.
Apesar da condenação, o ex-vice-prefeito não permanecerá preso neste momento. Na última sexta-feira (19), a Justiça expediu alvará de soltura, permitindo que ele responda aos próximos atos do processo em liberdade enquanto recorre da sentença.
Durante o julgamento, o Ministério Público do Espírito Santo defendeu a tese de homicídio doloso qualificado por feminicídio, sustentando que o crime foi praticado de forma intencional. No entanto, o entendimento dos jurados foi diferente, prevalecendo a versão de que o disparo ocorreu de maneira acidental.
Em manifestação oficial, o Ministério Público informou que irá recorrer da decisão. O órgão busca a revisão do veredito e pretende que o caso seja reavaliado sob a acusação de homicídio doloso, com o reconhecimento da qualificadora de feminicídio.
A morte de Vanuza gerou grande repercussão na região e o desfecho do julgamento reacendeu debates sobre a responsabilização em casos de violência contra a mulher e a aplicação das leis de proteção às vítimas.
Política
Justiça Eleitoral nega pedido do prefeito de Vilhena para suspender investigação
O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) decidiu manter em andamento a investigação que apura supostas irregularidades relacionadas às eleições municipais de 2024 envolvendo o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro de Miranda Júnior, conhecido como Delegado Flori. A decisão foi tomada após a Corte negar um pedido liminar apresentado pela defesa do gestor.
O habeas corpus foi protocolado com o objetivo de interromper temporariamente o inquérito conduzido pela Coordenação-Geral de Assuntos Internos da Polícia Federal (CGAIN), em Brasília. A defesa sustentava que a apuração deveria ficar sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Federal em Vilhena, alegando suposta inadequação na condução do procedimento fora do município.
Entre os argumentos apresentados, os advogados defenderam a aplicação do princípio conhecido como “delegado natural”, afirmando que a investigação deveria ser conduzida por uma autoridade policial previamente definida pela competência territorial.
Ao analisar o caso, o relator Guilherme Ribeiro Baldan entendeu que não há ilegalidade na condução do inquérito pela corregedoria da Polícia Federal. Segundo o magistrado, o entendimento consolidado pelo Supremo Tribunal Federal estabelece que as garantias constitucionais relacionadas ao juiz natural e ao promotor natural não se estendem às autoridades policiais.
A investigação apura possíveis crimes de falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro e eventual desvio de recursos públicos. Conforme consta no processo, a atuação da corregedoria da PF foi adotada em razão de Flori ser policial federal licenciado para exercer o cargo de prefeito.
Com a decisão, o procedimento investigativo seguirá normalmente em Brasília até que o mérito do habeas corpus seja analisado pelo colegiado do TRE-RO. O relator também determinou o levantamento do sigilo processual, permitindo o acesso público aos fundamentos da decisão.
