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Polícia

Enfermeira é assassinada e ex-companheiro, policial militar, é o principal suspeito

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Uma enfermeira identificada como Ana Beatriz Cavalcante (foto em destaque), de 29 anos, foi assassinada com um tiro na noite desta sexta-feira (12/12). O principal suspeito do crime é um policial militar, ex-companheiro da vítima. Ele se envolveu em um acidente ao tentar fugir do local do crime, ocorrido em Penedo (AL).

À coluna, a Polícia Militar de Alagoas (PMAL) informou que uma guarnição do 11º Batalhão foi acionada por populares para atender a uma ocorrência de feminicídio. No local, os policiais encontraram o corpo de Ana Beatriz com um ferimento provocado por arma de fogo.

De acordo com testemunhas, o crime teria sido praticado pelo ex-companheiro da vítima, um policial militar que não aceitava o fim do relacionamento.

Ainda segundo os relatos, o autor se envolveu em um acidente durante a fuga, deixando o carro totalmente destruído. A PM informou, ainda, que ele foi resgatado por um veículo ainda não identificado e conseguiu fugir.

A corporação ressaltou que informações sobre o paradeiro do suspeito podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia (181).

“Perda irreparável”

A Santa Casa de Misericórdia de Penedo publicou uma nota de pesar pelo falecimento. Ana Beatriz era enfermeira do Hospital Regional.

“Era uma profissional dedicada, reconhecida pelo compromisso com o cuidado ao próximo, pela ética no exercício da enfermagem e pelo respeito com que tratava pacientes, colegas e toda a comunidade hospitalar. Sua partida precoce deixa um vazio irreparável entre familiares, amigos e companheiros de trabalho”, diz o pronunciamento.

A instituição declarou, ainda, repudiar toda e qualquer forma de violência, especialmente a violência contra a mulher. “Que Ana Beatriz Cavalcante seja lembrada por sua trajetória de dedicação à saúde e ao cuidado com o próximo.”

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Governo diz que viagem de tenente-coronel preso com remédios ilegais era pessoal

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O Governo de Rondônia informou nesta segunda-feira (4) que a viagem realizada pelo tenente-coronel da Polícia Militar Davi Machado de Alencar ao Paraguai ocorreu em caráter estritamente pessoal, sem qualquer relação com compromissos oficiais do Estado. O militar, que exerce a função de diretor executivo na Secretaria de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat), foi preso após ser flagrado tentando entrar no Brasil com uma grande quantidade de medicamentos emagrecedores.

De acordo com a secretaria, o deslocamento feito no último sábado (2) não integrava agenda institucional e não contou com diárias, passagens ou qualquer outro recurso público. A pasta ressaltou ainda que o caso está restrito à esfera privada do servidor.

Em nota, a Sepat também destacou que Davi Machado de Alencar sempre exerceu suas funções com competência, responsabilidade e compromisso com o serviço público.

A prisão ocorreu na Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu, durante uma operação de fiscalização da Receita Federal e da Polícia Federal na região de fronteira. Conforme as autoridades, o oficial transportava de forma irregular mais de 300 ampolas de medicamentos à base de tirzepatida, além de quatro ampolas de retratutida.

No momento da abordagem, o tenente-coronel declarou que os produtos seriam destinados ao uso familiar. No entanto, devido à quantidade apreendida, ele foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal, autuado em flagrante e posteriormente liberado após pagamento de fiança no valor de R$ 30 mil.

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Polícia

Começa julgamento de chacina em Rondônia

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Teve início nesta segunda-feira (4) pela manhã, em Guajará-Mirim, o julgamento referente à chacina que vitimou quatro pessoas da mesma família no bairro Santa Luzia, em 30 de dezembro de 2013. A sessão de júri popular é realizada no Tribunal do Júri da comarca. O principal acusado, Tanus dos Santos, é apontado como autor dos disparos que mataram a namorada, os dois filhos dela e o irmão, em um crime motivado por ciúmes.

As vítimas foram Luciane Almeida, que na época tinha 28 anos, seus filhos Renato Almeida Paiva, de 5 anos, e Elizandro Almeida Lima Tavares, de 16, além do irmão dela Jokley Lima de Freitas, de 21 anos.

Mesmo foragido desde 11 de abril de 2016, quando fugiu do presídio Pandinha, em Porto Velho, o réu é julgado à revelia. O crime ganhou grande repercussão pela brutalidade e pelo fato de todas as vítimas serem da mesma família.

A sessão é presidida pelo juiz do TJRO Renan Kirihata. Na acusação, atuam os promotores de Justiça Luciano Aquino Rodrigues e Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues, do Ministério Público do Estado. A defesa é representada pelos defensores públicos estaduais Pedro Graziel Filgueira Peixoto e Gabriel Rabi Mendes Chaves.

A expectativa é que a sessão se estenda ao longo de todo o dia, com os detalhes do caso sendo apresentados pelas testemunhas e debates entre acusação e defesa, até a decisão final do corpo de jurados.

Fonte: TJRO

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Polícia Civil prende suspeito de feminicídio em terra indígena

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia de São Miguel do Guaporé, prendeu, na manhã desta segunda-feira (05), o suspeito de assassinar a indígena C. A. O crime ocorreu na Terra Indígena Arikapú, zona rural do município.

Autor e vítima mantinham um relacionamento afetivo com histórico de conflitos e ameaças. A mulher foi morta com um disparo de arma de fogo e, após a ação, o homem fugiu do local levando a arma utilizada.

O suspeito foi encaminhado ao Sistema Prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil do Estado de Rondônia reforça seu compromisso no combate à violência doméstica e familiar, trabalhando de forma ininterrupta para que crimes contra a vida, especialmente contra mulheres e populações vulneráveis, não fiquem impunes.

DENUNCIE Colabore com a segurança pública. Denúncias podem ser feitas pelos números 197

WhatsApp (69) 3216-8940.
O sigilo é garantido.

Fonte: Polícia Civil

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