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Polícia

Polícia Militar prende suspeitos e cumpre mandados em Porto Velho

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A Polícia Militar de Rondônia (PMRO) realizou uma série de prisões e apreensões entre os dias 3 e 5 de abril, em diferentes bairros de Porto Velho, com foco no combate a crimes patrimoniais e no cumprimento de mandados judiciais. As intervenções resultaram na recuperação de veículos, interrupção de furtos e captura de foragidos da Justiça. As ações integram o cronograma de policiamento ostensivo e a “Operação Força Total”, que visa reforçar a segurança em pontos estratégicos da capital.

No bairro Costa e Silva, um homem foi preso em flagrante por furto de energia elétrica após inspeção técnica da concessionária Energisa em sua residência. A perícia criminal confirmou a existência de desvios nos condutores de entrada, conhecidos como “gatos”, que evitavam a medição do consumo. No mesmo período, no bairro Nova Porto Velho, um homem foi detido pela guarnição do 5º Batalhão após ser abordado por um policial civil à paisana enquanto empurrava uma motocicleta com a ignição arrombada. O veículo foi recuperado e o suspeito, que apresentava sinais de embriaguez, foi conduzido à Central de Flagrantes.

Ainda na zona urbana, a corporação efetuou prisões relacionadas a crimes de furto em estabelecimentos comerciais. Em uma ocorrência na avenida Rio de Janeiro, um homem foi detido após subtrair produtos de um supermercado, alegando que trocaria os itens por entorpecentes. Em outra ação semelhante, na rua Mestre Gabriel, os policiais prenderam um suspeito que invadiu uma residência e, após fugir pelos telhados da vizinhança, foi localizado escondido no banheiro externo de um imóvel. Um relógio furtado foi subtraído durante a tentativa de evasão.

No âmbito das ordens judiciais, a PMRO cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão. Na rua Caparari, uma mulher monitorada por tornozeleira eletrônica foi presa após denúncias anônimas informarem que o equipamento estava desligado; contra ela, havia um mandado por roubo com pena superior a cinco anos. Já na região do Porto do Cai N’Água, a equipe da Força Tática localizou um adolescente com ordem de busca e apreensão em aberto. Ambas as ocorrências foram finalizadas com o encaminhamento dos envolvidos ao sistema prisional e ao Departamento de Flagrantes.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia

Suspeito aponta arma para policiais e foge para mata durante operação

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Uma ação da Polícia Militar terminou com a apreensão de drogas, uma balança de precisão e mais de 150 gramas de maconha em Ji-Paraná, no início desta semana. Durante a ocorrência, um suspeito conhecido pelo apelido de “Saulinho” teria apontado uma arma contra os policiais e fugido para uma área de mata.

Segundo informações preliminares, a operação teve início após uma ocorrência registrada na noite anterior, quando dois suspeitos foram detidos por envolvimento com a comercialização de entorpecentes na região da Rua Tenente Brasil, às margens do Rio Machado, no Primeiro Distrito.

Na ocasião, um dos envolvidos estava com oito porções de drogas, que, conforme os relatos obtidos pelos policiais, teriam sido fornecidas por um homem conhecido como “Saulinho”.

As diligências prosseguiram e os militares chegaram a um imóvel indicado durante a investigação. No local, foram encontradas cerca de 30 porções de diferentes tipos de entorpecentes, incluindo maconha, pasta base e cocaína, além de uma balança utilizada para pesagem.

Os policiais também receberam informações sobre o possível paradeiro de “Saulinho”. Quando a equipe se aproximou do endereço, o suspeito teria reagido e apontado uma arma na direção dos agentes.

Diante da ameaça, os policiais reagiram, e o homem conseguiu fugir do imóvel, entrando em uma região de mata fechada. Durante a fuga, ele teria abandonado uma sacola contendo mais de 150 gramas de maconha.

Três adolescentes foram encaminhados pelas equipes policiais e entregues à autoridade competente para a adoção das medidas previstas na legislação.

As buscas pelo suspeito e a investigação sobre a origem dos entorpecentes e da arma continuam.

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Polícia

Mala com R$ 510 mil apreendida em aeroporto pertence à filiada ao PSD

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A quantia de R$ 510 mil apreendida pela PF (Polícia Federal) em uma mala no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, na terça-feira (25) pertence à advogada Valéria Rodrigues Linhares, ex-candidata a deputada distrital pelo PSD no Distrito Federal.

Ela teve 1.904 votos na eleição de 2018 e não foi eleita. A passageira continua filiada ao partido comandado por Gilberto Kassab, candidato a vice-presidente na chapa de Ronaldo Caiado (PSD).

A quantia foi localizada quando Valéria passava pelo raio-x do local. De acordo com informações da PF, ela afirmou ter R$ 400 mil na mala, mas, ao abrir e checar, os agentes contaram R$ 510 mil. O dinheiro não declarado foi apreendido.

Ao ser abordada e a mala fiscalizada, a mulher disse ter comprovação do dinheiro em espécie na sua declaração de Imposto de Renda e que apresentará comprovantes em 48 horas.

Como não houve a comprovação imediata, a PF apreendeu os malotes e colheu depoimentos dos envolvidos.

Segundo investigadores ouvidos pela CNN, caso ela não apresente comprovação, o processo correrá na Justiça onde as medidas punitivas, além do possível perdimento do dinheiro, serão tomadas.

A defesa da passageira disse à CNN que não há ilegalidade e que o valor está todo declarado. A devolução do dinheiro deve ser solicitada nesta quarta-feira (26).

“Esclareça-se que a advogada V.L. tem a origem lícita e comprovação dos valores recebidos de cliente e, por esta razão, nesta data será requerida a devolução de todos os valores. Acresça-se que os valores foram recebidos por atividade jurídica típica de advocacia, respaldada em Lei”, destacou o advogado Daniel Bialski.

A direção nacional do PSD afirmou desconhecer o caso. A direção do PSD no Distrito Federal, consultada sobre a pessoa citada pela reportagem, esclareceu que ela não tem participação nas atividades partidárias.

Uma investigação sobre eventual evasão de divisas e lavagem de dinheiro também pode ser aberta, de acordo com a PF.

Fonte: CNN Brasil

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Mãe é condenada a 40 anos por matar filha para esconder estupro do padrasto

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Emileide Magalhães, 30, foi condenada a 39 anos, 8 meses e 4 dias de prisão em regime fechado pela morte da própria filha, de 10 anos, em Brasilândia, no Mato Grosso do Sul. O crime aconteceu em março de 2020, depois que a menina teria denunciado que sofria abuso do padrasto. Segundo as investigações, a mãe matou a criança e a enterrou de cabeça para baixo em uma estrada, com a ajuda do filho de 13 anos.

A mãe inicialmente afirmou que havia deixado a filha em uma praça com o irmão e que a menina havia desaparecido, mas depois procurou a polícia e confessou o assassinato. A mulher levou os policiais até um buraco próximo ao lixão do município, onde o corpo da menina foi encontrado enterrado de cabeça para baixo

A condenação ocorreu durante júri realizado em Três Lagoas (MS). Emileide respondeu por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, falsa comunicação de crime e corrupção de menores, esta última relacionada à participação do filho adolescente no crime.

De acordo com as investigações, a menina vinha relatando os abusos cometidos pelo padrasto, André Luiz Ferreira Piauí. O homem está preso por estupro de vulnerável.

Fonte: D24am

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