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Polícia

Jovem conhecida como “Aurora do Grau” segue internada após grave acidente

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A jovem Alda Bernis Martins, conhecida entre amigos e nas redes sociais como “Aurora do Grau”, de 18 anos, segue internada em estado grave após sofrer um acidente de trânsito na manhã da última quarta-feira (4), no cruzamento da Avenida Maringá com a Rua T-10, em Ji-Paraná (RO).

Inicialmente, informações apontavam que a jovem teria morrido, porém foi confirmado posteriormente que Alda permanece hospitalizada e em estado crítico, recebendo cuidados intensivos.

No dia do acidente, ela pilotava uma motocicleta Honda XRE 190 quando acabou se envolvendo em uma colisão com um caminhão Volkswagen 13-180. Segundo informações apuradas no local, o motorista do caminhão seguia pela Avenida Maringá e realizava uma conversão à esquerda no momento em que a motocicleta atingiu a lateral direita do veículo.

O impacto foi extremamente forte e deixou a parte frontal da motocicleta completamente destruída. Alda sofreu ferimentos gravíssimos e ficou em estado crítico.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas rapidamente e prestaram os primeiros socorros à jovem ainda no local. Em seguida, ela foi encaminhada ao Hospital Municipal de Ji-Paraná, onde precisou passar por procedimentos de reanimação devido à gravidade das lesões.

Desde então, Alda permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), lutando pela vida enquanto recebe acompanhamento da equipe médica.

Conhecida como “Aurora do Grau”, Alda é bastante ativa nas redes sociais, onde costuma compartilhar vídeos realizando manobras radicais com motocicletas, incluindo empinar a moto, prática popularmente conhecida como “grau”.

O caso gerou grande comoção entre familiares, amigos e seguidores, que acompanham a recuperação da jovem e fazem correntes de oração nas redes sociais.

As circunstâncias do acidente seguem sendo apuradas pelas autoridades para esclarecer exatamente como ocorreu a colisão.

Fonte: Rondoniatual

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Polícia

Lutador espanca mulher com mais de 30 socos dentro de elevador – VEJA O VÍDEO

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Um lutador de jiu-jítsu foi preso após agredir brutalmente uma mulher dentro do elevador de um condomínio na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. O ataque foi registrado por câmeras de segurança e mostra a violência das agressões, que incluíram socos, tapas, cotoveladas, chutes e um golpe conhecido como mata-leão.

O suspeito foi identificado como Lucas Portela Fontana Gomes, de 32 anos. Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, ele desferiu pelo menos 35 golpes contra a vítima durante aproximadamente três minutos.

As imagens mostram que a mulher estava em pé quando começou a ser agredida. Em determinado momento, o lutador aplicou um mata-leão, fazendo com que ela caísse no chão. Mesmo desacordada, a vítima continuou sendo atacada.

Dois cachorros que estavam no elevador aparecem nas imagens e parecem tentar proteger a mulher. Após as agressões, o suspeito deixou o local e a vítima permaneceu caída e ensanguentada. Veja o vídeo abaixo;

Confusão começou dentro do condomínio

De acordo com a Polícia Civil, a ocorrência teve início no apartamento do lutador, onde vizinhos ouviram gritos e relataram agressões. A situação se agravou quando Lucas passou a invadir apartamentos e ameaçar moradores, dizendo que iria matar todos do prédio.

Uma das vizinhas conseguiu fugir pelas escadarias com a família. Em seguida, o suspeito invadiu outro apartamento e agrediu uma mulher de 65 anos, que também precisou ser hospitalizada.

Na sequência, uma terceira moradora tentou ajudar ao ouvir os gritos de outra vítima. Ao abrir a porta do elevador, ela se deparou com o agressor e também foi brutalmente atacada.

Policiais militares foram acionados para atender à ocorrência. Durante a abordagem, Lucas entrou em luta corporal com um dos agentes e acabou baleado na perna. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, assim como as vítimas.

Suspeito foi preso

A Polícia Civil realizou diligências, ouviu vítimas e testemunhas e analisou as imagens das câmeras de segurança. Diante da gravidade do caso, a Justiça autorizou a prisão temporária do suspeito, cumprida na manhã desta sexta-feira (6).

