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Monitoramento do rio Madeira é reforçado para reduzir impactos da cheia

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Com o rio Madeira ultrapassando a cota dos 15 metros no fim de abril, a Prefeitura de Porto Velho mantém uma operação contínua de acompanhamento hidrológico para monitorar o comportamento das águas e adotar medidas preventivas diante da possibilidade de nova elevação do nível do rio.

O trabalho é coordenado pela Defesa Civil Municipal, que utiliza sistemas nacionais de monitoramento, dados meteorológicos, estações telemétricas e equipes em campo para garantir respostas rápidas em caso de agravamento da cheia.

Para acompanhar a evolução do rio, o município utiliza como base técnica as informações disponibilizadas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico e pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, plataformas que reúnem dados hidrológicos e imagens por satélite capazes de apontar o volume de chuvas nas cabeceiras e estimar os impactos no rio Madeira com antecedência de até cinco dias.

As informações são cruzadas diariamente com as leituras das réguas de medição e das estações telemétricas instaladas em pontos estratégicos da bacia, permitindo que a Defesa Civil tenha uma visão precisa da movimentação das águas desde as regiões rio acima até a chegada em Porto Velho.

Entre os principais pontos de referência utilizados pelo município estão Fortaleza do Abunã, Abunã, Porto Velho, São Carlos e Papagaio, locais que servem como base para captação de dados e acompanhamento do avanço da cheia ao longo do curso do Madeira.

Segundo o superintendente municipal da Defesa Civil, Dr. Marcos Berti, o uso dessas ferramentas permite antecipar cenários e organizar a atuação das equipes com maior eficiência.

“Nosso monitoramento é feito diariamente por meio dos sistemas da ANA e do Censipam, que fornecem dados técnicos e previsões hidrológicas importantes sobre o comportamento das chuvas e da elevação do rio nos próximos dias. Essas informações, somadas às leituras dos nossos pontos de medição, permitem que a Defesa Civil trabalhe com antecedência e mantenha as equipes preparadas para qualquer necessidade”.

Além da análise técnica, agentes da Defesa Civil realizam vistorias permanentes em áreas consideradas sensíveis do município, observando possíveis pontos de transbordamento, processos erosivos, comprometimento de vias de acesso e impactos diretos em residências e propriedades rurais.

O acompanhamento também se estende às comunidades do Baixo Madeira, onde localidades ribeirinhas recebem atenção especial quanto ao risco de isolamento, dificuldades de deslocamento, perdas na produção agrícola e eventual necessidade de assistência humanitária.

Diante do cenário hidrológico, a Prefeitura de Porto Velho decretou situação de emergência preventiva para manter mobilizada toda a estrutura de resposta do município e assegurar rapidez na execução de ações de socorro, logística e apoio social, caso ocorra repiquete nos próximos dias.

Segundo o prefeito Léo Moraes, o monitoramento constante é fundamental para que as decisões sejam tomadas com base em dados e com agilidade.“Estamos acompanhando diariamente cada variação do rio e utilizando todas as informações técnicas disponíveis para agir no momento certo. O objetivo é garantir proteção às famílias e reduzir os impactos nas regiões historicamente afetadas pelo período de cheia”.

A Defesa Civil orienta que moradores de áreas vulneráveis acompanhem os boletins oficiais emitidos pelo município e comuniquem imediatamente qualquer ocorrência de alagamento, erosão ou risco estrutural por meio do telefone 199 ou pelo WhatsApp (69) 98473-2112.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Imóvel abandonado será demolido após laudo da Defesa Civil em Porto Velho

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A Prefeitura de Porto Velho anunciou que irá realizar a demolição de um imóvel abandonado localizado na região central da capital, após conclusão de análise técnica da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil (SMPDC).

A decisão foi tomada com base em um relatório que apontou que a edificação está com mais de 80% da estrutura comprometida, representando risco potencial à segurança de pedestres e trabalhadores que circulam pela área.

O imóvel, de propriedade privada, há anos vinha apresentando sinais de abandono e, segundo relatos, era utilizado de forma irregular, além de contribuir para a degradação do entorno de importantes pontos turísticos da cidade.

A área fica próxima a espaços como o Mercado Municipal de Porto Velho, o Complexo Madeira-Mamoré e as Três Caixas D’Água, região considerada estratégica para o turismo local e o fluxo de visitantes.

Segundo o superintendente da Defesa Civil, Dr. Marcos Berti, as vistorias técnicas identificaram a necessidade de intervenção imediata para evitar possíveis acidentes. “O nosso trabalho é verificar de maneira técnica e responsável as estruturas do município. Nesse caso, foi constatada a necessidade de intervenção para garantir o bem-estar da população”.

O prefeito Léo Moraes destacou que a situação vinha gerando preocupação para quem vive, trabalha ou visita a região central da cidade. Segundo ele, além do risco estrutural, o local também impactava negativamente o visual urbano de uma das áreas mais visitadas da capital.

“A demolição desse imóvel é uma ação necessária para garantir a segurança das pessoas que circulam pela região central e também para proteger um dos nossos principais cartões-postais. Estamos trabalhando para cuidar da cidade, recuperar espaços e oferecer mais segurança e qualidade urbana à população”, afirmou o prefeito. 

