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Jovem com o rosto mais peludo do mundo vira influencer e revela as dificuldades do dia a dia

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Com mais de 95% do rosto coberto, Lalit Patidar é reconhecido pelo Guinness Book como o recordista mundial de rosto mais peludo. Sua condição rara, chamada hipertricose ou “síndrome do lobisomem”, causa o crescimento anormal de pelos em seu rosto.

O indiano de 19 anos virou influencer após se tornar celebridade na web, o que ele chama de “emprego dos sonhos”. “Para mim, ser diferente faz parte da minha identidade. Isso me torna único. Mesmo em uma multidão de milhares ou milhões de pessoas, eu me destaco”, contou ao “Sun” Lalit, que teve que superar muitos episódios de bullying desde a infância.

Desde a Idade Média, apenas 50 pessoas foram diagnosticadas com hipertricose, o que torna Lalit uma das pessoas com aparência mais rara do mundo.

“Eu vejo isso como algo que me torna especial e se tornou parte de quem eu sou”, declarou o morador de Madhya Pradesh (Índia), que tem 268 mil seguidores no Instagram e 106 mil inscritos no seu canal no YouTube. Nas redes sociais, Lalit conta detalhes do seu dia a dia.

Para os padrões locais, a vida de influencer rende ao jovem uma “vida de luxo” e até convites para viagens ao exterior.

O indiano corta o cabelo regularmente para lidar com o crescimento constante dos fios, mas como o cabelo é tão grosso no rosto quanto na cabeça, ele precisa usar tesoura em vez de lâmina. Atrás das orelhas, o queixo e a região ao redor do nariz são os locais onde o cabelo tende a crescer mais rapidamente. Seu pescoço, suas costas e suas pernas também apresentam crescimento de pelos em ritmo acelerado.

No ano passado, Lalit foi reconhecido como recordista mundial. “Foi a primeira vez que me sentei em um avião e senti que meu sonho de viajar pelo mundo estava começando a se tornar realidade. Foi um momento muito especial para mim e não consigo descrever completamente em palavras o que senti”, recordou.

Mas o excesso de pelos também tem muitas desvatagens, com as quais Lalit vai tentando lidar da melhor forma possível. “Às vezes, o cabelo pode dificultar coisas simples. Por exemplo, pode afetar a alimentação, a visão e até mesmo a audição em alguns momentos. São pequenos desafios do dia a dia, mas aprendi a lidar com eles”, explicou o indiano.

Apesar de a síndrome o levar à fama, Lalit não descarta ser submetido a algum procedimento: “Às vezes, gostaria de fazer uma cirurgia para remover o excesso de cabelo, porque quero ser amigo de todos”, comentou ele, relembrando os tempos de escola quando outras crianças jogavam pedras nele por ser “diferente” delas.

Fonte: Extra Globo

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Prefeitura de Porto Velho conclui entrega de kits escolares em todas as escolas da rede municipal

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), concluiu a entrega de kits pedagógicos para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de apoio para professores em todas as escolas da rede municipal, tanto na zona urbana quanto rural. A ação reforça o compromisso da gestão com a educação inclusiva, a valorização dos profissionais e a melhoria do ensino. As unidades que registraram aumento no número de alunos receberão, na próxima semana, kits complementares para atender à nova demanda.

Ao todo, foram contempladas 84 escolas da zona urbana e 55 da zona rural, garantindo que 100% das unidades de ensino municipais recebessem os materiais. A ação foi realizada com apoio logístico dos Correios nas áreas urbanas, enquanto equipes da Semed atenderam diretamente as escolas da zona rural.

A medida assegura que mais de 43 mil alunos e 2.984 professores tenham acesso aos recursos pedagógicos, fortalecendo o processo de ensino-aprendizagem em toda a rede. “Nosso objetivo foi garantir que todas as escolas fossem atendidas, sem exceção. Já estamos organizando a entrega de kits complementares para unidades que tiveram aumento no número de alunos”, destacou o secretário da Semed, Giordani Lima.

A Secretaria também informou que equipes retornarão às escolas que atualizaram seus dados recentemente, assegurando que nenhum estudante ou profissional fique sem o material necessário.

