Polícia
Jovem conhecida como “Aurora do Grau” segue internada após grave acidente
A jovem Alda Bernis Martins, conhecida entre amigos e nas redes sociais como “Aurora do Grau”, de 18 anos, segue internada em estado grave após sofrer um acidente de trânsito na manhã da última quarta-feira (4), no cruzamento da Avenida Maringá com a Rua T-10, em Ji-Paraná (RO).
Inicialmente, informações apontavam que a jovem teria morrido, porém foi confirmado posteriormente que Alda permanece hospitalizada e em estado crítico, recebendo cuidados intensivos.
No dia do acidente, ela pilotava uma motocicleta Honda XRE 190 quando acabou se envolvendo em uma colisão com um caminhão Volkswagen 13-180. Segundo informações apuradas no local, o motorista do caminhão seguia pela Avenida Maringá e realizava uma conversão à esquerda no momento em que a motocicleta atingiu a lateral direita do veículo.
O impacto foi extremamente forte e deixou a parte frontal da motocicleta completamente destruída. Alda sofreu ferimentos gravíssimos e ficou em estado crítico.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas rapidamente e prestaram os primeiros socorros à jovem ainda no local. Em seguida, ela foi encaminhada ao Hospital Municipal de Ji-Paraná, onde precisou passar por procedimentos de reanimação devido à gravidade das lesões.
Desde então, Alda permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), lutando pela vida enquanto recebe acompanhamento da equipe médica.
Conhecida como “Aurora do Grau”, Alda é bastante ativa nas redes sociais, onde costuma compartilhar vídeos realizando manobras radicais com motocicletas, incluindo empinar a moto, prática popularmente conhecida como “grau”.
O caso gerou grande comoção entre familiares, amigos e seguidores, que acompanham a recuperação da jovem e fazem correntes de oração nas redes sociais.
As circunstâncias do acidente seguem sendo apuradas pelas autoridades para esclarecer exatamente como ocorreu a colisão.
Fonte: Rondoniatual
Polícia
Mulher compra apartamento em leilão e encontra ossada da antiga proprietária sobre a cama
Uma descoberta assustadora marcou a entrada de uma mulher em um apartamento adquirido em leilão, em Patos de Minas, Minas Gerais. Ao entrar no imóvel, ela encontrou a ossada da antiga proprietária, Marilene Fátima, de 53 anos, sobre a cama, envolta em uma coberta. Segundo a Polícia Civil, o corpo pode ter permanecido no local por aproximadamente um ano.
A descoberta foi feita por Kalina Poliana, que conseguiu autorização do filho da antiga moradora para entrar no apartamento. Com a ajuda de um chaveiro, ela abriu a porta e começou a verificar o imóvel.
Ao chegar ao quarto, inicialmente pensou que havia alguém dormindo na cama, já que o corpo estava coberto. Desconfiada, pediu ao chaveiro que verificasse a situação. Ao perceber que se tratava de uma pessoa morta, ele acionou as autoridades.
Kalina contou que ficou profundamente abalada com a situação. Segundo ela, o filho da antiga proprietária havia informado que a mãe estava desaparecida e que teria iniciado um relacionamento amoroso, com planos de se mudar para Varjão de Minas.
A mulher teria dito aos vizinhos que deixaria a cidade para morar com um suposto namorado. No entanto, a mudança nunca aconteceu.
Polícia investiga morte
A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um inquérito para esclarecer as circunstâncias da morte. A perícia esteve no apartamento e, conforme as informações divulgadas, não identificou sinais de lesões na ossada.
O imóvel estava organizado e os investigadores encontraram diversas cartas deixadas pela antiga proprietária. Nos bilhetes, Marilene teria registrado orientações sobre o próprio sepultamento, incluindo as roupas que gostaria de usar e informações de que os serviços funerários já estariam pagos.
A ossada foi encaminhada ao Instituto Médico-Legal (IML). Amostras de material biológico serão submetidas a exames laboratoriais em Belo Horizonte para verificar a possibilidade de morte por intoxicação causada por medicamentos ou substâncias venenosas.
