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Polícia

Casal foge após deixar bebê morto em hospital

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Uma mulher, de 30 anos, e o companheiro dela, de 38, foram presos pela Polícia Militar (PM) acusados de envolvimento na morte de um bebê, de 11 meses – filho da suspeita –, na segunda-feira (9/3), em Praia Grande, litoral sul de São Paulo.

O caso foi denunciado por médicos do pronto-socorro da cidade. O casal levou o bebê já morto à unidade, mas não explicou como a criança ficou lesionada. Funcionários constataram sinais de agressão, como hematomas no rosto, afundamento no crânio e sangramento pela boca, o que caracterizava uma morte suspeita.

Policiais foram avisados pelos profissionais de saúde e seguiram para o pronto-socorro. A mãe da criança, identificada como Thais Daniel Costa, e Marcelo Pereira De Oliveira, fugiram do hospital, mas foram encontrados em uma casa na Rua Jorge Tavares Quintas.

No local, a mulher disse aos policiais ter dado medicamento de uso controlado para o filho e afirmou que também ingeriu o remédio. Ela negou se recordar de ter agredido o próprio filho. Também argumentou ter dado o remédio para “o bebê dormir”, mas a criança começou a passar mal e, ao ser colocada no carrinho, teria batido a cabeça. Thais, então, resolveu levar o filho ao médico, “mas era tarde demais”.

O bebê Daniel Henrique Costa Ferreira, que tinha hidrocefalia e desvio na coluna, de acordo com relato da mãe, completaria 1 ano nesta terça-feira (10/3).

Segundo a Polícia Civil, Thais e Marcelo estão juntos há três meses. O menino morto não é filho do homem.

Fontes ligadas ao caso relataram que Thais é mãe de outros três filhos, que moram com o pai no interior de São Paulo. A cidade não foi especificada.

Peritos confirmaram denúncias do hospital indicando crime violento contra a criança. O casal foi preso em flagrante por suspeita de homicídio qualificado.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Polícia investiga morte de bebê e família denuncia falta de insumos em Hospital

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A Polícia Civil de Rondônia investiga as circunstâncias da morte da pequena Stefany Dandara, uma bebê prematura que faleceu na última terça-feira (21) após passar 47 dias internada em Hospital na capital. Nascida com sete meses de gestação no dia 4 de março, a criança sofria de uma inflamação aguda. No entanto, os pais denunciam que a unidade hospitalar enfrentava uma grave escassez de materiais essenciais, o que teria comprometido a recuperação da recém-nascida.

De acordo com Crislaine Vitória, mãe da bebê, a falta de insumos afetava desde itens de higiene até equipamentos de precisão. Ela relata que a ausência de uma sonda gástrica de numeração adequada fez com que o leite fosse administrado de forma inadequada, resultando em vômitos que atingiram o pulmão da criança. A família afirma que precisou desembolsar recursos próprios para adquirir curativos específicos e outros materiais básicos, como gaze e lenços, para tentar evitar infecções hospitalares.

A Defensoria Pública de Rondônia (DPE-RO) acompanha o caso e já iniciou um procedimento preliminar para apurar as responsabilidades. O defensor Sérgio Muniz informou que ofícios foram encaminhados à direção do hospital e à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) requisitando informações detalhadas sobre o prontuário e a disponibilidade de estoque no período. A família busca entender se a nova infecção adquirida pela bebê no ambiente hospitalar possui relação direta com a precariedade relatada.

Em nota oficial, a Sesau lamentou o falecimento e informou que a paciente apresentava um quadro clínico extremamente grave desde a internação. Segundo a pasta, foram utilizados todos os recursos disponíveis, incluindo suporte avançado de vida e antibióticos de amplo espectro. O Estado sustenta que o óbito foi decorrente de uma falência múltipla de órgãos, condição com alta taxa de mortalidade em prematuros, e defende que todas as condutas médicas foram adotadas de forma técnica e ética.

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Polícia

Homem cai em golpe do nudes, manda mais de R$ 1.400 para golpista e aciona a PM

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Após enviar fotos íntimas a um perfil falso, um homem passou a ser ameaçado e realizou diversas transferências para evitar a divulgação das imagens, em um caso de extorsão registrado por volta das 15 horas desta sexta-feira (24), no distrito de Calama, em Porto Velho.

Segundo relato da vítima, o contato começou após aceitar uma solicitação de amizade no Facebook de uma pessoa que se apresentava como “Mariana Rodapés”. Depois de iniciar a conversa, o perfil pediu o número de WhatsApp, onde a comunicação continuou.

Durante o diálogo, a pessoa do outro lado da conversa afirmou ter 19 anos e passou a solicitar fotos íntimas. Acreditando na informação, o homem enviou as imagens. Em seguida, a situação mudou quando passou a afirmar que teria 15 anos e iniciou ameaças de divulgação do material caso não recebesse dinheiro.

Assustado, o homem fez uma primeira transferência via PIX no valor de R$ 20,00.

A situação se agravou quando outro contato, que se identificou como “Gustavo” e disse ser irmão da suposta adolescente, passou a exigir dinheiro, alegando que um notebook teria sido danificado.

Sob pressão, a vítima realizou várias transferências somando mais de R$ 1.400. Mesmo após os pagamentos, as ameaças continuaram. Em contato mais recente, foi exigido o valor de R$ 1.000.

Diante do medo de ter as imagens divulgadas, o homem procurou a Polícia e registrou a ocorrência. Ele foi orientado a preservar mensagens e comprovantes de transferência, que poderão auxiliar nas investigações.

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Polícia

Universidade demite dois servidores por assédio sexual 

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A Universidade Federal do Ceará (UFC) demitiu uma professora e um técnico-administrativo após a comprovação de casos de assédio sexual no ambiente acadêmico. As decisões foram tomadas após processos administrativos disciplinares conduzidos pela instituição.

No caso do técnico-administrativo, a vítima foi uma estudante. A denúncia foi registrada por meio da plataforma Fala.BR, plataforma de ouvidoria do Governo Federal, e relatava condutas ao longo de 2024, como investidas não correspondidas, conversas de teor sexual indesejadas, insistência em convites, envio de presentes e perseguição em redes sociais. Após investigação, o servidor foi afastado e, ao final do processo, demitido.

Já no caso da docente, as apurações reuniram 10 denúncias envolvendo alunos e professores. Entre as condutas identificadas estão exposição de estudantes a situações constrangedoras, comunicação desrespeitosa e comentários e simulações de teor sexual em sala de aula. Cinco vítimas foram ouvidas formalmente, e o processo levou cerca de dois anos até a conclusão.

Segundo a universidade, os processos garantiram direito de defesa aos investigados e foram analisados por instâncias internas antes da decisão final.

Além dos dois casos concluídos, a instituição informou que outros 17 casos de assédio seguem sob investigação.

Fonte: Metrópoles

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