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Rede Estadual de Ensino de Rondônia inicia ano letivo de 2025 nesta segunda-feira (10)

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A Rede Pública Estadual de Ensino de Rondônia está pronta para receber seus alunos para o ano letivo de 2025, que inicia na próxima segunda-feira (10). Com um total de 408 escolas, sendo 86 localizadas na capital Porto Velho, a Rede se prepara para atender 177.198 estudantes em todo o estado. Em 2024, o governo do estado investiu R$ 203,1 milhões em infraestrutura escolar, aplicados em reformas e construções de novas salas de aula, refeitórios, auditórios e blocos sanitários, além de melhorias em 319 escolas.

De acordo com a titular da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Ana Lúcia Pacini, os servidores das escolas voltaram à ativa bem antes do início das aulas. “Ainda no começo de janeiro, funcionários das escolas estaduais iniciaram trabalhos de limpeza, roçada, pintura e dedetização. Outros serviços administrativos e pedagógicos, como planejamento e distribuição das aulas, ocorrem desde o ano passado”, destacou.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os investimentos feitos pelo governo desde 2019, redimensionaram as escolas estaduais para além das melhorias de seus prédios, salas de aula, auditórios, laboratórios, refeitórios e quadras poliesportivas; mobílias, materiais didáticos e tecnológicos. “Os estudantes que fazem parte da Rede, bem como aqueles que chegam, têm também garantidos alimentação saudável, nutritiva e saborosa”, ressaltou.

PROGRAMAS E FORMAÇÃO

Conforme a Seduc, foram implementados programas, como o que contempla a entrega de 23.217 tablets para escolas estaduais e o programa “Intercâmbio Rondônia”, que oferece uma experiência cultural e educacional internacional para estudantes e professores.

A formação continuada de professores foi uma das prioridades, com mais de 14.800 professores capacitados em serviço. Um reflexo do engajamento do governo com a valorização da educação.

CERIMÔNIA OFICIAL

A cerimônia oficial de abertura do ano letivo de 2025 ocorrerá no dia 17 de fevereiro, às 8 horas, no Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM) Unidade V, no município de Vilhena. Com o lema: “Ensinando valores, formando cidadãos”, o Colégio Tiradentes é uma instituição com 34 anos de história, originada da transformação da Escola Estadual Zilda da Frota Uchôa, em 1983, considerada uma das maiores e mais antigas unidades escolares estaduais da região Cone Sul do estado. Com capacidade para atender 1.300 alunos de diferentes bairros e classes sociais, oferece ambiente climatizado, mobiliário adequado e um quadro de servidores civis e militares para atender à comunidade escolar.

A Superintendência Regional de Educação (Super) de Vilhena atende cerca de 9.300 estudantes e conta com um quantitativo de 1.508 servidores. A superintendente, Anandreia Trovó evidenciou que, “a Super atende municípios de Vilhena e Chupinguaia, com abrangência de 19 escolas estaduais, incluindo indígenas, extensões rurais, unidades prisionais, bem como, atendimento in loco na Associação de Reabilitação Trindade Santa. O objetivo do governo é criar ambientes organizados e confortáveis, além de disponibilizar ferramentas fundamentais que contribuam  para um aprendizado mais eficaz e motivador.”

INVESTIMENTOS

Entre os  investimentos realizados pelo governo de Rondônia na educação estão: distribuição de kits escolares, livros didáticos e paradidáticos; laboratório didático móveis e lousas digitais; programa de intercâmbio, programa de Alfabetização (Proalfa), programas de recomposição curricular e nivelamentos de estudos, programas de formação de gestores e professores; Sistema de Avaliação Educacional de Rondônia (Saero), além da aquisição de mobiliário, insumos e equipamentos como freezers, fogões, bebedouros, poltronas fixas para auditórios, carteiras para alunos e mesas para salas de aula e administrativas, instalação de energia solar, estações de ar-condicionado, bem como a disponibilização de computadores de mesa para administrativos e laboratórios de informática, notebooks para todos os professores e tablets aos alunos.

Secom

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Menina atacada por mais de 100 abelhas recebe alta após uma semana internada

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Safira Emanuele Gomes dos Santos Rosa, de 12 anos, recebeu alta do hospital nesta segunda-feira (21), uma semana após ser atacada por um enxame de abelhas em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). A menina sofreu mais de 100 picadas e precisou ficar internada no CTI pediátrico.

A alta foi confirmada durante uma entrada ao vivo da RecordTV Minas. Safira deixou o hospital com a mochila nas costas e continuará a recuperação em casa.

No sábado (19), a menina apareceu pela primeira vez em vídeo e tranquilizou quem acompanhava sua recuperação. “Tô muito bem. Muito obrigada pelas mensagens positivas e pelo carinho”, afirmou.

Relembre o ataque

O ataque aconteceu na segunda-feira (14), quando uma colmeia caiu de uma árvore próximo a uma escola no bairro Jardim Montreal. O avô e a irmã mais nova de Safira também foram atingidos.

A menina foi socorrida pelo motoboy Vinícius Martins de Paulo, conhecido como Vinny. Ele entrou no meio do enxame para ajudá-la e usou um desodorante para afastar as abelhas. Durante o resgate, também levou cerca de 40 ferroadas.

Safira foi inicialmente levada para uma UPA e depois transferida para um hospital em Contagem. As picadas atingiram principalmente o rosto, a cabeça e o pescoço, além da boca e da língua.

Na sexta-feira (18), os exames apresentaram melhora e os médicos informaram que ela não corria mais risco de desenvolver arritmia cardíaca ou insuficiência renal. Depois disso, deixou o CTI e passou para uma sala de observação.

