Polícia
Quem é o ex-PM de Rondônia que fugiu de prisão militar no Amazonas
O ex-policial militar de Rondônia Silvio Sanddi Lazari Pinto fugiu das instalações do Núcleo Prisional da Polícia Militar do Amazonas (NPPM), nessa terça-feira, 25. A unidade militar fica localizada no bairro Monte das Oliveiras, na Zona Norte de Manaus. Silvio é reincidente na prática de fuga e foi transferido para Manaus após fugir do presídio militar de Santo Antônio de Leverger, em Cuiabá (MT).
O ex-militar estava preso após ser condenado pelos crimes de homicídio e porte ilegal de arma de fogo. Além desses crimes, ele também responde a outros processos. Silvio ingressou na Polícia Militar de Rondônia (PM-RO) em 2006 e foi desligado em 2015 depois de várias apurações contra as condutas dele na corporação.
A CENARIUM entrou em contato com a assessoria de comunicação da PM-AM, por meio do e-mail disponibilizado para atendimento à imprensa, para pedir um posicionamento sobre o caso. A reportagem também questionou a corporação sobre a prisão, em flagrante, da Guarda Militar que estava no local da fuga. Até o momento não houve retorno
A primeira fuga do ex-policial de uma unidade militar ocorreu em 28 de junho de 2021, no presídio militar de Santo Antônio de Leverger, na capital de Mato Grosso, onde ele estava preso desde de maio do mesmo ano. Na época que ele fugiu, a Secretaria de Segurança Pública informou que ele cumpria a pena de dez anos e seis meses com progressão de pena prevista para 4 de agosto de 2022.
O ex-militar serrou a grade da cadeia no momento da fuga, que ocorreu por volta de 4 horas da madrugada de 28 de junho de 2024. “O recuperando Silvio Sanddi Lazari Pinto, ex-policial militar do Estado de Rondônia, serrou a grade e fugiu da Cadeia Pública de Santo Antônio de Leverger“, declarou a pasta.
Além de responder por homicídio e porte ilegal de arma, Silvio Sanddi foi condenado em um processo a 54 anos de prisão por vários crimes, como roubo qualificado, extorsão com restrição de liberdade da vítima e ameaça. Ele foi preso por ter dois mandados de prisão em aberto, expedidos pela Vara de Execuções Penais de Porto Velho e pela 1ª Vara Criminal de Ariquemes (RO).
O ex-militar foi preso na cidade de Pontes de Lacerda (MT), distante 349 quilômetros de Cuiabá. No momento da prisão, ele resistiu e tentou tomar uma das armas de fogo dos policiais empregados na abordagem. Após a prisão, ele ficou preso no presídio da capital do Estado, de onde fugiu cerca de um mês depois.

Polícia
Mulher é achada degolada horas após marido morrer em batida de carro
A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de um casal em Itapetininga, interior do estado, nessa terça-feira (16/6). Diego da Silva Rodrigues, de 35 anos, morreu após um acidente de trânsito por volta das 6h. Algumas horas depois, a esposa dele, Sara Letícia Antunes Oliveira Rodrigues, de 25, foi encontrada degolada dentro de casa. As autoridades suspeitam de que Diego tenha matado Sara e também provocado o acidente que causou sua morte.
Segundo o boletim de ocorrência, o irmão de Sara recebeu uma ligação comunicando sobre o acidente de trânsito envolvendo o cunhado. No telefonema, ele também foi informado de que a mulher não estava respondendo às tentativas de contato.
O irmão foi até a casa de Sara, mas não conseguiu localizá-la. Então, decidiu ir até o pronto-socorro e o Plantão Policial, também sem sucesso. Pouco tempo depois, ele foi informado de que o cunhado havia morrido no acidente.
Aos policiais, ele relatou que o cunhado apresentava comportamentos de “descontrole emocional”, por isso passou a suspeitar de que algo tivesse acontecido com Sara. O irmão voltou à residência, pulou o muro e, dentro do imóvel, identificou Sara degolada na cama com manchas de sangue. Ele chamou o socorro e tentou reanimar a irmã por cerca de 30 minutos, mas não obteve sucesso.

