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Polícia diz que adolescente era mantida amarrada à cama, dormia no chão sem coberta e se alimentava de restos de comida – VEJA O VÍDEO

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A Polícia Civil de Rondônia prendeu três familiares da adolescente Marta Isabelly, de 16 anos, suspeitos de envolvimento direto na morte da jovem, registrada no bairro Jardim Santana, em Porto Velho. Foram detidos o pai, a madrasta e a avó da vítima.

Inicialmente, o pai apresentou à polícia uma versão de desaparecimento. No entanto, o avanço das investigações revelou que a adolescente estaria sendo mantida em cárcere privado há cerca de dois meses e sofria agressões constantes dentro da própria residência.

Durante coletiva realizada na manhã desta terça-feira (03), a Polícia Civil detalhou os principais pontos da investigação. Segundo a delegada responsável pelo caso, a morte de Marta não foi resultado de um episódio isolado, mas sim consequência de um ciclo contínuo de violência física e psicológica.

A perícia identificou múltiplas lesões graves pelo corpo, além de sinais evidentes de negligência e ausência de atendimento médico. Conforme apurado, a adolescente era mantida amarrada à cama, dormia no chão sem coberta e se alimentava de restos de comida. A imobilização prolongada teria provocado feridas profundas e lesões antigas.

As investigações também apontam a suspeita de que Marta possa ter sido vítima de abuso, hipótese que ainda está sendo apurada por meio de exames periciais e demais diligências. Veja o abaixo;

De acordo com a Polícia Civil, Marta nasceu na Paraíba e passou a morar com o pai em Rondônia por volta dos 9 ou 10 anos de idade. Com o passar do tempo, as agressões teriam se tornado frequentes. Ela foi retirada da escola sob a justificativa de que seria transferida para o Nordeste, mas acabou permanecendo isolada, sem contato com o meio social.

Há cerca de dois meses e meio, segundo os investigadores, a adolescente passou a viver em cárcere privado, período em que as agressões teriam se intensificado.

Os três suspeitos permanecem à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação para esclarecer todas as circunstâncias e responsabilidades relacionadas à morte da adolescente.

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Motociclista fica gravemente ferido após carro avançar preferencial

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Um motociclista ficou gravemente ferido após se envolver em um acidente de trânsito na tarde desta quinta-feira (13), no bairro Liberdade, em Porto Velho.

A colisão aconteceu no cruzamento da Rua Tabajara com a Rua Elias Gorayeb. Conforme as informações obtidas no local, o motociclista seguia pela Rua Elias Gorayeb, no sentido da Avenida Calama, quando ocorreu a colisão com um Chevrolet Montana.

Segundo os relatos iniciais, o motorista do automóvel trafegava pela Rua Tabajara, em direção à Avenida Jorge Teixeira, quando teria avançado a preferencial e atingido a motocicleta.

Com o impacto, o motociclista sofreu ferimentos na região da cabeça e da testa, apresentando fortes contusões, hematomas e sangramento intenso.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e prestou os primeiros atendimentos à vítima. Em seguida, o motociclista foi encaminhado para uma unidade hospitalar, onde deverá receber atendimento médico.

As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis.

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Adolescente de 14 anos é executada pelo Tribunal do Crime

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Encontrada morta em uma cova às margens da rodovia BR-163, Claudia Geovana Dourado de Oliveira, de 14 anos, foi executada em uma sessão do Tribunal do Crime por membros do Comando Vermelho no último dia 6. O crime ocorreu em uma região de mata às margens da Rodovia BR-163 e, apesar da pouca idade, a vítima fazia parte do Primeiro Comando da Capital (PCC), tendo inclusive um namoro com um dos membros da facção. O corpo da jovem foi encontrado na noite desta quarta-feira (12).

As informações acerca da vítima e do envolvimento dela com o PCC foram reveladas ao Olhar Direto pelo delegado Artur Andrade Almeida, da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que atua à frente da investigação do caso. À reportagem, Arthur conta que a adolescente tirava fotos com símbolos da facção paulista.

“Ela namorava com um integrante e depois começou a fazer sinal do PCC, o ‘três’, no Instagram, e aí ameaçou algumas meninas do Comando Vermelho”, revelou o delegado. A jovem, segundo Arthur, não chegou a tomar partido de ações do PCC na cidade.

Ainda conforme Arthur, o namorado da vítima não está preso. O criminoso não teve a identidade revelada. Cinco criminosos estão envolvidos diretamente na morte da vítima e, deles, dois já foram presos. A vítima, segundo os próprios criminosos, namorava anteriormente com um membro do Comando Vermelho e, ao começar um relacionamento com o membro do PCC, teve a morte decretada.

Sequestro e morte

Claudia foi atraída até um hotel do município, onde foi sequestrada pelos criminosos. Durante uma semana, seu paradeiro foi um mistério e, por meio de imagens de câmeras de segurança, os policiais conseguiram identificar um veículo modelo Fiat Mobi, sendo posteriormente localizado e um dos envolvidos preso.

Em continuidade à procura da vítima, a equipe da Polícia Civil localizou o corpo da menor em uma área de mata na rodovia. Informações preliminares indicam que a vítima apresentava sinais aparentes de agressões e que havia indícios de asfixia. Ela também foi encontrada com as mãos amarradas e com uma corda ao redor do pescoço. O caso continua a ser investigado.

Fonte: Olhar Direto

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Trio é condenado a até 28 anos por ameaçar empresas e provocar incêndios

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Jaru, obteve no Poder Judiciário a condenação de três réus pelos crimes de organização criminosa, extorsão e incêndio. Os acusados foram sentenciados a penas que variam de 15 a 28 anos de reclusão em regime fechado.

Conforme o MP, em 2025, o grupo promoveu ações de extorsão a duas empresas provedoras de internet, localizadas nos municípios de Jaru e Theobroma, exigindo pagamentos sob ameaça de represálias. Em outubro daquele mesmo ano, como forma de intensificar as cobranças e coagir as vítimas, os acusados provocaram incêndios nos estabelecimentos.

O Ministério Público fundamentou a denúncia com um conjunto de laudos periciais, vídeos e outras provas digitais colhidas ao longo das investigações, que demonstraram a participação dos réus nos ataques.

Em relação às condenações, o primeiro acusado foi sentenciado pelos crimes de organização criminosa, extorsão, incêndio e associação para o tráfico, somando pena de 28 anos de reclusão. O segundo foi condenado pelos mesmos delitos, totalizando 16 anos. Por organização criminosa, extorsão e incêndio, o terceiro recebeu a pena de 15 anos de reclusão.

Os réus já estão presos e não poderão recorrer em liberdade.

Fonte: MPRO

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