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Estudante de medicina rondoniense morre no Acre e família denuncia possível negligência em hospital

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O que começou como uma forte dor de cabeça terminou em uma morte cercada de dúvidas, revolta e suspeitas de negligência médica no interior do Acre. O estudante de medicina Jefferson Alves Pinto, de 23 anos, morreu na quinta-feira (26), após procurar atendimento duas vezes no Hospital do Alto Acre, em Brasiléia.

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Natural de Rondônia, Jefferson morava na região de fronteira para cursar medicina em uma faculdade particular na Bolívia. A morte precoce do jovem gerou grande comoção entre familiares, amigos e colegas.

Segundo informações apuradas, os primeiros sintomas surgiram ainda na manhã de quarta-feira (25), quando ele passou a sentir fortes dores de cabeça. Mesmo com o desconforto, ele ainda foi à faculdade. Ao retornar para casa, tomou medicação e tentou descansar, mas não apresentou melhora.

À noite, por volta das 20h, decidiu procurar atendimento médico acompanhado do namorado, Júnior Cavalcante. De acordo com ele, houve demora no atendimento inicial.

“Demorou mais ou menos uma hora para ele ser atendido. Colocaram dipirona com outra medicação na veia e liberaram ele”, relatou.

Após ser medicado, Jefferson voltou para casa para descansar, enquanto o namorado foi embora.

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Quadro piora e estudante retorna sozinho ao hospital
Já durante a madrugada de quinta-feira (26), por volta de meia-noite, o quadro de saúde se agravou. Jefferson tentou entrar em contato com o namorado, pedindo ajuda para retornar ao hospital, mas não obteve resposta.

Sem apoio, ele foi sozinho para a unidade de saúde.

Segundo Júnior, o segundo atendimento também foi marcado por demora e falta de informações.

“Eu não sei o que colocaram no soro, porque não quiseram mostrar o prontuário. Não disseram quem era o médico, nem explicaram o que estava sendo feito”, afirmou.

Convulsões e agravamento sem atendimento imediato
Uma testemunha que estava no local relatou que o estudante apresentava sinais claros de piora, sem que houvesse intervenção médica imediata.

Pouco tempo depois, Jefferson começou a convulsionar.

“Chamavam o médico e ele não vinha. Ele começou a convulsionar, parecia estar delirando. Caiu do local onde estava tomando soro e ficou no chão”, contou o namorado.

Após o agravamento, o jovem foi levado à sala de emergência, onde equipes tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu.

Família denuncia negligência e falta de informações
A família registrou boletim de ocorrência e cobra explicações sobre o atendimento prestado. A tia do estudante, Liliaine Alves, afirma que houve falhas graves.

“Ninguém quis explicar o que aconteceu. Pedi o prontuário e não entregaram. A gente acredita que houve negligência em vários aspectos”, disse.

Diante das suspeitas, foi solicitada a realização de autópsia, feita em Rio Branco, para esclarecer a causa da morte.

Polícia investiga o caso
A Polícia Civil do Acre instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do óbito. O delegado Erick Maciel informou que exames e documentos já foram requisitados.

“Encaminhamos o corpo para exames detalhados e solicitamos o prontuário médico para verificar se houve ou não negligência”, afirmou.

Secretaria de Saúde se manifesta
Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) informou que o caso está sendo apurado com rigor.

Segundo o órgão, Jefferson deu entrada na unidade na noite do dia 25 com queixa de dor de cabeça, foi atendido e medicado. Ele retornou na madrugada com novos sintomas, sendo novamente assistido, medicado e mantido em observação, com solicitação de exames.

Ainda conforme a secretaria, na manhã seguinte, ao ser chamado para realizar exames, o estudante foi encontrado inconsciente. Ele foi levado à emergência, onde o óbito foi constatado.

A Sesacre destacou que a causa da morte ainda não foi definida e será esclarecida após investigação clínica.

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Duas pessoas morrem após caminhonetes colidirem na BR-364

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Duas pessoas morreram após uma colisão envolvendo duas caminhonetes na noite de sexta-feira (2), na BR-364, em Alto Paraíso, Rondônia. As vítimas foram identificadas como Nilson Xavier Rosa e Andressa Silva.