Lucas poderá responder por tentativa de feminicídio, ameaça, invasão de domicílio, lesão corporal e resistência. Após os procedimentos policiais, ele foi transferido para o Presídio de Benfica, onde permanece à disposição da Justiça.

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Polícia

Mulher compra apartamento em leilão e encontra ossada da antiga proprietária sobre a cama

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Uma descoberta assustadora marcou a entrada de uma mulher em um apartamento adquirido em leilão, em Patos de Minas, Minas Gerais. Ao entrar no imóvel, ela encontrou a ossada da antiga proprietária, Marilene Fátima, de 53 anos, sobre a cama, envolta em uma coberta. Segundo a Polícia Civil, o corpo pode ter permanecido no local por aproximadamente um ano.

A descoberta foi feita por Kalina Poliana, que conseguiu autorização do filho da antiga moradora para entrar no apartamento. Com a ajuda de um chaveiro, ela abriu a porta e começou a verificar o imóvel.

Ao chegar ao quarto, inicialmente pensou que havia alguém dormindo na cama, já que o corpo estava coberto. Desconfiada, pediu ao chaveiro que verificasse a situação. Ao perceber que se tratava de uma pessoa morta, ele acionou as autoridades.

Kalina contou que ficou profundamente abalada com a situação. Segundo ela, o filho da antiga proprietária havia informado que a mãe estava desaparecida e que teria iniciado um relacionamento amoroso, com planos de se mudar para Varjão de Minas.

A mulher teria dito aos vizinhos que deixaria a cidade para morar com um suposto namorado. No entanto, a mudança nunca aconteceu.

Polícia investiga morte

A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um inquérito para esclarecer as circunstâncias da morte. A perícia esteve no apartamento e, conforme as informações divulgadas, não identificou sinais de lesões na ossada.

O imóvel estava organizado e os investigadores encontraram diversas cartas deixadas pela antiga proprietária. Nos bilhetes, Marilene teria registrado orientações sobre o próprio sepultamento, incluindo as roupas que gostaria de usar e informações de que os serviços funerários já estariam pagos.

A ossada foi encaminhada ao Instituto Médico-Legal (IML). Amostras de material biológico serão submetidas a exames laboratoriais em Belo Horizonte para verificar a possibilidade de morte por intoxicação causada por medicamentos ou substâncias venenosas.

A Polícia Civil também informou que não havia registro anterior de desaparecimento de Marilene.

O caso segue sob investigação, e a causa da morte ainda não foi confirmada.

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Polícia

Mulher acusada de colocar veneno de rato na comida do marido e provocar sua morte vai a júri popular em Rondônia

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Uma mulher acusada de matar o próprio companheiro ao colocar veneno de rato na comida dele será julgada pelo Tribunal do Júri em Rondônia. A decisão foi mantida pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), que também negou o recurso da defesa e confirmou a prisão preventiva da acusada.

O crime aconteceu em setembro de 2025, no município de Chupinguaia, no sul do estado. Segundo a denúncia do Ministério Público de Rondônia (MPRO), o casal enfrentava conflitos no relacionamento, que teriam se intensificado depois que o homem manifestou a intenção de terminar a relação.

Conforme a acusação, a mulher teria aproveitado a confiança do companheiro para colocar chumbinho, substância utilizada como veneno para matar ratos, na marmita dele.

O laudo pericial identificou a presença da substância tóxica tanto nos restos da comida quanto no material biológico da vítima. Mesmo após ingerir o alimento contaminado, o homem apresentou mal-estar e morreu poucas horas depois.

A defesa tentou impedir que a acusada fosse levada a júri popular. Os advogados questionaram a validade de imagens de câmeras de segurança recolhidas pelo filho da vítima, além dos exames toxicológicos. Também pediram a retirada das qualificadoras e a revogação da prisão preventiva.

Os argumentos foram rejeitados pelo relator do recurso, desembargador Álvaro Kalix Ferro. Os magistrados entenderam que os depoimentos, os laudos periciais e registros de pesquisas sobre os efeitos do veneno encontrados no celular da acusada formam um conjunto de indícios suficiente para manter a decisão de pronúncia.

Com isso, foram mantidas as três qualificadoras apontadas pelo Ministério Público: motivo fútil, emprego de veneno e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

A mulher continuará presa preventivamente e deverá ser julgada pelo Tribunal do Júri. A data da sessão ainda não foi divulgada.

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