Geral
Carnaval coloca Porto Velho no mapa do turismo cultural e econômico do Norte
Porto Velho vive o Carnaval como um período de circulação intensa de pessoas, ocupação dos espaços públicos e valorização da cultura local. Durante os dias de festa, a capital de Rondônia apresenta ao público externo um conjunto de experiências ligadas à história, à natureza, à gastronomia e aos eventos populares, com impacto direto no turismo e na economia urbana.
A cidade recebe visitantes de diferentes regiões do país, amplia o consumo em serviços e comércio e passa a ser vista como destino turístico em processo de consolidação no Norte do Brasil, a partir de um calendário organizado e distribuído por vários pontos do município.
Ponto de partida do turismo
O Rio Madeira ocupa lugar central na formação histórica de Porto Velho e segue como referência no turismo local. No Carnaval, a retomada dos passeios de barco a partir do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré amplia o contato dos visitantes com o rio e com a história da cidade, além de incentivar o turismo náutico.
Balneários localizados na área urbana e na zona rural integram o roteiro de quem busca lazer e contato direto com a natureza durante o feriado, reforçando a presença do turismo de natureza na dinâmica da capital.
O patrimônio histórico, os espaços culturais e os balneários passam a funcionar de forma integrada em períodos de maior fluxo turístico.
A Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer desenvolve ações por meio do programa “PVH, a sua estação é aqui”, com foco na organização de rotas, circuitos e experiências ao longo do ano.
Durante o Carnaval, ruas, bairros e praças recebem blocos, bailes e eventos populares. A programação faz parte do Bera Folia, calendário oficial do Carnaval de Porto Velho, iniciado com o Baile Municipal e composto por quase 20 manifestações culturais ao longo do mês de fevereiro, distribuídas por diferentes regiões da cidade.
A agenda amplia a visibilidade do município, estimula a economia ligada à cultura e reforça o turismo de eventos como eixo da política pública local.
Carnaval, memória e ocupação da cidade
Para a historiadora e professora Rita Vieira, o Carnaval estabelece uma relação direta entre a cidade e seus moradores, além de atrair pessoas que retornam a Porto Velho durante o período. Em um território marcado por fluxos migratórios, a festa ativa vínculos afetivos e amplia a presença da população nos espaços urbanos.
Entre os principais símbolos do Carnaval está a Banda do Vai Quem Quer, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do município e considerada o maior bloco de rua da Região Norte, com participação de foliões de vários estados.
Outro destaque é o bloco Pirarucu do Madeira, também patrimônio imaterial, que mantém há mais de 30 anos o repertório de marchinhas e frevos, com participação direta do público.
Gastronomia impulsiona o turismo
A comida regional ocupa papel central na experiência de quem visita Porto Velho no Carnaval. Bares, restaurantes e mercados populares registram aumento no movimento. O município possui mais de mil estabelecimentos ligados à alimentação, entre a área urbana, distritos e comunidades ribeirinhas.
O Mercado Central, o Mercado do Km 1 e a Vila Candelária concentram parte desse fluxo, com destaque para pratos à base de peixe amazônico e receitas da culinária ribeirinha.
Segundo Andreia Tatiana, gerente do Barracão do Jair, o período atrai turistas interessados na comida local. “Muita gente vem para conhecer a comida regional mais raiz. Recebemos visitantes do Brasil inteiro e também estrangeiros. Em semanas normais consumimos cerca de 300 tambaquis, número que mais que dobra durante o Carnaval”, afirmou.
O prefeito Léo Moraes afirma que o período permite apresentar a cidade em diferentes dimensões. “O Carnaval é um momento em que Porto Velho se mostra de forma verdadeira: cultura, história, espaços públicos e gastronomia. Quando a cidade é vivida intensamente, o turismo acontece e gera movimento econômico”, declarou.
O crescimento do fluxo turístico reflete na rede de hospedagem. Porto Velho conta com mais de 300 meios de hospedagem cadastrados, entre hotéis e pousadas, concentrados principalmente na área urbana. Durante o Carnaval, a procura aumenta, o que indica capacidade de atendimento aos visitantes.