Os kits destinados aos alunos com TEA incluem materiais adaptados que contribuem para o desenvolvimento cognitivo, sensorial e da comunicação, promovendo um ambiente mais acessível e acolhedor. Já os kits dos professores oferecem recursos pedagógicos que auxiliam na prática em sala de aula e no atendimento às diferentes necessidades dos estudantes.

Para o secretário Giordani Lima, o investimento reforça o compromisso com a inclusão.

“Garantir que todas as escolas recebam esses kits significa oferecer mais equidade e respeito às individualidades dos nossos alunos. Estamos trabalhando para uma educação cada vez mais acessível e de qualidade.”

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, também destacou a importância da ação. “Chegar a todas as escolas é uma demonstração clara da nossa prioridade com a educação.

Estamos investindo no presente e no futuro da nossa cidade, cuidando dos alunos e valorizando os professores.”

A iniciativa integra um conjunto de políticas públicas voltadas à inclusão, à formação continuada dos educadores e ao fortalecimento da rede municipal de ensino.

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Casa do Patrão: novo reality da Record terá participante de Rondônia

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A Casa do Patrão chega como a nova aposta da Record para conquistar o público com um formato diferente e dinâmico. O reality estreia nesta segunda-feira, dia 27, às 22h30, reunindo 18 participantes em uma competição que promete estratégia, convivência intensa e muitas reviravoltas.

Entre os nomes confirmados, um destaque especial para Rondônia. A participante Luiza Parlote, que cresceu em Ouro Preto do Oeste, representa o estado no programa e já chama atenção pela trajetória de vida simples e batalhadora. Natural do Espírito Santo, ela se mudou ainda criança para Rondônia, onde construiu sua história. Hoje, atua como revendedora de cosméticos e bijuterias, além de fazer trabalhos como secretária e vendedora.

Com estreia marcada para o dia 27 de abril, às 22h30, a Casa do Patrão chega com a promessa de inovar no gênero e conquistar audiência com uma proposta ousada, misturando estratégia, convivência e competição em um cenário de alta pressão.

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Ônibus quebra durante viagem e mecânico cobra R$ 10 mil para consertar alternador

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O que seria apenas mais uma viagem interestadual terminou em transtorno para motorista e passageiros após um ônibus fretado apresentar falha mecânica durante o trajeto entre as cidades de Cascavel e Campo Grande. O veículo precisou interromper a viagem no meio da estrada, deixando todos sem previsão imediata de continuidade.

De acordo com informações repassadas pelo motorista, o ônibus havia passado recentemente por manutenção preventiva antes da saída, com a garantia de que estava apto para percorrer o trajeto. No entanto, poucos quilômetros depois de uma parada para almoço, o sistema de ar-condicionado deixou de funcionar completamente, comprometendo o conforto dos passageiros e obrigando a interrupção da viagem.

O problema ocorreu na região de São Gabriel do Oeste. Diante da situação, o condutor seguiu até um posto localizado em Rio Verde, onde buscou apoio técnico. A partir desse momento, começou uma série de dificuldades que prolongaram a permanência do grupo no local.

Um mecânico foi acionado após contato com responsáveis pela empresa contratante do transporte. Durante a avaliação inicial, a suspeita apontou para falha no alternador, peça essencial para o funcionamento elétrico do veículo, incluindo o ar-condicionado. Com autorização inicial, o profissional iniciou o reparo, desmontando parte do sistema para substituição do componente.

Entretanto, quando o serviço já estava em andamento, surgiram novas orientações por telefone solicitando a interrupção do conserto. A mudança repentina gerou um impasse sobre a continuidade do trabalho e, principalmente, sobre quem arcaria com os custos do reparo. Enquanto as decisões eram discutidas à distância, o ônibus permaneceu parado e os passageiros aguardavam sem informações concretas sobre o horário de retomada da viagem.

O motorista relatou ter ficado no centro da situação, tentando administrar a ansiedade dos passageiros ao mesmo tempo em que buscava uma solução com a empresa responsável pelo fretamento. Após negociações, foi acordado o envio de um pagamento parcial via transferência eletrônica, no valor aproximado de R$ 5 mil, com a promessa de quitação do restante no dia seguinte.

O custo total do serviço ultrapassou R$ 10 mil. Com o pagamento inicial confirmado, a expectativa passou a ser a finalização do reparo e a liberação do ônibus para seguir viagem até o destino final, encerrando horas de espera e incerteza enfrentadas pelos passageiros ao longo do trajeto.

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