Polícia
PF deflagra operação e prende traficantes após grande apreensão de drogas em Rondônia
A Operação Compacto, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (05/02), é um desdobramento direto de uma grande apreensão de drogas realizada em julho de 2025, em Vilhena (RO), que revelou a atuação de uma organização criminosa especializada no tráfico interestadual de entorpecentes.
As investigações tiveram início no dia 9 de julho de 2025, quando a Polícia Rodoviária Federal apreendeu cerca de 1,2 tonelada de maconha e derivados da droga, incluindo skunk e haxixe, escondidos em um caminhão-trator que havia saído do Paraná com destino a Rondônia. Durante a fiscalização, os agentes também encontraram comprimidos de anfetamina, substância de uso proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O motorista do veículo, um homem de 43 anos, foi preso em flagrante e encaminhado à autoridade policial.

A partir dessa prisão, a Polícia Federal passou a aprofundar as apurações e identificou que o transporte da droga fazia parte de um esquema estruturado, com divisão de tarefas entre os integrantes do grupo criminoso. Segundo as investigações, a organização utilizava veículos do tipo “batedor” para monitorar rodovias e alertar sobre possíveis fiscalizações, além de empregar terceiros para dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis pelo tráfico.
Com base nas provas reunidas ao longo dos meses, a Justiça Federal de Vilhena autorizou a deflagração da Operação Compacto, que resultou no cumprimento de três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão na cidade de Curitiba (PR). A ação mobilizou 23 policiais federais e contou com o apoio operacional de equipes lotadas no Paraná, em suporte à investigação conduzida pela Polícia Federal em Rondônia.
Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico. Somadas, as penas podem ultrapassar 25 anos de reclusão.
Fonte: PF
Polícia
Criminosos que fizeram deputado refém dentro de casa são condenados
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Pimenta Bueno, denunciou os agentes envolvidos pela prática de roubo e extorsão contra o Deputado Estadual Jean Mendonça e sua família, que culminou na condenação dos denunciados pela 1ª Vara Criminal de Pimenta Bueno, conforme sentença proferida no dia 17 de março.
Os agentes invadiram a residência do parlamentar, no dia 3 de outubro de 2025, e, de posse de arma de fogo, ameaçaram as vítimas, exigiram dinheiro, joias e veículos. A ação foi interrompida após a esposa do deputado conseguir fugir e acionar a Polícia Militar.
O crime
Os condenados renderam o deputado dentro de sua casa. Ele foi obrigado a deitar no chão sob ameaça de arma de fogo. A esposa dele também foi rendida e agredida com um pedaço de madeira. Os criminosos roubaram celulares, alianças e uma corrente de ouro.
Durante a ação, uma prima do deputado chegou ao local, alertada por uma funcionária. Ela também foi rendida, teve o celular levado e foi ameaçada de morte. Após o roubo, os condenados mantiveram as vítimas presas por cerca de uma hora. Exigiram mais dinheiro, joias e armas de fogo que pudesse haver na casa. A residência foi revirada durante o crime.
O grupo planejava fugir levando duas camionetes do deputado e as vítimas como reféns. A esposa do parlamentar conseguiu se soltar e correr até um comércio vizinho, onde pediu ajuda. A Polícia Militar cercou a casa e impediu a fuga. Um dos acusados conseguiu escapar. Os outros dois, incluindo um adolescente, entregaram-se. Dias depois, o elemento que havia fugido foi capturado pela polícia.
Condenação
Os réus foram condenados pela prática dos crimes de roubo e extorsão, mediante o uso de arma de fogo e com restrição de liberdade das vítimas, assim como por corrupção de menores, por terem envolvido um adolescente na prática das infrações. As penas somadas totalizaram 30 anos de reclusão.
Condenação do adolescente
Em relação à participação de adolescente infrator nos fatos supracitados, destaca-se que o Ministério Público representou o adolescente T.F.O. em 4 de outubro de 2025, nos autos n. 7005851-11.2025.8.22.0009, pela prática do ato infracional análogo ao delito previsto no artigo 157, §2º, incisos II, V, e § 2º-A, inciso I, do Código Penal. Em 13 de novembro de 2025 a ação socioeducativa foi julgada procedente, com a aplicação da medida socioeducativa de internação ao representado, sem a realização de atividades externas, nos termos dos artigos 112, inciso VI, e 121 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n. 8.069/90).
Fonte: MPRO
Polícia
Irmãos de 4 e 6 anos são achados mortos dentro de carro
Dois meninos, de 4 e 6 anos, foram encontrados mortos, com sinais de violência, dentro de um carro, na madrugada desta segunda-feira (23/3), na Praia Grande, litoral sul de São Paulo. Os dois primos eram criados juntos na mesma casa e cresceram como irmãos de criação. Eles estavam desaparecidos desde a tarde de domingo (22/3).
Segundo a Polícia Militar (PM), os corpos de Henry Miguel e Pedro Henrique estavam dentro de um veículo em um terreno na Rua Silvia Dias, na Vila Sônia. Ambas as vítimas tinham sinais de agressão.
Familiares procuravam pelos meninos desde a tarde de domingo. Os pais trabalhavam na praia, e as crianças eram cuidadas pela avó.
Nas redes sociais, a tia das vítimas chegou a fazer um apelo por ajuda na busca pelos sobrinhos. “Sou tia das crianças. A mãe e o pai estavam trabalhando. As crianças estavam com a avó. Eles brincavam em frente da casa, na companhia da avó, quando ela entrou para beber água e voltou rápido, mas elas não estavam mais lá”, escreveu.
As circunstâncias sobre como o carro foi encontrado e a dinâmica do crime ainda não foram divulgadas. O caso segue em andamento. A Polícia Civil abriu uma investigação.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Bebê de 2 meses chega morto à UPA com sinais de violência e pais são presos
Um casal, de 39 e 34 anos, foi preso em flagrante na madrugada deste domingo (22), em Sinop (MT), suspeito de envolvimento na morte do próprio filho, um bebê de apenas dois meses. Eles devem responder por homicídio culposo e maus-tratos.
A criança foi levada já sem vida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Menino Jesus, apresentando sinais evidentes de violência, além de rigidez cadavérica.
De acordo com o registro policial, a equipe médica acionou a Polícia Militar após identificar inconsistências na versão apresentada pelos pais. O pai afirmou que o bebê teria passado mal poucos minutos antes de dar entrada na unidade.
No entanto, durante a avaliação clínica, os profissionais constataram que o óbito não era recente. A rigidez do corpo indicava que a morte havia ocorrido, possivelmente, há cerca de duas horas.
Durante o exame mais detalhado, também foram identificados indícios de agressão, como afundamento no crânio e marcas nas costas da criança.
Diante da situação, os policiais realizaram a prisão do casal ainda na unidade de saúde. Ambos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Sinop, onde permanecem à disposição da Justiça enquanto o caso é investigado.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Repórter MT
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