Fonte: D24am

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Alunos voltam às aulas presenciais em Gaza depois de três anos

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Milhares de crianças em Gaza voltaram às aulas presenciais no sábado (20) pela primeira vez em quase três anos. Os estudantes acomodam-se em prédios escolares danificados ou improvisados e em tendas.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirma que 98% das escolas em Gaza foram destruídas ou danificadas durante a guerra. Autoridades educacionais de Gaza indicam que cerca de 660 mil alunos foram privados do ensino presencial e da participação regular na educação.

A reabertura é um marco frágil para Gaza após um conflito que matou cerca de 22 mil alunos e mais de 770 profissionais da educação, incluindo 532 professores, segundo Ibrahim Ramadan, diretor de Educação de Khan Younis Oriental.

“A última vez que fui à escola foi há três anos. Agora, estamos começando o ano letivo; é um ano de alegria, felicidade e sucesso”, disse Moayed Abu Mustafa, em Khan Younis.

Mustafa disse que está determinado a aprender, mesmo que tenha que se sentar no chão de uma barraca sem ventilação, não tenha sapatos decentes, nem caderno e caneta, e tenha perdido amigos durante a guerra.

“Apesar de tudo isso, vamos aprender, vamos aprender mesmo que seja em uma barraca.”

Samar Abu Salmi, aluna deslocada de 15 anos que mora com a família em uma barraca, também está voltando às aulas.

“Estudávamos nos celulares e não víamos nossos professores. Agora, estamos de volta, perseguindo nosso sonho, de uma barraca para outra”, disse ela, falando no pátio de sua nova escola improvisada.

Ela também não tem grande parte do material escolar essencial, que se tornou inacessível para sua família.

“Antes da guerra, tudo estava ao nosso alcance – cadernos, canetas, produtos, roupas, passeios, coisas que podíamos comprar por um preço baixo”, disse Salmi.

Colchões e um quadro

Apesar da devastação no enclave, o Ministério da Educação, com o apoio de organizações internacionais e locais, deu continuidade ao ano letivo de 2026-2027, criando dezenas de escolas temporárias feitas de barracas, lonas, chapas de metal e madeira para acomodar os alunos.

Algumas foram construídas em solo arenoso; outras têm salas de aula com apenas alguns colchões e um quadro, nas quais os alunos se amontoam. Outras ainda abrigam dezenas de famílias deslocadas.

Em outra escola estava Yamen Abu Samra, de 14 anos. “Costumávamos acordar felizes para ir à escola. Agora, quando chegamos à escola, temos medo de balas perdidas, foguetes, ataques, tudo”, disse ele.

“Agora, estou sentado em uma barraca que não tem absolutamente nada, apenas o sol e o calor”, acrescentou. 

Estima-se que pelo menos 540 mil alunos frequentem aulas presenciais este ano em escolas particulares improvisadas, centros de aprendizagem temporários e pontos educacionais, com o apoio do Unicef, segundo autoridades da área de educação.

O ensino a distância continuará para aqueles que não podem frequentar as aulas ou que deixaram Gaza durante a guerra.

As forças israelenses continuam controlando mais de 60% de Gaza, apesar do cessar-fogo do ano passado, que interrompeu os principais combates, mas não conseguiu pôr fim ao conflito.

As autoridades palestinas afirmam que mais de 73 mil pessoas foram mortas no ataque de Israel a Gaza, lançado depois que combatentes liderados pelo Hamas mataram cerca de 1,2 mil pessoas no sul de Israel em outubro de 2023.

O comerciante de artigos de papelaria Khaled Aliyan, de 30 anos, disse que as restrições de importação impostas por Israel reduziram o abastecimento e elevaram os preços.
“Este caderno, que costumava custar 3 shekels [US$1], agora custa 15 [shekels]. Todos os artigos de papelaria estão caros”, disse ele.

A agência militar israelense Cogat, que controla o acesso a Gaza, não respondeu a um pedido da Reuters por comentários sobre as restrições ao abastecimento e os ataques a escolas. Israel acusou repetidamente o Hamas de usar escolas para fins militares, o que o Hamas nega.

Fonte: Agência Brasil

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TST suspende julgamento de dissídio da greve dos Correios

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O Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu nesta segunda-feira (21) o julgamento do dissídio coletivo da greve dos Correios. A análise do caso será retomada na próxima quinta-feira (24), às 15h30.

Os ministros acataram questão de ordem formulada pelo ministro Vieira de Mello Filho, presidente do TST, para que os sindicatos que representam os trabalhadores possam se manifestar, no prazo de 48 horas, sobre novos documentos que pedem o reconhecimento da abusividade da greve.

“Os documentos foram juntados na sexta à noite e no sábado. Não houve controvérsia sobre os documentos. Nós estaríamos em desapreço ao devido processo legal, porque estaríamos fundamentando uma decisão em documentos não examinados pela parte contrária”, justificou.

O movimento grevista teve início na última quinta-feira (10). Segundo a Federação dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos e das Empresas de Comunicações (Findect), a deflagração ocorreu após as negociações da campanha salarial deste ano terminarem sem acordo.

Na semana passada, o TST determinou a manutenção de 80% do efetivo de trabalhadores dos Correios durante a greve da categoria. O presidente entendeu que o serviço prestado pelos Correios é essencial e que a greve pode impactar nas eleições.

Após a deflagração da greve, a estatal informou que acionou um plano de continuidade de negócios para garantir as entregas.

Fonte: Agência Brasil

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