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Polícia

BANK II: PF deflagra operação em combate a organização criminosa em Rondônia e Amazonas

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou na manhã dessa quarta-feira (26/2), a Operação Bank, fase 2, em Porto Velho/RO e Humaitá/AM para combater uma Organização Criminosa que furtava agências bancárias e lojas. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e efetuadas 2 prisões. 

A fase 1 da operação começou em novembro de 2023, após um furto de R$ 221. 950,00 na Caixa Econômica Federal em Porto Velho. A investigação revelou que o grupo usava ferramentas para arrombar agências e que vários furtos ocorreram na região, com alguns membros sendo presos em flagrante. Nesta fase, 9 nove pessoas foram identificadas.

A investigação revelou que presos de outro estado recrutaram um indivíduo em Porto Velho para aliciar comparsas. Os furtos ocorreram entre 17 e 20 de novembro de 2023, com os criminosos saindo da Agência sempre que o alarme disparava e retornando no dia seguinte. A operação identificou um líder criminoso preso em Mato Grosso, uma mulher que intermediava a comunicação e outras mulheres que apoiavam os crimes.

Os suspeitos poderão pelos crimes de organização criminosa e furto qualificado mediante arrombamento e concurso de pessoas.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Militar e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), tendo como objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.

PF

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Polícia

Aluna de direito que dá curso para evitar golpe é presa por dar golpe

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio de uma ação coordenada pela 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural), deflagrou a Operação Reflexo, nesta sexta-feira (14/8). A ofensiva teve como objetivo desarticular um esquema refinado de estelionato eletrônico operado por um casal que vendia aparelhos celulares inexistentes pela internet.

O desfecho da investigação chamou a atenção das autoridades policiais e do meio acadêmico: a principal investigada e presa preventivamente durante a operação é Micaelli Araújo, de 22 anos, estudante do 7º semestre de direito e estagiária de um escritório advocatício.

Nas redes sociais, Micaelli mantinha uma postura pública que ironicamente simulava o combate a ilegalidades. A jovem costumava publicar vídeos e orientações ensinando seguidores a desbloquear contas bancárias suspensas por suspeita de fraude e dando dicas para evitar golpes virtuais. Na prática, porém, ela era a própria operadora das fraudes.

Estrutura cenográfica

Ao lado do companheiro, Rafael dos Santos Damasceno, de 25 anos, a universitária construiu uma complexa estrutura de aparência profissional para lesar consumidores em busca de smartphones com preços atrativos.

Segundo os investigadores da 8ª DP, o casal dedicou minucioso cuidado para conferir credibilidade à falsa atividade comercial. Eles criaram e administravam perfis falsos que clonavam rigorosamente a identidade visual de uma renomada loja do setor de telefonia.

Para induzir as vítimas a erro e provocar uma falsa sensação de segurança, os suspeitos montaram uma verdadeira “loja cenográfica” em um cômodo da própria residência, localizada no estado de São Paulo.

O ambiente era minuciosamente decorado com dezenas de caixas vazias de smartphones de última geração, etiquetas, embalagens e fitas de envio postal. Ali, o casal gravava vídeos e tirava fotos personalizadas demonstrando os supostos produtos embalados e prontos para entrega, confortando os compradores antes do pagamento.

Passo a passo do esquema:

  • Clonagem: réplica de perfis oficiais de lojas respeitadas.
  • Loja cenográfica: gravação de vídeos com estoque falso e caixas embaladas.
  • Negociação: atendimento simulado de alta credibilidade.
  • Desaparecimento: recebimento via Pix e bloqueio imediato do comprador.

Ao efetuar os pagamentos via transferência eletrônica, as vítimas percebiam que os produtos jamais seriam enviados, sendo imediatamente bloqueadas em todos os canais de comunicação do casal.

Ação policial

A Operação Reflexo foi cumprida no estado de São Paulo com apoio operacional da Polícia Civil paulista (PCSP) e colaboração do setor de inteligência de uma grande plataforma de comércio eletrônico.

A Justiça deferiu os mandados de prisão preventiva do casal, além de quatro mandados de busca e apreensão. Na ação, os agentes apreenderam os dispositivos eletrônicos e dezenas de caixas utilizadas na composição do cenário falso. Houve ainda o bloqueio cautelar de R$ 20 mil nas contas do grupo.

Ficha dos investigados:

  • Micaelli Araújo (22 anos): estudante do 7º semestre de direito, estagiária. Sem registros criminais anteriores.
  • Rafael dos Santos Damasceno (25 anos): companheiro. Já responde a processo por estelionato virtual no Rio Grande do Sul.
  • Enquadramento Legal: Artigo 171, § 2º-A do Código Penal (Fraude Eletrônica). Pena prevista de 4 a 8 anos de reclusão, além de multa.

De acordo com a PCDF, embora a investigada de 22 anos não possuísse antecedentes, Rafael já respondia a processo por golpe idêntico no Rio Grande do Sul.

A apuração revelou diversas ocorrências espalhadas pelo Distrito Federal e em outros estados. Os dispositivos eletrônicos apreendidos serão submetidos à perícia, e os investigados responderão por estelionato mediante fraude eletrônica, com penas que variam de 4 a 8 anos por crime reconhecido.

Fonte: Metrópoles

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Homem é preso com arma furtada de policial penal

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Um homem foi preso por policiais do 5º Batalhão da Polícia Militar após uma denúncia anônima sobre a presença de uma arma de fogo em uma residência.

De acordo com as informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, a equipe foi até o local e viu o suspeito saindo da casa com o armamento. Ao perceber a chegada dos policiais, ele tentou fugir, mas foi alcançado e abordado.

Durante a revista, a arma foi encontrada e apreendida.

Ainda conforme a ocorrência, o armamento havia sido furtado em 2023 de um policial penal. Na época, a arma foi levada de dentro do carro do agente, nas proximidades do Espaço Alternativo, em Porto Velho.

O suspeito foi preso e encaminhado para a delegacia, junto com a arma apreendida.

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Polícia

Operação prende dois suspeitos de desmatamento ilegal e tráfico de armas

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO2), em conjunto com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM) e Ministério Público, deflagra a Operação Escudo de Cinzas – Fase Hevea, voltada ao combate aos crimes ambientais e ao comércio ilegal de arma de fogo na Unidade de Conservação Estadual Serra dos Reis, em São Francisco do Guaporé.

A ação, que teve apoio da Delegacia Regional de São Miguel do Guaporé, 1ªDP de Ouro Preto D’Oeate, Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) e Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), cumpre mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra investigados que integram organização criminosa dedicada à extração ilegal de madeira nativa e ao tráfico de armas de fogo na região. As investigações, conduzidas pela DRACO2, revelaram a atuação simultânea em dois eixos criminosos por parte dos investigados, sendo o desmatamento e comércio irregular de madeira, e comercialização clandestina de armamentos.

Foram presas preventivamente dois investigados apontados como líderes das respectivas frentes criminosas, além de busca e apreensão em sete endereços nos municípios de São Francisco do Guaporé e Costa Marques. Outros seis investigados foram submetidos a medidas cautelares diversas da prisão, entre elas a proibição de acesso à unidade de conservação e a suspensão de atividades de extração e comercialização de produtos florestais sem licenciamento ambiental.

A Polícia Civil ratifica seu compromisso quanto ao combate a ações que ameaçam a preservação dos ecossistemas amazônicos e a segurança da população, reafirmando que a tutela do meio ambiente e o enfrentamento ao crime organizado caminham lado a lado na promoção da ordem pública e da justiça.

Fonte: Polícia Civil

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