Polícia
Mãe diz que prisão preventiva de Oruam foi revogada pela Justiça
Márcia Gama Nepomuceno, mãe do rapper Oruam, afirmou que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro revogou a prisão preventiva do filho, foragido há mais de seis meses. O famoso teria descumprido repetidamente as medidas cautelares impostas a ele, com destaque para o uso inadequado da tornozeleira eletrônica.
Decisão
No documento divulgado por Márcia, a juíza responsável pelo caso revoga “a prisão preventiva de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno”, mas mantém as “medidas cautelares diversas da prisão fixadas” contra outros envolvidos
“Eu já falei aqui que existe um tempo de esperar. Que a guerra ainda não terminou. Ainda existem batalhas pela frente. Ontem, o meu filho Mauro venceu uma delas. Sou imensamente grata a Deus por essa vitória. Mas precisamos continuar lutando com a maior arma que temos: Deus”, desabafou a mãe do rapper.
Oruam é considerado foragido desde o começo do ano, quando a juíza Tula Correa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), expediu um mandado de prisão preventiva. A decisão foi tomada depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a liminar que mantinha o cantor em liberdade.
Desabafo
A mãe de Oruam publicou a nova decisão da Justiça nas redes sociais e fez um longo desabafo: “Existem coisas que não são para serem faladas, são para serem oradas”, começou. “Há batalhas que precisamos atravessar na raça, com fé e de joelhos diante de Deus”, disse.
“Esse tempo de deserto, tanto para mim quanto para os meus filhos e para toda a minha família, nos trouxe muitas lições. Nos fez amadurecer e crescer. A dor do mundo não vem apenas para nos ferir. Ela também vem para nos ensinar. Ensina quem ora quando não há mais palavras”, completou.
Márcia Gama afirmou, ainda, que a família está mais próxima da vitória. “Estamos mais perto da nossa vitória? Sim. Mas não porque eu sei quando ela vai chegar. E, sim, porque eu creio nas promessas de Deus. Não falta pouco ou muito. Falta o tempo certo de Deus agir. O Mauro Davi está bem. E, acima de tudo, está sendo cuidado por Deus.”
Fonte: Metrópoles
Polícia
Operação Tétrade prende três investigados por homicídio em Rondônia
A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada no Combate aos Crimes Contra a Vida (DERCCV), com apoio da 1ª Delegacia de Polícia, ambas de Vilhena, deflagrou, nesta quarta-feira (16), a Operação Tétrade, destinada ao cumprimento de medidas judiciais relacionadas à investigação de um homicídio ocorrido em Chupinguaia.
Durante a operação, duas pessoas foram presas no município. Também foi cumprido mandado de prisão contra um terceiro investigado, que já se encontrava recolhido ao sistema prisional pela prática de outro crime. O quarto envolvido havia sido preso no dia do homicídio.
O crime ocorreu na tarde de 31 de maio de 2026, na área externa de um Balneário na zona rural de Chupinguaia. Na ocasião, a vítima foi atacada e morta mediante golpes de instrumento perfurocortante. As investigações também indicaram que, no dia anterior ao crime, a vítima teria se envolvido em um desentendimento com um colega de trabalho e de alojamento, nas dependências destinadas aos funcionários de um frigorífico. O episódio teria provocado indignação entre outros trabalhadores e passou a integrar a linha investigativa sobre a possível motivação do homicídio.
A partir das diligências, a Polícia Civil reuniu elementos que possibilitaram identificar quatro investigados e representar pelas medidas judiciais necessárias.
As apurações prosseguem para esclarecer integralmente a dinâmica dos fatos e individualizar a participação de cada envolvido.
A Polícia Civil de Rondônia reforça seu compromisso com a investigação qualificada dos crimes contra a vida e com o cumprimento das decisões judiciais, garantindo a responsabilização dos envolvidos na forma da lei.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Operação apreende 396 kg de cocaína e cumpre mandados em Rondônia
Uma ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC) atingiu, nesta quarta-feira (16), um grupo investigado por tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. A Operação Muro de Gesso ocorre de forma simultânea em cidades do Acre, Paraíba, Minas Gerais e Ji-Paraná, em Rondônia.
A investigação identificou uma organização que, segundo as informações divulgadas, utilizava uma estrutura para movimentar dinheiro de origem ilícita e esconder bens adquiridos com os recursos. As apurações também chegaram a carregamentos de entorpecentes, que resultaram na apreensão de cerca de 396 quilos de cocaína.

O principal alvo da investigação é apontado como possível líder do grupo. Ele estaria morando na Paraíba com uma identidade falsa. Durante o trabalho investigativo, também foram encontrados imóveis, apartamentos de alto padrão e veículos de luxo registrados em nomes de parentes e de outras pessoas que seriam utilizadas como “laranjas”.
A operação conta com 14 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva. Até a divulgação das informações, três pessoas haviam sido presas.
Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio de contas e o sequestro de bens ligados aos investigados. O valor das medidas pode chegar a R$ 8 milhões.
Os investigados poderão responder por tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Em Rondônia, Ji-Paraná está entre as cidades alcançadas pela investigação conduzida pela FICCO/AC.

com informações do Portal Jipa
Polícia
PF localiza brasileiro condenado por crime de abuso sexual na Irlanda
A Polícia Federal atuou na localização e no retorno ao Brasil de um homem procurado pela Justiça do Estado de Goiás, condenado pela prática de crime de abuso sexual infantojuvenil.
O nome do indivíduo estava incluído na Difusão Vermelha da INTERPOL, contando no alerta internacional desde 2015.
Em 20 de abril de 2026, ele foi localizado e preso na Irlanda com base no alerta internacional, permanecendo sob custódia das autoridades daquele país.
A deportação para o Brasil foi efetivada em 15 de setembro de 2026, após tratativas entre as autoridades competentes. A atuação do Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal em Goiás contou com o apoio da Adidância da Polícia Federal em Londres.
Após o retorno ao Brasil, foi dado cumprimento ao mandado de prisão expedido pela Justiça brasileira. O homem é condenado a 25 anos de reclusão, em regime fechado, e permanece à disposição do Poder Judiciário do Estado de Goiás.
Fonte: Polícia Federal