Para o secretário municipal de Turismo, Esporte e Lazer, Paulo Moraes Jr., o Carnaval resume a estratégia adotada pelo município. “O Carnaval mostra Porto Velho de forma verdadeira. Temos o Rio Madeira, patrimônio histórico, passeios de barco, blocos que são patrimônio cultural, gastronomia regional e um calendário como o Béra Folia. Quando integramos tudo isso, fortalecemos o turismo e movimentamos a economia”, disse.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Estudantes da rede estadual de Rondônia recebem premiação em concurso nacional
Estudantes da rede pública estadual de Rondônia se destacaram no 8º Concurso de Redação da Defensoria Pública da União (DPU) ao alcançarem nota máxima na competição, que teve como tema “Desafios da Promoção da Saúde dos Povos Indígenas no Brasil”. Ao todo, seis alunos conquistaram a pontuação máxima. As redações são divididas por níveis de ensino, sendo que estudantes do 1º ao 3º ano do Ensino Médio concorrem em uma categoria específica por estado. Em cada unidade da federação, há premiações por colocação nas categorias do ensino regular, com videogame para o 1º lugar, celular para o 2º e tablet para o 3º.
Entre os participantes do ensino fundamental, o 1º lugar ficou com Samuel Torres, de 24 anos, da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Presidente Emílio Garrastazu Médici. O 2º lugar foi conquistado por Mayson Suruí, de 15 anos, da Escola Indígena Estadual de Ensino Fundamental e Médio Sertanista José do Carmo Santana; e o 3º lugar por Izabelly de Souza, de 15 anos, da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Carlos Drummond de Andrade.
No ensino médio, o 1º lugar foi para Ana Vitória Cimini, de 19 anos, da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Costa Júnior. Em 2º lugar ficou Emilly Costa, de 18 anos, do Colégio Tiradentes da Polícia Militar VI e; o 3º lugar foi conquistado por Evelyn Natália Silva, de 17 anos, da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Orlando Bueno da Silva.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, salientou a importância da conquista dos estudantes como reflexo do trabalho desenvolvido nas escolas da rede estadual e do incentivo à educação. “É motivo de grande orgulho ver jovens de Rondônia sendo reconhecidos em um concurso nacional, levando o nome do estado por meio da dedicação aos estudos. Essa premiação mostra o potencial dos estudantes e reforça a importância de continuarmos investindo em uma educação que transforme vidas e abra oportunidades.”
A titular da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Albaniza Oliveira, ressaltou o significado da premiação para a comunidade escolar e para o fortalecimento da produção textual entre os estudantes da rede estadual. “Essa conquista representa não apenas o talento dos estudantes, mas também o trabalho realizado dentro da escola, com o apoio dos professores e o incentivo à aprendizagem.”
A estudante Evelyn Natália, destacou que o processo de construção da redação envolveu pesquisa e apoio da escola, especialmente durante as aulas de Língua Portuguesa, com a sua professora Leide Daiane Nogueira. Segundo ela, o conteúdo trabalhado em sala contribuiu diretamente para a organização das ideias e o aprimoramento do texto. “Bem nessa época estávamos estudando sobre conjunção em sala, o que ajudou muito no processo de escrita de todo o texto. A professora Leide me auxiliou na correção e me mostrou onde eu poderia melhorar.”
ETAPAS E CRITÉRIOS DO CONCURSO
Promovido pela DPU, o concurso é destinado aos estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública, incluindo a modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de pessoas em situação de privação de liberdade e adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa. A definição do pódio seguiu os critérios de desempate previstos no edital do concurso, que levam em consideração, pela ordem: criatividade, conteúdo, pertinência ao tema, clareza no desenvolvimento das ideias e, em último caso, candidato com maior idade.
Fonte: Secom – Governo de Rondônia
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Veja os horários das avenidas e ruas interditadas no Carnaval
O Carnaval 2026 já começou e a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito (Semtran), está intensificando as ações para garantir a segurança e a organização durante o período de folia.
