Polícia
Aluno agride professor em RO e Sintero exige ações para prevenir violência nas escolas
Um episódio de violência dentro de uma sala de aula reacendeu o debate sobre a segurança no ambiente escolar em Rondônia. Um professor da Escola Estadual Simon Bolívar, localizada em Guajará-Mirim, foi agredido por um aluno menor de idade durante o horário de aula. O incidente ocorreu recentemente e provocou forte repercussão entre educadores, pais e autoridades do estado.
De acordo com informações preliminares, o educador foi atacado enquanto desempenhava suas atividades em sala de aula. Por se tratar de um menor, a escola optou por preservar a identidade do estudante, adotando medidas para garantir sua integridade física e emocional. No entanto, o caso rapidamente ganhou notoriedade, gerando indignação no meio educacional.
Em resposta, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero) divulgou uma nota oficial exigindo providências imediatas por parte das autoridades. A entidade reforçou que situações como essa não podem ser encaradas como casos isolados.
“A violência nas escolas tem se tornado cada vez mais frequente e exige uma resposta enérgica e articulada do poder público. A omissão pode levar a tragédias ainda maiores”, alertou o sindicato em seu comunicado.
O Sintero também pediu a criação e aplicação urgente de políticas públicas que promovam a segurança de professores e estudantes no ambiente escolar. Segundo a entidade, a ausência de medidas efetivas contribui para a sensação de insegurança e desamparo entre os profissionais da educação.
A ocorrência está sendo investigada pelas autoridades locais, e ainda não houve manifestação oficial da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO) sobre o caso.
Enquanto a apuração segue, a comunidade escolar de Guajará-Mirim cobra respostas e reforça a urgência de ações concretas para enfrentar a crescente onda de violência nas unidades de ensino da região.
Polícia
Condenado a mais de 68 anos por estuprar enteados em Rondônia é capturado pela Interpol nos EUA
Um homem de 45 anos, condenado a mais de 68 anos de prisão por três crimes de estupro de vulnerável em Rondônia, foi localizado nos Estados Unidos e preso após uma operação conjunta do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), da Polícia Federal (PF) e da Interpol.
De acordo com o TJRO, os crimes ocorreram entre os anos de 2014 e 2016 e tiveram como vítimas três crianças, com idades de 12, 7 e 4 anos à época dos abusos. A condenação foi expedida pela 2ª Vara Criminal de Guajará-Mirim (RO).
O condenado estava foragido desde maio de 2025, quando foi sentenciado. As autoridades conseguiram rastrear o paradeiro dele após a inclusão do nome na lista de Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo internacional utilizado para localizar e capturar criminosos procurados pela Justiça em outros países.
A Polícia Federal informou que, após ser localizado em território norte-americano, o homem foi capturado e deportado ao Brasil. Ele foi detido em Minas Gerais, onde permanece à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.
A PF não divulgou detalhes sobre como o condenado conseguiu deixar o país nem as circunstâncias exatas da prisão nos Estados Unidos. O caso segue sob acompanhamento das autoridades brasileiras.
Polícia
Estudante de medicina e mãe, naturais de Rondônia, morrem em grave acidente na BR-070, em Mato Grosso
Uma mãe e a filha morreram em um grave acidente de trânsito registrado na manhã desta quinta-feira (15), na BR-070, em Cáceres, município localizado a cerca de 250 quilômetros de Cuiabá (MT).
As vítimas foram identificadas como a estudante de medicina Hilda Isabela Bianchini, de 25 anos, e a mãe dela, Cleusi Terezinha Michalczuk Bianchini, de 59 anos, ambas naturais de Nova Brasilândia D’Oeste.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro em que as duas estavam colidiu frontalmente com um caminhão. Com o impacto da batida, mãe e filha ficaram presas às ferragens e morreram ainda no local do acidente.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e realizaram o trabalho de desencarceramento para a remoção dos corpos. Após a retirada das vítimas, a Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para os procedimentos de praxe e investigação das causas do acidente.
A morte de Hilda causou grande comoção em Cáceres. A faculdade de medicina onde ela cursava o 5º ano divulgou nota de pesar nas redes sociais. A atlética do curso e a Liga Acadêmica de Cirurgia Geral, da qual a estudante foi membro fundadora, também lamentaram a perda e prestaram solidariedade aos familiares e amigos.
As circunstâncias da colisão seguem sendo apuradas pelas autoridades competentes.

Polícia
Polícia Civil deflagra operação contra esquema criminoso que envolvia servidores do IPAM na gestão Hildon Chaves
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO-II), deflagrou, no início da manhã desta sexta-feira (16), a Operação Sutura, com o objetivo de cumprir medidas cautelares de busca e apreensão, afastamento de função pública, sequestro e indisponibilidade de bens, entre outras providências judiciais, no âmbito de investigações que apuram fraudes no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho – IPAM.
As investigações indicam que uma empresa do ramo de Fonoaudiologia, credenciada exclusivamente para a prestação de serviços básicos de saúde, passou a faturar procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, em desacordo com os termos contratuais, além de praticar superfaturamento de valores. O esquema criminoso envolvia servidores públicos do IPAM e particulares, mediante manipulação de sistemas informatizados, duplicação de guias médicas e realização de pagamentos irregulares, ocasionando prejuízos aos cofres públicos.
Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim, além de medidas judiciais de afastamento de agentes públicos de suas funções, bem como sequestro e indisponibilidade de bens, visando assegurar a reparação do dano e a efetividade da persecução penal.
A operação conta com o apoio do Departamento de Combate à Corrupção (DECCO), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRO), da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE/PCRO), bem como de diversas delegacias de polícia.

Fonte: Assessoria da Polícia Civil
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