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Polícia

Polícia investiga morte de motociclista após colisão com árvore

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A morte do motociclista Sideno Alves dos Santos está sendo investigada pela Polícia Civil de Ji-Paraná. Um inquérito foi instaurado para esclarecer as circunstâncias do acidente ocorrido no final da tarde de sábado (3), na região do Residencial Milão, primeiro distrito da cidade.

As informações iniciais, que ainda estão sendo apuradas, apontam que Sideno seguia pela Rua Odilon Rios quando teria perdido o controle da motocicleta. Na sequência, o veículo atingiu uma árvore.

O impacto provocou ferimentos graves no motociclista, que morreu no local.

A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, do Samu e da Politec. Os procedimentos necessários foram realizados e, depois da perícia, o corpo foi encaminhado à funerária de plantão e posteriormente liberado para a família.

De acordo com uma fonte, algumas pessoas já prestaram depoimento durante a investigação. O delegado responsável pelo caso aguarda a conclusão da perícia realizada no local para dar andamento à finalização do inquérito.

A Polícia Civil continua apurando as circunstâncias do acidente.

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Polícia

Mulher terá de pagar R$ 3 mil após expor família de prefeito

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O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) manteve a condenação de uma mulher que utilizou fotos da esposa e dos filhos menores do prefeito de Ji-Paraná em publicações nas redes sociais acompanhadas de críticas à administração municipal.

A decisão mantém a indenização de R$ 3 mil por danos morais, além da determinação para retirada das postagens e proibição de novas publicações semelhantes.

A mulher alegou que as manifestações estavam relacionadas ao direito de crítica político-administrativa e tratavam de assuntos de interesse público. O Tribunal, porém, entendeu que a liberdade de expressão não autoriza a exposição de familiares que não exercem funções públicas.

Segundo o TJRO, a utilização das imagens ultrapassou os limites da livre manifestação e atingiu direitos relacionados à honra, imagem, intimidade e vida privada.

O recurso foi rejeitado por unanimidade. O julgamento ocorreu em sessão eletrônica entre 21 e 25 de setembro de 2026.

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Polícia

Polícia Civil procura foragido com mandado de prisão em aberto

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A Polícia Civil de Rondônia está procurando Sérgio Susumo Suganuma, que não foi localizado após investigações realizadas pela Delegacia Regional de Ariquemes. Segundo a corporação, ele é considerado foragido e possui um mandado de prisão em aberto.

A Polícia Civil pede a colaboração da população para ajudar na localização do suspeito. Informações sobre o paradeiro podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197 e 190 ou pelo WhatsApp (69) 3216-8940.

O mandado de prisão está registrado sob o número 0000770-42.2016.8.22.0002.

A Polícia Civil reforça que o sigilo das informações fornecidas é garantido.

Fonte: Polícia Civil

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Ex-prefeito condenado por estupro de vulnerável responde em liberdade

José Pereira Soares foi condenado a 53 anos de prisão por crimes contra as duas filhas; Justiça impôs medidas cautelares

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O ex-prefeito de Águas Lindas de Goiás, José Pereira Soares, de 66 anos, foi condenado a 53 anos, 1 mês e 12 dias de prisão por estupro de vulnerável contra as duas filhas, que eram menores de idade na época dos crimes. Apesar da condenação, a Justiça permitiu que ele recorra em liberdade, mediante o cumprimento de medidas cautelares.

A decisão foi proferida em maio deste ano e tornou-se pública nesta quarta-feira (7). A defesa informou que está apresentando os recursos cabíveis ao Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).

José Pereira foi preso em maio, após se entregar à polícia. A prisão preventiva havia sido decretada em setembro de 2024, durante as investigações sobre os abusos.

Segundo a denúncia do Ministério Público de Goiás (MPGO), os crimes ocorreram entre 2016 e 2024. A 8ª Promotoria de Justiça de Águas Lindas de Goiás apontou que o ex-prefeito abusou sexualmente das duas filhas durante esse período.

Durante parte do processo, o réu permaneceu preso. Posteriormente, a Justiça permitiu que ele respondesse em liberdade, com medidas como monitoramento por tornozeleira eletrônica e restrições de contato e aproximação das vítimas, familiares e testemunhas.

Ameaças

O caso foi denunciado pela ex-companheira de José Pereira em abril de 2025. Segundo o relato apresentado às autoridades, ela também teria sido ameaçada por telefone.

Conforme a denúncia, durante uma ligação, o então investigado teria feito ameaças contra ela e familiares. Na época, a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) informou que ele deveria permanecer preso preventivamente.

A delegada responsável pelo caso, Tamires Teixeira, afirmou que os crimes teriam ocorrido quando o investigado estava sozinho com as vítimas.

Condenação

Na sentença, o Juizado de Violência Doméstica destacou os depoimentos especiais prestados pelas vítimas, considerados coerentes e consistentes, além dos laudos psicológicos anexados ao processo.

A decisão considerou que os crimes foram praticados de forma continuada contra cada uma das vítimas. A pena foi agravada em razão da culpabilidade, das circunstâncias e das consequências dos crimes.

Além da prisão, José Pereira foi condenado a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais para cada vítima, conforme pedido do Ministério Público.

Entre as medidas cautelares determinadas pela Justiça estão:

  • comparecimento trimestral ao juízo para informar e justificar atividades e endereço;
  • proibição de mudar de endereço sem autorização judicial;
  • proibição de deixar a comarca onde reside sem autorização;
  • proibição de se aproximar das vítimas, familiares e testemunhas a menos de 300 metros;
  • proibição de manter contato com as vítimas, familiares e testemunhas, inclusive pelas redes sociais;
  • proibição de cometer novos crimes;
  • proibição de portar armas ou substâncias entorpecentes;
  • monitoramento eletrônico por 180 dias.

A decisão também determinou a manutenção ou o fornecimento de botão de pânico às vítimas.

Fonte: Metrópoles

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