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Polícia

Dupla tenta embarcar com 200 kg de cocaína no aeroporto 

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Quatro caixas contendo cerca de 200 kg de cocaína foram apreendidas pela Polícia Civil, na noite dessa quinta-feira (13/8), no pátio de uma empresa aérea no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. Dois homens, entre eles um funcionário da empresa, foram presos.

Policiais da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), da Polícia Civil de Guarulhos, foram ao local para apurar uma denúncia de que traficantes que agem no entorno do Aeroporto Internacional iam enviar um carregamento com destino a região Norte/Nordeste do país, por meio de uma empresa aérea de transporte de carga.

Escondidos, os investigadores flagraram o momento em que um carro chegou em frente ao portão e foi recepcionado por um funcionário, que liberou acesso ao pátio da empresa aérea Azul Cargo Express.

Em nota, a empresa confirma que tomou conhecimento do incidente envolvendo um de seus tripulantes no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

“​A Companhia repudia veementemente qualquer conduta que desrespeite a legislação vigente, bem como os seus rigorosos padrões de Segurança e Código de Ética. Esclarecemos que o caso se trata de uma ação estritamente isolada e individual. ​A Azul Logística já está colaborando ativamente com a Polícia Federal e demais autoridades competentes para a total elucidação dos fatos. Em paralelo, a empresa instaurou um procedimento administrativo interno e o colaborador encontra-se afastado de suas funções”, finaliza a Azul Logística.

Segundo a polícia, os homens deixaram o veículo em um ponto do pátio e retiraram quatro caixas pesadas. Foi então que os policiais entraram no local e, ao verificarem as caixas, encontraram 50 tijolos de cocaína, totalizando cerca de 200 kg da droga.

Exames do Instituto de Criminalística (IC) confirmaram que os tijolos eram de cocaína. O grau de pureza da droga não foi especificado.

Os homens foram presos em flagrante por tráfico e encaminhados à Dise de Guarulhos. O veículo usado no transporte foi apreendido.

A investigação continua para identificar o destino final e a quem pertencia os entorpecentes.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Pastor e psicólogo é denunciado por crimes sexuais contra 8 mulheres

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) denunciou, nessa segunda-feira (28/9), o psicólogo e líder religioso Aluizio Vidal, de 58 anos, investigado por crimes sexuais contra mulheres que frequentavam o espaço religioso onde ele atuava e também eram atendidas por ele em consultas profissionais.

Segundo o órgão, pelo menos oito mulheres procuraram o Núcleo de Atendimento às Vítimas (Navit) para denunciar o investigado. Aluizio está preso preventivamente desde 15 de setembro.

De acordo com o MP, as vítimas que procuraram as autoridades frequentavam a Igreja Presbiteriana Gileade, onde Aluizio era pastor. Outras também eram atendidas por ele em consultas como psicólogo.

Segundo as apurações, o investigado teria se aproveitado da posição de liderança religiosa e da condição de psicólogo para praticar os crimes.

Após o primeiro caso chegar ao conhecimento das autoridades, outras mulheres procuraram a Polícia Civil e o MPRO para relatar situações de abuso. As declarações contribuíram para o avanço das investigações e para a adoção das medidas previstas no processo criminal.

As mulheres foram atendidas pelo Núcleo de Assistência às Vítimas (Navit), do MP-RO. Segundo o órgão, elas receberam acolhimento, foram ouvidas e tiveram acesso a acompanhamento psicológico.

Quem é Aluízio

O pastor também já disputou eleições. Ele foi candidato à Prefeitura de Porto Velho (RO) em 2012, pelo Psol.

Já em 2018, concorreu ao Senado pelo Rede. Antes disso, havia disputado o mesmo cargo nas eleições de 2010 e 2014.

No entanto, ele não foi eleito para nenhum cargo público.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Menina de 2 anos é morta a golpes de martelo pelo irmão enquanto brincava

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Uma menina de 2 anos foi morta a marteladas pelo próprio irmão, na manhã dessa segunda-feira (28/9), na Praia Grande, litoral sul de São Paulo. A Polícia Civil está à procura do autor. O caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).

O crime aconteceu em um pequeno barraco de madeira, em área de invasão, na Vila São Jorge. A garota estava brincando com uma mangueira quando foi golpeada na cabeça pelo irmão.

A vítima chegou a ser encaminhada ao hospital com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O irmão e principal suspeito, identificado como Richard Reine Nogueira Santos Passos, de 21 anos, fugiu e está sendo procurado.

No local do crime, peritos da Polícia Científica localizaram o martelo usado para atacar a criança, além de um par de chinelos que pode ter sido deixado pelo principal suspeito na fuga.

As investigações buscam compreender a dinâmica do assassinato. A polícia quer entender se os irmãos estavam sozinhos e quem estava responsável por cuidar de ambos. Apesar de maior de idade, o autor é considerado incapaz por problemas de saúde mental.

O caso segue sob investigação.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Professor é denunciado por estuprar alunas que tinham entre 7 e 8 anos

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) ofereceu denúncia contra um professor da rede estadual de ensino do município de Cachoeirinha (RS) pela prática de estupro de vulnerável contra ao menos sete alunas. As vítimas tinham entre sete e oito anos na época dos fatos, ocorridos entre 2025 e 2026. O investigado encontra-se preso preventivamente.

Segundo o MP, o docente aproveitava-se de sua posição de autoridade em sala de aula e da confiança depositada pelas crianças para praticar os atos libidinosos durante as atividades de rotina escolar, especialmente nos momentos de atendimento individualizado.

A acusação aponta que o professor exigia que as alunas mantivessem segredo sobre os abusos, utilizando promessas de presentes para silenciá-las. Diante da repetição dos atos e das circunstâncias em que foram praticados, o MPRS denunciou o investigado por estupro de vulnerável agravado e majorado, em continuidade delitiva e em concurso material — modalidade aplicada quando o acusado pratica mais de um crime na mesma época.

Perda de cargo

A denúncia foi assinada e apresentada pela promotora de Justiça Bárbara Bisogno Paz, da Promotoria Criminal de Cachoeirinha. Além da responsabilização criminal, o Ministério Público solicitou à Justiça:

A fixação de valor mínimo para indenização por danos morais a cada uma das sete vítimas identificadas;

A perda do cargo público na rede estadual, em caso de condenação definitiva;

A inclusão do nome do acusado no Cadastro Estadual de Pedófilos;

A coleta de material biológico para inserção do perfil genético no banco de dados oficial.

Investigações seguem

A peça acusatória fundamenta-se nos inquéritos conduzidos pela 1ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha e em provas colhidas em procedimento cautelar de produção antecipada de depoimentos. Embora o processo contabilize até o momento sete vítimas confirmadas, o Ministério Público ressalta que as apurações continuam e novas denúncias podem surgir no decorrer das investigações.

Fonte: Metrópoles

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