Carro invadiu a contramão
- Diego da Silva Rodrigues morreu após uma batida de trânsito com um caminhão na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), altura do quilômetro 185.
- Segundo informações da equipe da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o caminhoneiro relatou que trafegava normalmente quando o carro dirigido por Diego invadiu a contramão.
- O motorista da carreta disse que não teve tempo de desviar, e os dois veículos colidiram frontalmente.
- O caminhoneiro ficou preso nas ferragens, mas foi socorrido sem ferimentos graves.
A certidão de casamento e o celular de Diego foram apreendidos e serão periciados. O caso foi registrado como feminicídio no 3º Distrito Policial de Itapetininga. Segundo a polícia, os indícios sugerem que Diego matou a esposa e depois cometeu suicídio.
Metrópoles
Polícia
Trabalhador morre em acidente com toras de madeira em serraria
Um trágico acidente de trabalho resultou na morte de José Roberto Benha, de 48 anos, popularmente conhecido como Sadan. O fato ocorreu em uma serraria situada na Linha JK, zona rural localizada a aproximadamente 67 quilômetros do município de Espigão do Oeste. A vítima era moradora da cidade e trabalhava no transporte de toras de madeira quando foi atingida fatalmente pela carga. José Roberto chegou ao pátio da serraria acompanhado pelo filho, que também conduzia um caminhão carregado com madeira.
Segundo relatos obtidos, o motorista desceu do veículo e deu início ao processo de liberação da carga, soltando os cabos de aço. Ele orientou o filho a realizar o mesmo procedimento no outro caminhão. Instantes após se afastar, o filho ouviu um estrondo e, ao retornar, encontrou o pai já caído, atingido por uma das toras. A vítima não resistiu e veio a óbito ainda no local. O transporte de madeira em toras exige cuidados rigorosos devido à instabilidade e ao peso da carga, fatores que demandam atenção constante, especialmente após o tráfego em estradas rurais e trechos de difícil acesso.
A liberação dos dispositivos de amarração, como cabos de aço, é um momento crítico da operação, exigindo que os profissionais mantenham distância de segurança contra eventuais deslizamentos das peças empilhadas sobre a carroceria dos caminhões. A Polícia Militar foi prontamente acionada para atender a ocorrência e isolar a área. Uma equipe da perícia técnica realizou os procedimentos de praxe no pátio da serraria para apurar as circunstâncias exatas do acidente. Após a conclusão dos trabalhos periciais, o corpo de José Roberto Benha foi liberado para os serviços da funerária de plantão. O caso causa comoção entre os profissionais do setor de transporte de madeira na região de Espigão do Oeste.
Polícia
PC deflagra operação “Caixa de Pandora” e prende suspeito de furtos de transformadores de energia
A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 1ª e da 2ª Delegacias de Polícia da Capital, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (17), a Operação “Caixa de Pandora”, destinada ao combate a uma sequência de furtos de transformadores de energia registrados em pequenas propriedades rurais da região.
Durante a ação, coordenada pela 1ª DP, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em imóveis e em uma empresa vinculada aos investigados. As diligências resultaram na apreensão de grande quantidade de transformadores de energia com indícios de adulteração, sem plaquetas de identificação e numeração de série, além de diversas plaquetas metálicas avulsas contendo dados identificadores de equipamentos, carcaças de transformadores e outros materiais relacionados à investigação. Também foi cumprido mandado de prisão preventiva em desfavor de I.I.P.C., apontado como principal investigado no esquema criminoso.
As investigações indicam que os suspeitos atuavam na comercialização irregular de transformadores recondicionados, que eram vendidos a pequenos produtores rurais. Conforme apurado, após a instalação parcial dos equipamentos, sem a efetiva ligação da rede elétrica, os envolvidos retornavam posteriormente aos locais para subtrair os transformadores e revendê-los a novas vítimas, gerando prejuízos sucessivos aos proprietários rurais.
A operação integra as ações permanentes da Polícia Civil voltadas ao enfrentamento dos crimes contra o patrimônio. As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e apurar a extensão dos prejuízos causados pelo grupo criminoso.