Nilson chegou a ser socorrido e levado para atendimento médico, mas morreu durante o deslocamento. Andressa também recebeu socorro ainda com vida, porém não resistiu aos ferimentos após dar entrada no hospital.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que uma das hipóteses para o acidente é que uma ultrapassagem indevida tenha provocado a colisão. A ocorrência foi registrada como homicídio culposo na direção de veículo automotor, modalidade em que não há intenção de causar a morte.

As duas caminhonetes transportavam, ao todo, oito pessoas, incluindo uma criança. Todos os ocupantes ficaram feridos. Algumas vítimas precisaram ser retiradas das ferragens por equipes do Corpo de Bombeiros.

De acordo com o Samu, a violência da batida fez com que partes dos próprios veículos atingissem alguns passageiros, causando perfurações. As circunstâncias do acidente serão apuradas pelas autoridades.

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Homem é suspeito de matar companheira e levar corpo em carrinho de mão

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Um homem foi preso em flagrante suspeito de matar a companheira, Aulecir Santana de Lima, e transportar o corpo dela em um carrinho de mão até um lote baldio, em Minaçu, no norte de Goiás.

O caso começou a ser investigado após uma testemunha relatar ter ouvido gritos de socorro e barulhos de uma possível agressão nas proximidades da residência onde o casal morava.

Durante as buscas, policiais tiveram acesso a imagens de câmeras de segurança que mostram um homem empurrando um carrinho de mão com um objeto semelhante a um corpo. As gravações auxiliaram na identificação do companheiro da vítima.

Marcas de sangue na residência

Equipes do 3º Batalhão da Polícia Militar, com apoio da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), foram até a casa do casal. O suspeito foi localizado em um dos quartos.

No imóvel, os policiais encontraram marcas de sangue em diferentes cômodos, tufos de cabelo, roupas manchadas de sangue e fragmentos de vidro. Segundo a Polícia Militar, o homem também apresentava lesões e escoriações pelo corpo e vestia roupas semelhantes às registradas nas imagens de segurança.

Corpo foi encontrado perto de ponto de ônibus

O corpo de Aulecir foi localizado nos fundos de um ponto de ônibus, nas proximidades da entrada de Minaçu. A área foi isolada para a realização da perícia.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte. Os exames periciais devem ajudar a esclarecer a causa e a dinâmica do crime.

O suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais. A investigação busca esclarecer a motivação do caso e reunir elementos para reconstruir os acontecimentos.

Fonte: Metrópoles

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Mulher confessa ter matado marido dentro de caminhonete em Rondônia

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Uma mulher identificada como Priscila de Jesus confessou à Polícia Civil ter matado o marido, o fazendeiro Vanderlei Poyer de Oliveira, de 42 anos, em Mirante da Serra, Rondônia. Ela se apresentou às autoridades na quarta-feira (30) e relatou que o crime aconteceu durante uma discussão dentro de uma caminhonete.

Segundo o depoimento, Priscila afirmou ter usado uma faca para se defender de agressões. As duas filhas do casal estavam no veículo no momento do ocorrido.

Vanderlei foi encontrado morto na noite de domingo (27), em uma estrada da região. A caminhonete estava nas proximidades, com as portas traseiras abertas. Durante a perícia, foram identificados vestígios de sangue no interior do veículo e uma bolsa contendo documentos da mulher.

Após a confissão, a Justiça determinou a prisão preventiva de Priscila. A ordem, porém, não foi cumprida neste momento em razão da restrição prevista na legislação eleitoral.

De acordo com o Código Eleitoral, eleitores não podem ser presos ou detidos desde cinco dias antes da eleição até 48 horas após o encerramento da votação, exceto em situações específicas, como flagrante delito, condenação por crime inafiançável ou descumprimento de salvo-conduto. Nas Eleições 2026, o período vai de 29 de setembro a 6 de outubro.

A restrição é temporária e não impede o prosseguimento da investigação nem a adoção das medidas judiciais cabíveis após o fim do período previsto na legislação.

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