Polícia
Motorista foge após destruir poste e deixar moradores sem energia em Porto Velho
Na madrugada desta quinta-feira (27), um motorista destruiu um poste de energia elétrica após perder o controle do veículo na Avenida Alexandre Guimarães, no cruzamento com a Rua Eduardo Lima e Silva, no bairro Agenor de Carvalho, em Porto Velho (RO). O acidente deixou moradores da região sem energia.
Segundo testemunhas, o condutor do carro, um Volkswagen Voyage, trafegava em alta velocidade no sentido bairro-centro quando colidiu violentamente contra o poste. Ainda de acordo com relatos, o homem aparentava estar embriagado e fugiu do local logo após o acidente, sem prestar esclarecimentos.
A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência e realizar buscas pelo motorista, que até o momento não foi localizado. Equipes da concessionária Energisa também estiveram no local para realizar os reparos na rede elétrica e restabelecer o fornecimento de energia aos moradores afetados.
O caso segue sob investigação para identificar o condutor e apurar as circunstâncias do acidente.


Polícia
Homem é preso suspeito de estuprar enteada de 8 anos
Um homem de 30 anos foi preso na tarde desta quinta-feira (13), no bairro Bom Jardim, em Fortaleza, sob suspeita de estuprar a própria enteada, de 8 anos. A prisão ocorreu após uma denúncia anônima apontar a possível ocorrência de estupro de vulnerável contra a criança.
Policiais foram até o endereço informado e encontraram o suspeito sozinho em um dos quartos. A menina também estava na residência, acompanhada de uma tia.
Durante a ação, os agentes encontraram roupas íntimas da criança no quarto do suspeito. Conforme as investigações, o homem ainda teria tentado destruir o próprio celular e fugir ao perceber a presença dos policiais, mas acabou impedido.
Mensagens encontradas no aparelho também passaram a integrar a investigação. Segundo a polícia, o suspeito teria comentado com outra pessoa sobre o abuso e enviado uma imagem que seria da criança.
O homem foi levado à Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), onde foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável.
A investigação deverá apurar as circunstâncias do crime e reunir outros elementos que possam esclarecer o que ocorreu.
Fonte: G1 Ceará
Polícia
Operação prende suspeitos de lavar dinheiro de fraudes e bloqueia R$ 30 milhões
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (14/8), a Operação Ouroboros, voltada à desarticulação de organização criminosa atuante na lavagem de capitais provenientes de fraudes eletrônicas praticadas contra instituições financeiras.
A operação tem como objetivo desarticular grupo criminoso responsável pela reciclagem de valores subtraídos de instituições financeiras mediante fraudes eletrônicas, com fatos apurados entre os anos de 2025 e 2026. Apenas em um dos episódios investigados, ocorrido em setembro de 2025, o prejuízo causado às instituições vitimadas é estimado em R$ 30 milhões.
Com base na investigação, foi possível verificar que a organização criminosa recrutava terceiros para a cessão de contas bancárias, recebia e pulverizava os valores ilícitos, convertia-os em criptoativos e os retornava ao mercado formal. Veículos e embarcações foram objeto de medidas judiciais de sequestro e de indisponibilidade.
A decisão judicial determinou o cumprimento de 8 mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão, todos em Porto Velho/RO, expedidos pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. Também foram deferidas medidas assecuratórias patrimoniais, como o bloqueio de valores em contas bancárias até o limite de R$ 30 milhões, o sequestro de veículos e embarcações e o bloqueio de ativos virtuais mantidos em corretoras de criptomoedas.
A ação contou com a atuação integrada e o apoio institucional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/RO), bem como da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia e de delegacias especializadas da PC/RO (DERF, DECCON, DERFRVA, DEDSP, DEFRAUDE, DAF, DHPP e DEAM).
A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal Federal.


Fonte: Polícia Federal
Polícia
Pais acorrentam filho dependente de drogas durante crises
Um casal de Rio Branco, no Acre, afirma ter recorrido a uma medida extrema para tentar proteger o filho durante crises relacionadas ao uso de drogas. Raimundo Nonato de Oliveira Amorim, de 56 anos, e Zeneide da Cruz Soares, de 48, contam que chegaram a acorrentar Ruan Zenilto Soares Amorim, de 32 anos, para impedir que ele saísse de casa em momentos de agitação e buscasse drogas.
Segundo os pais, as mudanças de comportamento começaram após o início do uso de drogas, em 2014, e se intensificaram a partir de 2022. Ruan deixou o trabalho como roçador e passou a apresentar episódios de agressividade durante períodos de abstinência.
A família afirma que, nas crises, ele quebra objetos, fala de forma desconexa e fica agitado. Com medo de serem feridos, os pais escondem facas, terçados e outros objetos que possam representar risco.
Família busca diagnóstico
Ruan já passou por atendimentos em Caps, UPAs e hospitais, mas os pais afirmam que ainda não conseguiram um diagnóstico definitivo nem acesso ao tratamento que consideram necessário.
Em julho, ele foi levado a uma UPA após apresentar um quadro descrito no atendimento médico como psicose induzida pelo abuso de cocaína, maconha e crack. O homem permaneceu na unidade entre os dias 22 e 27.
A Secretaria de Saúde do Acre orienta que a investigação diagnóstica comece em uma unidade básica de saúde, com avaliação médica e posterior encaminhamento para atendimento psiquiátrico especializado. Em situações de crise, a recomendação é procurar os serviços de urgência.
Corrente virou medida extrema
Os pais relatam que passaram a usar uma corrente presa a uma estrutura de ferro na parede para impedir que Ruan deixasse a residência durante as crises. Segundo Raimundo, o próprio filho já teria pedido para ser contido por medo de sair em busca de drogas e acabar ferido.
A medida, porém, não é vista pela família como solução. Após uma das internações, Ruan ficou acorrentado por três dias, mas foi solto depois que apresentou uma piora no comportamento.
A família afirma que o objetivo era evitar que ele sofresse novas agressões. Em 2016, Ruan foi baleado em uma tentativa de homicídio e, segundo os pais, também já sofreu outras violências relacionadas ao envolvimento com drogas.
Família pede tratamento
Os pais, que vivem de trabalhos informais, afirmam estar esgotados e pedem ajuda do poder público para conseguir tratamento especializado para o filho.
Especialistas ouvidos sobre o caso destacam que situações envolvendo dependência química e crises de comportamento precisam ser acompanhadas por uma rede de saúde mental, com participação dos Caps, serviços de urgência e assistência social.
Em casos de crise com risco para o paciente ou outras pessoas, a orientação é acionar o Samu ou procurar atendimento de emergência.
A família também pode buscar orientação junto aos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), que reúne diferentes unidades para acompanhamento de pessoas em sofrimento mental e com problemas relacionados ao uso de drogas.
Fonte: G1 Acre
