Polícia
Dois jovens são presos suspeitos de assaltarem posto de combustíveis
A Polícia Militar foi acionada e compareceu a um posto de combustíveis na cidade de Cabixi, onde havia acabado de acontecer um assalto praticado por dois jovens, um de 23 anos e o outro que havia completado 18 duas semanas atrás.
Em contato com o frentista de 25 anos, os policiais receberam a informação de que, após dois homens em uma moto Honda CG Titan de cor azul chegar ao estabelecimento, um deles rendeu a vítima, fazendo menção de sacar o que aparentava ser uma arma de fogo que estava sob a roupa.
Enquanto um dos ladrões pegava R$ 500,00 que estavam no caixa, o comparsa dele fazia ameaças a um cliente presente no local, usando um canivete para intimidar o homem. Em seguida, os dois fugiram em alta velocidade na moto.
Após análise das imagens das câmeras de monitoramento da empresa, que confirmaram a versão do frentista, os policiais fizeram diligências pela cidade e achegaram até dois suspeitos, que estavam bebendo na casa de um deles.
Ao ser questionado pelos militares, que perguntaram onde ele estivera naquela noite, um dos suspeitos alegou que havia ido até o “Bar do Paraguai”, onde teria bebido em companhia de amigos. O mesmo rapaz disse que tinha pegado emprestada a moto de um amigo para sair com a namorada.
Quando o suspeito identificou como “Cowboy” o dono do veículo, a guarnição foi até o endereço indicado. Cowboy confirmou o empréstimo, mas disse não saber onde o amigo tinha ido, e acrescentou que ele havia demorado para devolver a moto.
Além de encontrar um simulacro de pistola e o canivete que teriam sido usados no roubo, a polícia também achou dentro da casa de um dos suspeitos, roupas iguais as que vestiam os dois assaltantes do posto. Também havia um capacete no imóvel.
Diante das evidências de que os dois rapazes seriam os assaltantes, que chegaram a colocar um plástico na placa da moto, para dificultar a investigação, ambos foram presos e apresentados na Unisp de Colorado do Oeste.
Polícia
Justiça condena 14 integrantes de facção com penas de até 18 anos em Rondônia
Após denúncia pela 2ª Promotoria de Justiça de Ouro Preto do Oeste, o Poder Judiciário de Rondônia, por meio da 1ª Vara Criminal, condenou 14 (catorze) réus pela prática do crime de integração em organização criminosa, no âmbito de ação penal ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO).
A sentença reconheceu a atuação estruturada de uma facção criminosa de alcance nacional, com ramificações nos municípios de Ouro Preto do Oeste e Mirante da Serra, no período compreendido entre os anos de 2019 e 2023.
As condenações tiveram como base a Lei n. 12.850/2013, com reconhecimento de majorantes pelo uso de armas de fogo e participação de adolescentes na engrenagem da organização.
O juízo também reconheceu, em relação a parte dos condenados, o exercício de funções de liderança, o que resultou em agravamento das penas, sendo que um deles se encontra em penitenciária federal de segurança máxima em decorrência da atuação das polícias e Promotorias de Justiça de Ouro Preto do Oeste.
As penas aplicadas variaram conforme a participação individual de cada réu:
- Maior pena: 18 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicialmente fechado;
- Menor pena: 12 anos e 2 meses de reclusão, também em regime fechado.
- Além das penas privativas de liberdade, todos os condenados receberam penas de multa, fixadas proporcionalmente à condenação imposta.
- Estrutura criminosa e atuação estatal
A sentença reconheceu que a organização criminosa possuía estrutura hierarquizada, divisão de tarefas e estabilidade, atuando em atividades como tráfico de drogas, uso sistemático de violência, imposição de regras internas, além da utilização de armas de fogo e do recrutamento de adolescentes para a prática de crimes.
Destaca-se que o trabalho investigativo da Polícia Civil e integrado com a Polícia Militar foi essencial para a identificação, individualização das condutas e responsabilização dos integrantes da organização criminosa. Relatórios de inteligência, interceptações telefônicas, análises de dados, apreensões e depoimentos de policiais foram decisivos para comprovar a existência da facção, sua forma de atuação e o papel exercido por cada envolvido.
