Polícia
ATUALIZADA: Ex-presidiário é executado com tiro na cabeça em frente de residência na zona leste
Juliano Queiroz Steffen, de 35 anos, ex-presidiário, foi encontrado morto com um tiro na cabeça durante a madrugada desta terça-feira (09/04), na Avenida Rio de Janeiro, no bairro Lagoinha, zona Leste de Porto Velho (RO).
De acordo com informações da Polícia Militar, até o momento, ninguém se apresentou como testemunha ocular do crime. Apenas o som do disparo foi ouvido pelos moradores locais. A polícia espera utilizar imagens de câmeras de segurança para esclarecer o ocorrido.
Após os trabalhos periciais, o corpo de Juliano foi removido para o Instituto Médico Legal (IML). Ainda de acordo com informações policiais, ele tinha antecedentes criminais e foi vítima de um único disparo na cabeça, além de ter sido atingido na mão enquanto aparentemente tentava se defender.
Uma mulher de 58 anos relatou ter ouvido Juliano gritando por socorro em frente à sua residência, antes de cair ferido. Ela afirmou conhecer a vítima.
Agentes da 1ª Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DERCCV) serão encarregados da investigação.


Polícia
Homem é encontrado morto sobre árvore após dias desaparecido
A vítima encontrada morta em cima de um pé de tamarindo, na manhã desta quinta-feira (10), foi identificada como Valdirlei Gonçalves da Silva, de 50 anos. O corpo estava em uma residência localizada no cruzamento das ruas José Bonifácio e Álvaro Maia, no bairro Olaria, em Porto Velho.
Segundo informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, Valdirlei morava no imóvel e costumava subir na árvore para colher tamarindos. Ele estava desaparecido, e moradores perceberam um forte odor antes de encontrarem o corpo, que já estava em avançado estado de decomposição.
Há suspeita de que a vítima tenha sofrido um mal súbito enquanto estava na árvore, mas a causa da morte ainda não foi confirmada.


Matéria em atualização
Polícia
Mulher é suspeita de matar a mãe a marteladas após vê-la com o companheiro
A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu uma mulher suspeita de matar a mãe a marteladas, em São Gonçalo, região metropolitana do estado Fluminense, nessa quarta-feira (9/9). A filha teria cometido o crime após ver o companheiro junto com a mãe e acreditar que ambos mantinham relações sexuais por 9 anos.
A vítima foi identificada pela polícia como Delza Maria Alves Costa, de 77 anos.
De acordo com a investigação, a suspeita foi com um martelo em mãos para casa da mãe, situada em Itaboraí. No local, teria encontrado a mãe e o companheiro juntos.
Posteriormente, a suspeita questionou a mãe sobre a suposta relação sexual com o campanheiro. Após a resposta, ela passou a destruir objetos, móveis da casa e, em seguida, atingiu a vítima com diversas marteladas no corpo dela, incluindo a cabeça.
O companheiro tentou interromper as agressões mas também foi atingido com uma martelada na cabeça.
Após o caso ser comunicado à PCERJ, agentes fizeram diligências no local, cruzamento de dados com investigadores da corporação e desvenderam a dinâmica do crime. Com isso, a mulher foi localizada e presa em São Gonçalo.
“As diligências realizadas pela equipe da Delegacia de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) revelaram ainda que a presa já havia agredido a própria mãe em outras ocasiões e feito ameaças de morte contra ela”, informou a PCERJ.
Revelada a dinâmica do crime, policiais a interrogaram e a suspeita confessou que foi a autora das marteladas que resultaram na morte da mãe.
A suspeita irá responder por feminicídio, em contexto de violência doméstica e familiar, “com agravamento em razão da idade da vítima”. Ela está presa de forma preventiva e segue à disposição da Justiça.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Operação “Ganatum II” combate esquema de sonegação de ICMS no setor pecuário
O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Rondônia (CIRA/RO) deflagrou, nesta quinta-feira (10/9), a Operação GANATUM II, destinada a combater um esquema estruturado de sonegação de ICMS relacionado à comercialização interestadual de gado entre Rondônia e Mato Grosso.
A investigação apura a atuação de uma possível organização criminosa voltada à prática de crimes contra a ordem tributária. Conforme os indícios reunidos, animais eram adquiridos de produtores rurais rondonienses sem a emissão das correspondentes notas fiscais, utilizando-se apenas a Guia de Trânsito Animal (GTA).
Na sequência, eram emitidos documentos fiscais simulando a transferência dos bovinos entre estabelecimentos pertencentes ao mesmo titular, com a utilização indevida da hipótese de não incidência do ICMS. Os animais, contudo, seriam entregues diretamente aos verdadeiros compradores em Mato Grosso, sem o devido registro das operações perante os órgãos fazendários.
As apurações também identificaram indícios da utilização de pessoas interpostas para ocultar os reais operadores e beneficiários das transações, bem como de propriedade rural desprovida de estrutura compatível com o expressivo volume de animais formalmente movimentado. O estabelecimento teria sido utilizado apenas para conferir aparência de regularidade às operações.
Até o momento, as investigações identificaram operações que, em conjunto, superam R$ 30 milhões, evidenciando a elevada dimensão econômica das transações sob apuração.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 12 endereços, distribuídos por seis municípios dos estados de Rondônia e Mato Grosso.
A ação mobilizou aproximadamente 70 integrantes e foi realizada de forma integrada pelo Ministério Público do Estado de Rondônia, por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (GAESF), pela Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia, pela Procuradoria-Geral do Estado de Rondônia e pelas Polícias Civis dos Estados de Rondônia e Mato Grosso.
A Operação GANATUM II reafirma o compromisso das instituições integrantes do CIRA/RO com o combate à fraude fiscal estruturada, a proteção da ordem tributária e a recuperação de recursos públicos.
Fonte: MPRO
