Polícia
STJ nega soltura a ex-policiais civis de Rondônia presos com drogas no Mato Grosso
Presos desde outubro de 2023 por envolvimento com o tráfico de drogas, os ex-policiais civis de Rondônia José Pedro de Souza Ramos e Alexandre Francisco tiveram mantida a condenação de 9 anos e 7 meses de prisão. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o recurso apresentado pela defesa e rejeitou o pedido de liminar para soltura dos réus, em decisão proferida na última segunda-feira (5) pelo presidente da Corte, ministro Herman Benjamin.
O caso teve início em outubro de 2023, quando os dois foram presos pela Polícia Rodoviária Federal no município de São José dos Quatro Marcos (MT), após uma perseguição que começou em Pontes e Lacerda. Durante a abordagem, eles se identificaram como policiais civis de Rondônia e portavam armas, distintivos e uniformes. Na caminhonete Hilux em que estavam, os agentes encontraram cerca de 200 quilos de drogas, entre skunk e cocaína, acondicionados em caixas térmicas e malas.

Em razão do crime, José Pedro e Alexandre foram posteriormente demitidos da Polícia Civil de Rondônia, em janeiro de 2025, e seguem presos desde a data da prisão. A Justiça entendeu que as provas confirmaram a atuação dos ex-agentes no transporte de grande quantidade de entorpecentes.
Na tentativa de reverter a condenação, a defesa alegou que a participação dos réus no crime teria sido pontual e que eles teriam direito ao benefício do tráfico privilegiado. No entanto, o ministro Herman Benjamin considerou que não há ilegalidade evidente nas decisões anteriores e que os argumentos apresentados não justificam a concessão do benefício em análise preliminar, mantendo a condenação e a prisão dos ex-policiais.
Polícia
Homem é preso com cocaína e maconha durante operação em Rondônia
A Polícia Federal, com apoio do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON), realizou, nesta quinta-feira (10/9), diligências em uma área de mata no município de Guajará-Mirim/RO.
Durante a ação, foram apreendidos aproximadamente 1 kg de cocaína em pó e 1,5 kg de maconha, além de uma balança de precisão e um aparelho celular.
Um homem foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Federal, onde foram realizados os procedimentos cabíveis.
As investigações prosseguem para apurar as circunstâncias dos fatos e verificar a eventual participação de outras pessoas.
Fonte: Polícia Federal
Polícia
Suspeito de abusar da enteada e da sobrinha é preso
Um homem foi preso nesta quinta-feira (10) investigado pelo crime de estupro de vulnerável. Segundo as investigações, duas meninas menores de 14 anos teriam sido vítimas. De acordo com as informações apuradas, uma das vítimas seria enteada do suspeito, enquanto a outra teria vínculo familiar com ele na condição de sobrinha e afilhada. Os crimes teriam ocorrido na área urbana do município de Parintins.
As investigações da Polícia Civil do Amazonas, por meio da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Parintins, reuniram elementos que levaram à representação pela prisão do suspeito.
Após a decisão judicial, equipes da Polícia Civil localizaram o investigado e cumpriram o mandado nesta quinta-feira.
As vítimas permanecem acompanhadas pela rede de proteção e recebem atendimento especializado. Conforme informado no caso, elas apresentam depressão, ansiedade, automutilação, relacionados à violência sofrida, com acompanhamento no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).
Após a prisão, o investigado deverá ser submetido à audiência de custódia e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: D24am
Polícia
Maior traficante de armas da América do Sul é extraditado para o Brasil
O argentino Diego Hernán Dirísio, conhecido como “mestre das armas”, foi extraditado para o Brasil nesta quarta-feira (9/9), informou o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O homem, apontado como o maior traficante de armamentos da América do Sul, era procurado pela Justiça brasileira desde 2024.
Dirísio estava preso na Argentina havia mais de dois anos, quando foi detido em uma operação da Interpol após ter seu nome incluído no alerta internacional a pedido de autoridades brasileiras.
O “mestre das armas” é acusado de operar um esquema de tráfico internacional em que armas fabricadas em países como Croácia, Turquia, Tcheca e Eslovênia eram contrabandeadas para a América do Sul. A então namorada de Dirísio, Vanessa Nardi Aranda, também fazia parte da organização.
Segundo investigações brasileiras, parte dos equipamentos foram destinados às facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).
A Polícia Federal (PF) estima que o esquema movimentou cerca de R$ 1,2 bilhão em um período de três anos.
A previsão é de que agora o argentino seja julgado e, caso condenado, cumpra pena no Brasil.
Fonte: Metrópoles
