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Rondônia alcança 74% de crianças alfabetizadas e lidera a Região Norte
Com investimentos em políticas educacionais, aprimoramento da alfabetização e atuação integrada entre estado e municípios, Rondônia vive um dos momentos mais expressivos da educação pública estadual, alcançando 74% de crianças alfabetizadas na idade certa em 2025, superando dois anos antes a meta projetada pelo Ministério da Educação (MEC) para 2027.
O resultado colocou Rondônia na 4ª posição do ranking nacional de alfabetização, consolidando o estado como referência no Brasil e líder da Região Norte no Indicador Criança Alfabetizada, índice que avalia o percentual de estudantes alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental.
O avanço é resultado das ações implementadas pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), alinhadas ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), instituído para garantir a alfabetização plena das crianças brasileiras até 2030. O programa integra as diretrizes da Lei Federal nº 15.247, de 31 de outubro de 2025, que instituiu oficialmente o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada no país, estabelecendo cooperação entre União, estados e municípios para garantir a alfabetização das crianças até o final do 2º ano do ensino fundamental.
Entre as principais estratégias desenvolvidas pelo estado, está o Programa Estadual de Alfabetização (Proalfa), institucionalizado por meio da Lei nº 5.735, de 22 de janeiro de 2024, e regulamentado pelo Decreto nº 29.785 e ampliado pela Lei n° 6.183, de 1° de outubro de 2025, reforçando o regime de colaboração entre estado e municípios, consolidando assim, uma política pública permanente voltada à alfabetização das crianças rondonienses.
SAIBA MAIS SOBRE O PROALFA
Governo de RO regulamenta o Proalfa, programa que visa alfabetização plena até 2030
Formação integrada do Proalfa fortalece práticas pedagógicas nos anos iniciais em Rondônia
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o resultado evidencia que com planejamento, gestão eficiente e investimentos crescentes na educação é possível transformar a realidade das nossas crianças. “Superar a meta nacional antes do prazo previsto demonstra que estamos no caminho certo e reforça o compromisso do governo de Rondônia com o futuro das novas gerações”, ressaltou.
RECONHECIMENTO NACIONAL
O desempenho de Rondônia também garantiu reconhecimento nacional por meio do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, concedido pelo MEC às redes de ensino que desenvolvem políticas públicas voltadas à alfabetização infantil. A premiação reconhece estados e municípios que desenvolvem políticas públicas voltadas à alfabetização infantil, considerando critérios técnicos, pedagógicos e de gestão educacional definidos pelo Ministério da Educação.
Entenda como funciona o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização e confira os resultados finais das edições já realizadas:
- A participação no Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização é voluntária e realizada por meio de adesão das secretarias de educação no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec);
- A classificação é definida a partir do cumprimento de critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação, incluindo ações de gestão, formação de professores, implementação de políticas de alfabetização, monitoramento de resultados e alcance das metas educacionais;
- As categorias são divididas em Bronze, para pontuações entre 60 e 89 pontos; Prata, entre 90 e 109 pontos; e Ouro, para pontuações entre 110 e 150 pontos, desde que a rede alcance também a meta estabelecida para o Indicador Criança Alfabetizada.
Na primeira edição da premiação, realizada em 2024, Rondônia conquistou o Selo Ouro. Já na edição de 2025, cuja cerimônia ocorreu em março de 2026, em Brasília, o estado recebeu o Selo Prata, consolidando o reconhecimento pelos avanços alcançados na alfabetização.
Acompanhe as conquistas:
Rondônia recebe o “Selo Ouro” por excelência na alfabetização
Alfabetização de Rondônia é destaque nacional e recebe Selo Prata do Ministério da Educação
Embora tenha alcançado 110 pontos nos critérios de avaliação do MEC, pontuação compatível com a categoria Ouro, Rondônia recebeu o Selo Prata por não ter atingido, em 2024, a meta de 67% de crianças alfabetizadas prevista para aquele ciclo avaliativo, registrando índice de 63%. O resultado, no entanto, demonstrou evolução significativa já no ano seguinte, quando o estado alcançou 74% de crianças alfabetizadas e superou a meta nacional projetada para 2027.
Os resultados municipais também demonstraram evolução significativa. Em 2025, Rondônia registrou:
- 24 municípios com Selo Ouro;
- 21 municípios com Selo Prata;
- 2 municípios com Selo Bronze.
Municípios como: Cacoal, Cabixi, Cacaulândia, Santa Luzia d’Oeste, Rolim de Moura e Nova Brasilândia d’Oeste avançaram de categoria em relação ao ciclo anterior, evidenciando o fortalecimento das políticas educacionais em todo o território rondoniense.
Em âmbito nacional, o Brasil avançou de 36% para 66% de crianças alfabetizadas na idade certa entre 2021 e 2025, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação durante a cerimônia nacional de entrega do selo. Veja como o Brasil avançou na alfabetização e acompanhe a cerimônia nacional de entrega do selo realizada em Brasília.
