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Saiba como acessar o extrato do Imposto de Renda no aplicativo Meu INSS

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Os beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que precisam apresentar a Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física à Receita Federal podem obter o informe de rendimentos de forma rápida pelo Meu INSS. O documento apresenta os valores pagos pela autarquia ao longo do ano e é indispensável para o preenchimento da declaração.

Entretanto, algumas situações exigem procedimentos diferenciados. Confira: 

No caso de dependentes e herdeiros, o procedimento para obter o extrato do segurado falecido é mais rigoroso por uma questão de proteção dos dados. Caso haja obrigatoriedade de declaração, o representante legal deve agendar, por meio da Central 135, um atendimento presencial, através do serviço “Atendimento Específico”. No dia marcado, é necessário comparecer à agência do INSS portando a certidão de óbito e os documentos que comprovem o vínculo (como o termo de inventariante ou procuração).

Em outros casos, com inconsistências que impeçam a emissão do documento, como, por exemplo, divergências nos dados cadastrais do titular ou do CPF em batimento com o NIT, Número de Identificação do Trabalhador, o beneficiário deve solicitar o serviço “Atualizar Dados do Imposto de Renda” pelo Meu INSS ou pelo telefone 135. Um servidor analisará o requerimento para realizar as correções necessárias no sistema. Esse serviço também vale para os casos em que o extrato for emitido com dados incorretos.

Passo a Passo para Acesso 

De modo geral, não é necessário comparecer a uma agência, pois o documento pode ser baixado diretamente pela internet:

• Acesse o Meu INSS (site ou aplicativo) e faça o login com CPF e senha gov.br .
• No campo “Do que você precisa?”, digite “Imposto de Renda”.
• Selecione o serviço “Extrato de Imposto de Renda”.
• Selecione o ano-calendário (para a declaração de 2026, selecione 2025).
• Clique sobre os dados do benefício e, ao final da página, escolha a opção de baixar o arquivo em PDF.

O informe de rendimentos também pode ser obtido diretamente nas instituições bancárias onde o segurado recebe o benefício.

Fique atento ao prazo

Em 2026, o prazo para a entrega da declaração ao fisco vai de 23 de março a 29 de maio. Em caso de dúvidas, a Central 135 funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h. O segurado também pode utilizar a assistente virtual Helô, disponível no portal Meu INSS.

Fonte: Governo Federal

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Nubank passa a cobrar por proteção que era oferecida gratuitamente

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Clientes do cartão Ultravioleta, modalidade premium do Nubank, passaram a ter uma nova opção de proteção contra fraudes e roubos. O serviço, chamado Ultravioleta Protegido, custa R$ 19,99 por mês, o que representa R$ 239,88 ao ano.

A mudança ocorre após o fim de uma proteção que era disponibilizada sem cobrança adicional aos clientes da categoria. O seguro para compras não reconhecidas deixou de ser gratuito e foi substituído pelo novo pacote, que oferece coberturas mais amplas.

Entre as situações previstas estão golpes digitais, roubo de pertences pessoais e problemas relacionados a transações. De acordo com as condições do produto, a indenização pode chegar a R$ 30 mil em casos de golpes digitais e a R$ 7,5 mil para roubo de itens pessoais.

A alteração faz parte de uma reformulação dos benefícios oferecidos aos clientes Ultravioleta. Em 2026, o Nubank também modificou as condições de acesso à HBO Max para usuários da categoria.

Contratação é opcional

O Ultravioleta Protegido não é obrigatório. Os clientes que optarem por não contratar o serviço não terão a mensalidade de R$ 19,99, mas também não contarão com as coberturas oferecidas pelo novo pacote.

A mudança gerou manifestações de clientes nas redes sociais, principalmente pela substituição de uma proteção que era gratuita por uma alternativa com cobrança mensal. Para quem mantiver o seguro durante um ano inteiro, o custo será de R$ 239,88.

Fonte: DOL

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Conta de luz volta à bandeira verde em outubro e fica sem cobrança extra

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A conta de energia elétrica terá uma redução no custo adicional a partir de outubro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que a bandeira tarifária voltará a ser verde, o que significa que não haverá cobrança extra sobre o consumo.

A mudança ocorre após cinco meses de bandeira amarela, que acrescentava R$ 1,885 a cada 100 kWh utilizados. Segundo a Aneel, a melhora está relacionada ao aumento das chuvas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Com melhores condições de armazenamento de água, a necessidade de utilizar usinas termelétricas, que possuem custos de geração mais elevados, tende a diminuir.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 para sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). As cores definidas para cada mês indicam se haverá ou não cobrança adicional na fatura.

Na bandeira verde, não há valor adicional. Já a bandeira amarela representa uma cobrança extra de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos. No caso da bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 4,46 por 100 kWh no Patamar 1 e de R$ 7,87 no Patamar 2.

A definição da bandeira considera a previsão dos custos variáveis para a geração de energia elétrica durante cada período.

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Após onda de calor, Brasil deve ter 10 dias de chuva

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A chuva voltará a se espalhar por diversas áreas do Brasil nos próximos dez dias, chegando após uma onda de calor excessivo que atinge vários estados. Na Região Sul, a instabilidade tem início já neste fim de semana, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 200 mm entre domingo e terça-feira. 

No Norte do país, o cenário atual corresponde ao verão amazônico, marcado pelo período de pouca chuva, o oposto do inverno amazônico, que ocorre entre dezembro e meados de maio e responde por 60% a 70% do volume anual. Apesar disso, haverá tempo atípico para a estação nos próximos dez dias, com pancadas de chuva na maior parte do território, atingindo até áreas normalmente muito secas nessa época, como Tocantins, e com maiores acumulados previstos para o Amazonas. 

No Centro-Oeste, a estiagem terminará com pancadas de chuva isoladas, porém intensas, como em Brasília, concentradas no último dia de setembro e ao longo da primeira semana de outubro. No Sudeste, o pico de chuva ocorre no mesmo período, com foco em São Paulo, Rio de Janeiro e leste de Minas Gerais. Já no Nordeste, as chuvas permanecem fracas e restritas ao litoral e ao oeste baiano.

Fonte: Ultimo segundo

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