Com a decisão já tomada, os trabalhos de demolição e posterior limpeza da área devem ser executados nos próximos dias, segundo a administração municipal

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Exame toxicológico passa a ser exigido na primeira habilitação das categorias A e B

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Para concluir o processo de primeira habilitação nas categorias A e B e receber a Permissão para Dirigir (PPD), os candidatos precisam apresentar resultado negativo em exame toxicológico. A medida foi estabelecida pela Lei nº 15.153, de 2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 

Para atender à determinação legal, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO) realizou adequações em seus sistemas, criando uma etapa específica para verificação do exame antes da emissão da PPD. A iniciativa garante o cumprimento da legislação e a regularidade dos processos de habilitação. 

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha a medida fortalece as ações voltadas à preservação da vida e à formação de condutores mais conscientes. “A aplicação da legislação contribui para a formação de condutores mais responsáveis e reforça o compromisso com a proteção da vida,” pontuou. 

COMO FUNCIONA A NOVA REGRA

O candidato deverá realizar o exame em laboratório credenciado. Após a coleta e análise, o resultado será vinculado automaticamente ao processo de habilitação, permitindo o andamento das demais etapas até a emissão da Permissão para Dirigir.

Segundo o diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha a autarquia adotou as providências necessárias para garantir a aplicação da lei em todo o estado. “Assim que recebemos as orientações técnicas para implementação da medida, nossas equipes iniciaram os ajustes necessários nos sistemas. O objetivo é assegurar que os processos ocorram de forma regular, transparente e em conformidade com a legislação.”

A diretora técnica de habilitação, Aline Lima explicou que o procedimento já está incorporado ao sistema da autarquia. “O Detran-RO já promoveu todas as adequações necessárias. O exame toxicológico passa a ser um requisito obrigatório antes da emissão da Permissão para Dirigir e a verificação do resultado ocorre de forma integrada ao processo de primeira habilitação.”

Além das adequações tecnológicas o Detran-RO também está orientando servidores, centros de formação de condutores e clínicas credenciadas sobre os novos procedimentos. A ação busca ampliar a divulgação da medida e garantir que os candidatos tenham acesso às informações necessárias para cumprir a nova etapa do processo de habilitação.

Fonte: Secom – Governo de Rondônia

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MP cobra contratos de Neymar e Virgínia com bet por suposta prática abusiva

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O MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal) cobrou da empresa Blaze, plataforma de apostas, os contratos do jogador Neymar Jr e da influenciadora Virgínia Fonseca para divulgação da marca.

“V — cópia integral dos contratos de publicidade firmados com os influenciadores Neymar Jr. e Virginia Fonseca, detalhando as diretrizes de marketing fornecidas (especialmente o uso do termo “renda extra”)”, diz a peça assinada pelo promotor Paulo Binicheski obtida pela CNN Brasil.

A determinação é no âmbito do inquérito civil público aberto contra a Blaze— Foggo Entertainment LTDA. O craque da Seleção brasileira e a influenciadora não são investigados neste primeiro momento.

A ação aponta, de forma preliminar, retenção indevida de valores e bloqueios arbitrários de contas; imposição de cláusulas contratuais abusivas e rollover desproporcional; falhas nas políticas de Jogo Responsável; tratamento de dados pessoais de usuários; indícios de prática de publicidade enganosa na estratégia de captação de clientela da plataforma, com a utilização de influenciadores digitais; e adequação aos marcos normativos das apostas de quota fixa e às normas de proteção ao consumidor.

Segundo a denúncia apurada, Virgínia e Neymar Jr são pagos com valores de perdas dos apostadores. E isso é vedado pela regulamentação do Ministério da Fazenda.

O Ministério Público detalha em seis páginas que a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda estabeleceu o Gross Gaming Revenue (GGR) como base de cálculo das receitas do setor e que levantamentos apontam um GGR estimado de R$ 600 milhões para a plataforma investigada no ano de 2025, fundamentando a estipulação do dano moral coletivo no valor de R$ 120 milhões.

O MP também determinou envio de descrição detalhada dos procedimentos de abertura, manutenção, bloqueio e encerramento de contas de usuários, incluindo critérios objetivos utilizados, fluxos internos de análise e mecanismos de comunicação ao consumidor.

A reportagem procurou a empresa Blaze, veja nota abaixo. A CNN Brasil procurou a defesa de Neymar e Virgínia e aguardar retorno.

“A Foggo Entertainment Ltda, detentora da marca e Operação Blaze no Brasil, esclarece que, até o presente momento, não foi formalmente intimada a respeito do referido procedimento do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT). A Foggo se mantém comprometida com a transparência e conformidade com a legislação e as regulamentações em vigor no país. Nossas operações e parcerias são sempre pautadas pelas melhores práticas de mercado, com foco absoluto na segurança de nossos usuários, seguindo princípios legais e normas aplicáveis, assim como com base nas diretrizes de Jogo Responsável. Assim que formalmente notificada, a Foggo prestará todos os esclarecimentos necessários às autoridades competentes e a quem mais se fizer necessário.”

Fonte: CNN Brasil

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