A Polícia Civil também informou que não havia registro anterior de desaparecimento de Marilene.
O caso segue sob investigação, e a causa da morte ainda não foi confirmada.
Polícia
Mulher acusada de colocar veneno de rato na comida do marido e provocar sua morte vai a júri popular em Rondônia
Uma mulher acusada de matar o próprio companheiro ao colocar veneno de rato na comida dele será julgada pelo Tribunal do Júri em Rondônia. A decisão foi mantida pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), que também negou o recurso da defesa e confirmou a prisão preventiva da acusada.
O crime aconteceu em setembro de 2025, no município de Chupinguaia, no sul do estado. Segundo a denúncia do Ministério Público de Rondônia (MPRO), o casal enfrentava conflitos no relacionamento, que teriam se intensificado depois que o homem manifestou a intenção de terminar a relação.
Conforme a acusação, a mulher teria aproveitado a confiança do companheiro para colocar chumbinho, substância utilizada como veneno para matar ratos, na marmita dele.
O laudo pericial identificou a presença da substância tóxica tanto nos restos da comida quanto no material biológico da vítima. Mesmo após ingerir o alimento contaminado, o homem apresentou mal-estar e morreu poucas horas depois.
A defesa tentou impedir que a acusada fosse levada a júri popular. Os advogados questionaram a validade de imagens de câmeras de segurança recolhidas pelo filho da vítima, além dos exames toxicológicos. Também pediram a retirada das qualificadoras e a revogação da prisão preventiva.
Os argumentos foram rejeitados pelo relator do recurso, desembargador Álvaro Kalix Ferro. Os magistrados entenderam que os depoimentos, os laudos periciais e registros de pesquisas sobre os efeitos do veneno encontrados no celular da acusada formam um conjunto de indícios suficiente para manter a decisão de pronúncia.
Com isso, foram mantidas as três qualificadoras apontadas pelo Ministério Público: motivo fútil, emprego de veneno e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.
A mulher continuará presa preventivamente e deverá ser julgada pelo Tribunal do Júri. A data da sessão ainda não foi divulgada.
Polícia
Criança de Rondônia que sobreviveu a acidente de avião no Amazonas apresenta estado estável
A menina de cinco anos que sobreviveu à queda de um avião de pequeno porte no interior do Amazonas apresenta estado de saúde estável e continua internada em Porto Velho. A criança está no Hospital Infantil Cosme e Damião, onde recebe acompanhamento médico após sofrer ferimentos graves no acidente.
RELEMBRE AQUI: Pai, mãe grávida e filha ficam feridos após queda de avião em Humaitá
Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau), a paciente está consciente, conversa normalmente e tem as dores controladas. Ela não necessita de aparelhos para respirar nem de medicamentos para manter a pressão arterial.
A menina sofreu uma ruptura no diafragma, com deslocamento do fígado, conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas. Ela foi transferida para a capital rondoniense no mesmo domingo (1º), dia em que ocorreu o acidente.
A aeronave caiu em uma região de mata, às margens de uma rodovia de terra entre Humaitá e Apuí. Após a queda, o avião ficou de cabeça para baixo. Testemunhas afirmaram que a aeronave estava em procedimento de decolagem.
Os pais da criança também estavam a bordo e ficaram feridos. Marcela Pereira Pinheiro, de 35 anos, grávida de aproximadamente nove semanas, e Elson Fagundes de Oliveira, de 45 anos, receberam atendimento médico no Amazonas e tiveram alta na segunda-feira (2).
No hospital de Porto Velho, a menina passou por exames para monitoramento das lesões e está em preparação para a retirada do dreno no tórax. O acompanhamento médico continua.
FAB investiga acidente
A Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou os procedimentos de investigação para esclarecer as circunstâncias do acidente envolvendo a aeronave de matrícula PU-BLR.
Investigadores do Seripa VII, unidade ligada ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), realizaram a Ação Inicial em Manaus.
O trabalho envolve levantamento de informações, preservação de evidências e avaliação dos danos na aeronave. As causas da queda ainda não foram divulgadas.