Diante da necessidade de controle e ordenamento do tráfego nos circuitos dos desfiles dos blocos oficiais, a Semtran ratificou, no Diário Oficial dos Municípios desta terça-feira (10), a lista com os horários e as rotas que serão bloqueadas ao longo dos dias de Carnaval.
A ratificação foi publicada por meio da Portaria nº 20/2026/SEMTRAN, que também aponta as alterações necessárias nos itinerários das linhas de transporte coletivo durante o período carnavalesco.
Vale destacar que motoristas que estacionarem em vias bloqueadas nos horários estipulados na Portaria estarão sujeitos a infração de trânsito, com possibilidade de remoção do veículo.
Confira a Portaria (CLIQUE AQUI).
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Alelo obtém liminar contra nova regra do vale-alimentação
Empresa fica desobrigada de adotar modelo aberto de pagamento
A empresa de fornecimento de benefícios Alelo obteve na Justiça Federal uma liminar (decisão provisória) contra uma das regras estabelecidas para o vale-alimentação e o vale-refeição. A maior parte das novas normas para o setor entraram em vigor nesta terça-feira (10). 

Com isso, a Alelo se junta à VR Benefícios, Ticket e Pluxee (antiga Sodexo), que também obtiveram liminares isentando-as de cumprir alguma das regras estabelecidas pelo Decreto 12.712, assinado em novembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que modificou as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).
Em decisão assinada nesta terça-feira (10), a juíza Marilaine Almeida Santos, da 4ª Vara Federal de Barueri (SP), deferiu parcialmente o pedido da Alelo e suspendeu a obrigação de a empresa adotar o serviço de pagamentos no modelo aberto, que permite a utilização de múltiplas bandeiras de cartões de benefício em uma mesma maquininha, como já ocorre com os cartões de crédito, por exemplo.
A magistrada proibiu a administração pública de punir a empresa por não adotar o modelo, que está previsto para entrar em vigor daqui a 90 dias.
A decisão é válida até que a Justiça dê uma última palavra a respeito da legalidade e da constitucionalidade do modelo aberto em relação ao PAT.
“A modificação do arranjo imporá à autora a adoção de complexas medidas de adaptação operacional, tecnológica, contratual e financeira, com potencial impacto relevante e de difícil reversão sobre sua atividade econômica e sobre sua posição concorrencial no mercado”, escreveu a juíza.
Para a magistrada, existe a possibilidade de que o decreto tenha indo além dos limites legais “quando impôs o arranjo obrigatoriamente aberto apenas às facilitadoras que atendem a mais de quinhentos mil trabalhadores, o que não encontra fundamento jurídico de validade na lei regulamentada, fazendo com que se configure a probabilidade do direito”.
A juíza manteve, contudo, diversas outras obrigações previstas no decreto e que entraram em vigor nesta terça, como o teto de 3,6% para a taxa cobrada pelas empresas de benefícios e o limite de 15 dias para que as mesmas repassem para os estabelecimentos os valores gastos pelos trabalhadores.
A Alelo disse que não comentaria a decisão, da qual ainda cabe recurso por parte da Advocacia-Geral da União (AGU).
No processo, a União alegou, entre outros argumentos, que as regras anteriores levaram à consolidação de um “oligopólio com poucas empresas” no país, no qual as quatro maiores operadoras – Alelo, VR Benefícios, Ticket e Pluxee (antiga Sodexo) – dominam 80% do faturamento, controlando uma rede fechada de estabelecimentos.
Vigência
Nenhuma das liminares concedidas suspendem a vigência do decreto sobre o PAT como um todo. Os efeitos das decisões também são restritos a cada empresa. Dessa maneira, a norma segue em pleno vigor e deve ser cumprida pelas demais empresas que atuem no programa.
A obrigatoriedade de observância das novas regras, como o teto de taxas e os prazos de liquidação, é imediata para todo o mercado, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Criado em 1976, o PAT é a política pública mais antiga do MTE e vai completar 50 anos em 2026. O programa conta com 327 mil empresas cadastradas e alcança 22,1 milhões de trabalhadores em todo o país.
Fonte: Agência Brasil
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