A condenação é resultado também da atuação firme do Ministério Público de Rondônia no enfrentamento ao crime organizado, reafirmando o compromisso institucional com a defesa da ordem pública, da segurança da população e do Estado Democrático de Direito, especialmente no combate a facções criminosas que atuam no interior do estado.
Fonte: MPRO
Polícia
Mandante de morte de fazendeiro é preso em Rondônia
A Polícia Civil de Rondônia (PCRO), por meio da 9ª Delegacia de Polícia e com apoio do Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM), finalizou as investigações sobre um homicídio qualificado ocorrido no distrito de Nova Califórnia, em Porto Velho.
Ao término do inquérito, cinco pessoas foram indiciadas por envolvimento no crime.
O fato aconteceu em abril de 2025, na área rural conhecida como Ramal das Torres. Na ocasião, a vítima estava acompanhada de um funcionário quando ambos foram surpreendidos por homens armados e encapuzados. O trabalhador conseguiu fugir, enquanto a vítima foi atingida pelos disparos e morreu no local.
Durante a ação, os criminosos ainda incendiaram estruturas da propriedade, mantiveram familiares sob ameaça e deixaram mensagens de intimidação, o que reforça a gravidade da ocorrência.
As apurações indicam que o homicídio teria sido motivado por conflitos anteriores na região, sendo executado mediante pagamento, com características de crime encomendado.
No decorrer das investigações, em dezembro de 2025, foi realizada uma operação no município de Plácido de Castro, com apoio da Polícia Civil local. A ação resultou na apreensão de materiais considerados importantes para o caso e na prisão de um dos suspeitos.
Até o momento, dois investigados foram presos, entre eles o homem apontado como mandante e uma mulher que teria participação direta no crime. Outros envolvidos já foram identificados e seguem sendo procurados.
A Polícia Civil continua as diligências para localizar os demais suspeitos e reforça a importância da colaboração da população. Informações podem ser repassadas de forma anônima por meio do telefone 197, garantindo total sigilo ao denunciante.
Polícia
Polícia procura três envolvidos na morte de “João Sucuri”
A Polícia Civil de Rondônia elucidou o homicídio do fazendeiro João Paulino da Silva Sobrinho, conhecido como “João Sucuri”, ocorrido na região de Extrema, e prendeu o homem apontado como responsável por encomendar o crime. O caso aconteceu no dia 29 de abril de 2025 e repercutiu pela forma violenta como foi executado.
Conforme apurado pela a equipe do Notícias Urgentes, a vítima foi surpreendida por um grupo de homens armados e encapuzados, que agiram em uma emboscada. No momento do ataque, o fazendeiro estava acompanhado de um funcionário, que acabou ferido de raspão, mas conseguiu fugir pela mata e sobreviver.
As investigações indicam que a ação criminosa foi previamente planejada, com divisão de tarefas entre os envolvidos. O mandante, que seria um fazendeiro da região, teria financiado e ordenado o assassinato por motivação ligada a desentendimentos anteriores. Já os executores teriam sido responsáveis pela abordagem e pelos disparos.
RELEMBRE O CASO:
Após o crime, os suspeitos ainda invadiram a propriedade, renderam familiares da vítima e causaram danos no local.
As diligências se estenderam até o estado do Acre, onde, com apoio das forças de segurança locais, foram realizadas ações que contribuíram para a identificação dos envolvidos e o avanço das apurações.
Durante a investigação, duas pessoas foram presas, incluindo o suposto mandante e uma mulher apontada como participante, responsável por dar suporte ao grupo e intermediar ações relacionadas ao crime. Outros três suspeitos já foram identificados, mas permanecem foragidos.
A Polícia Civil segue com as buscas para localizar os demais envolvidos e reforça a importância da colaboração da população por meio de denúncias anônimas, que podem contribuir para a conclusão do caso.


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