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Polícia

PF e Ibama combatem garimpo ilegal no Rio Madeira

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A Polícia Federal, em ação conjunta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deflagrou, nesta terça-feira (10/2), a Operação Iterum, com o objetivo de prevenir e reprimir a extração ilegal de ouro e outros crimes ambientais no trecho do Rio Madeira, no município de Porto Velho.

Durante as diligências, foram identificados motores, dragas e balsas de médio e grande porte empregados na atividade ilícita, evidenciando uma estrutura organizada e com capacidade de operação em larga escala, distinta de práticas artesanais. Diante da inviabilidade de remoção dos equipamentos, 29 embarcações e motores utilizados no garimpo ilegal foram inutilizados no local, conforme os procedimentos legais.

Também foram apreendidos aparelhos celulares em posse dos suspeitos flagrados a bordo, frascos contendo mercúrio — substância altamente tóxica comumente utilizada no processamento ilegal do minério — e um armamento ilegal. Em razão dessa circunstância, dois envolvidos foram presos em flagrante e encaminhados à unidade da Polícia Federal em Rondônia, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

O garimpo ilegal no leito do Rio Madeira provoca danos ambientais significativos, como desmatamento e contaminação por mercúrio, além de impactos diretos às populações indígenas e ribeirinhas da região.

A ação ocorre em continuidade às operações Leviatá, Boiúna e Hefestos, também voltadas ao combate ao garimpo ilegal no Rio Madeira, demonstrando a atuação permanente das forças de fiscalização na repressão a esse tipo de crime na Amazônia Legal.

As investigações prosseguem com foco na identificação de financiadores, de operadores logísticos e demais integrantes da cadeia criminosa, incluindo os responsáveis pelo suporte material e pela receptação do ouro extraído ilegalmente. Os envolvidos poderão responder por crimes ambientais, por usurpação de bens da União, por associação criminosa, entre outros delitos que venham a ser apurados.

Fonte: Assessoria da Polícia Federal

Polícia

Condenado por matar a esposa tem pena mantida pelo TJRO e seguirá em regime fechado

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O Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Jaru condenou José Romão a 30 anos de prisão pelo assassinato da esposa, Kátia Dias de Oliveira, crime ocorrido em janeiro de 2024, na zona rural do município. Além da condenação por feminicídio, com reconhecimento de qualificadoras, ele também foi sentenciado por tentativa de ocultação de cadáver.

A defesa recorreu ao Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), solicitando a realização de um novo julgamento e a revisão da pena, sob o argumento de que a decisão dos jurados seria contrária às provas apresentadas no processo. Contudo, o relator do caso entendeu que o veredito do júri estava fundamentado em provas técnicas e testemunhais consistentes, mantendo a condenação e rejeitando a tese de legítima defesa.

Ao analisar o recurso, os desembargadores decidiram apenas reduzir a pena referente à tentativa de ocultação de cadáver, que passou de 1 ano para 10 meses de reclusão. Com a alteração, a pena total foi fixada em 30 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado. A decisão foi unânime.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Jaru Online

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Polícia

Vulgo “Canela” é baleado a tiros perto da ponte sobre o Rio Madeira

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O homem relatou que estava do outro lado da ponte sobre o Rio Madeira, fazendo uso de maconha, quando dois indivíduos chegaram em uma motocicleta e efetuaram disparos de arma de fogo em sua direção.

Para tentar se proteger, “Canela” colocou a mão à frente do corpo e acabou sendo atingido. Após os tiros, os suspeitos fugiram do local. A vítima foi socorrida e encaminhada à Policlínica Ana Adelaide.

Como o projétil ficou alojado, ele precisou ser levado em um carro particular ao Hospital João Paulo II para atendimento especializado. A Polícia Militar registrou a ocorrência e segue apurando o caso.

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Polícia

Anestesista é condenado por usar celular durante cirurgia e causar morte de criança

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A Justiça da província argentina de Río Negro condenou o anestesista Mauricio Javier Atencio Krause a três anos de prisão pela morte de um menino de quatro anos durante um procedimento cirúrgico. Além da pena, ele foi proibido de exercer a profissão por sete anos e seis meses e deverá cumprir regras de conduta pelo período de três anos, incluindo comparecimento mensal ao tribunal e a proibição de cometer novos delitos.

O processo foi movido pelos pais da criança. A defesa solicitou a aplicação da pena mínima para homicídio culposo e pediu que a inabilitação profissional fosse restrita apenas à área de medicina pediátrica.

O caso ocorreu em 11 de julho de 2024, na cidade de General Roca. Valentín Mercado Toledo havia sido internado para realizar uma cirurgia considerada de rotina para correção de hérnia diafragmática. Durante o procedimento, no entanto, o menino sofreu falta de oxigenação no cérebro, o que resultou em morte cerebral.

De acordo com o que foi apurado no julgamento, o anestesista se distraiu com o celular no momento em que deveria monitorar os sinais vitais da criança. Laudos técnicos apontaram que Valentín ficou ao menos dez minutos sem aferição de pressão arterial ou controle da oxigenação, sem que o profissional percebesse. Consta ainda que o médico chegou a sair da sala de cirurgia para procurar um carregador para o aparelho.

Segundo relato da mãe, após a cirurgia o filho permaneceu por uma semana submetido a um tratamento marcado por incertezas e diagnósticos divergentes, até que os médicos confirmaram que o dano cerebral era irreversível, sete dias depois do procedimento.

Fonte: CNN Brasil

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