POLÍTICA PÚBLICA
O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada estabelece metas progressivas até 2030, quando o Brasil deverá alcançar mais de 80% das crianças alfabetizadas na idade certa. Rondônia, no entanto, já atingiu em 2025 o índice previsto nacionalmente apenas para 2027.
Para o secretário de Estado da Educação, Massud Badra, o avanço da alfabetização em Rondônia é resultado de uma política educacional construída de forma contínua e colaborativa entre estado e municípios. “O fortalecimento da alfabetização em Rondônia passa pela valorização dos professores, acompanhamento pedagógico permanente e união entre estado e municípios. O Proalfa consolidou uma política pública estruturante, baseada em resultados e no compromisso de garantir que as crianças aprendam na idade certa”, destacou.
Um dos pilares desse avanço é o investimento na formação dos profissionais da educação. Em regime de colaboração com os municípios, professores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental participam de formações continuadas presenciais realizadas bimestralmente, o que reforça práticas pedagógicas, aperfeiçoa metodologias de ensino e contribui diretamente para a melhoria dos resultados de aprendizagem.
Além da formação continuada de professores, o governo de Rondônia vem investindo em:
- Distribuição de kits pedagógicos;
- Aprimoramento das avaliações educacionais;
- Acompanhamento individualizado da aprendizagem;
- Ampliação do suporte técnico às escolas;
- Integração entre estado e municípios.
O Proalfa também prevê ações permanentes de monitoramento dos indicadores educacionais e desenvolvimento de estratégias para recuperação das aprendizagens, especialmente após os impactos causados pela pandemia.
TRANSFORMAÇÃO NA SALA DE AULA
Os avanços registrados nos indicadores de alfabetização refletem diretamente o trabalho realizado diariamente por professores e equipes pedagógicas em escolas de todas as regiões do estado. No distrito de Bandeira Branca, em Presidente Médici, a professora Daianne Mateus Dantas de Oliveira, que atua no 2º ano do ensino fundamental da Escola Estadual de Ensino Fundamental Apolônia Rossi Javarini, acompanha de perto os resultados das ações desenvolvidas por meio do Proalfa.
Segundo a educadora, o processo de alfabetização ganhou mais eficiência nos últimos anos graças ao aprimoramento das estratégias pedagógicas e ao acompanhamento mais próximo da aprendizagem dos estudantes. “Nos últimos anos, o processo de alfabetização dos estudantes passou por mudanças significativas. Houve uma maior preocupação com o desenvolvimento das habilidades de leitura, escrita e compreensão, acompanhada por avaliações diagnósticas mais frequentes que permitem identificar dificuldades e planejar intervenções pedagógicas”, destacou.
A professora também participou das formações promovidas pelo Programa Estadual de Alfabetização e afirma que, a iniciativa intensificou o trabalho desenvolvido em sala de aula. As formações vieram para confirmar e reforçar o trabalho já realizado, proporcionando novos conhecimentos e estratégias pedagógicas voltadas para a alfabetização. Os materiais oferecidos serviram como importantes ferramentas de apoio ao planejamento e à prática docente, contribuindo para avanços significativos na aprendizagem, leitura e escrita dos alunos.
Entre as experiências mais marcantes da carreira, a educadora lembra da trajetória de um estudante que enfrentava dificuldades de aprendizagem associadas às questões emocionais. “Gradativamente, o aluno passou a demonstrar mais confiança, participação e interesse pelas atividades propostas. Ao longo do processo foi possível observar avanços significativos em sua alfabetização. Essa experiência reforçou a importância do acolhimento, da escuta ativa e do afeto no desenvolvimento das crianças”, disse.
O trabalho desenvolvido pela Escola Apolônia Rossi Javarini, localizada na Vila Bandeira Branca (km 22 da BR-364), no município de Presidente Médici, também recebeu reconhecimento estadual. Em 2025, a unidade escolar foi premiada na categoria de Maior Evolução do Estado de Rondônia durante o Prêmio Excelência com Equidade, iniciativa do Proalfa que reconhece escolas com avanços significativos nos indicadores de alfabetização. A conquista garantiu à escola uma premiação de R$ 10 mil e uma placa de homenagem.
“Por se tratar de uma escola da zona rural, foi uma grande alegria receber esse reconhecimento. Mesmo diante dos desafios, ver que nossos alunos estão aprendendo e evoluindo mostra que todo esforço vale a pena”, ressaltou a professora.
Os resultados alcançados pela alfabetização também podem ser percebidos na trajetória dos estudantes. Em Ji-Paraná, a aluna Bárbara Gomes Mendonça, de 11 anos, estudante do 5º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental São Francisco, foi alfabetizada na própria unidade de ensino e hoje reconhece a importância da leitura e da escrita em sua formação acadêmica e pessoal. “Quando comecei a aprender a ler e escrever, tudo era muito diferente do que eu já conhecia e, no início, achei um pouco difícil. Mas também foi uma fase muito especial porque fiz novas amizades e tive professoras que me ensinaram com muito amor e carinho. Hoje, consigo realizar atividades de interpretação de texto, português e matemática com facilidade, além de aprender mais sobre assuntos que gosto, como história e geografia. Para mim, saber ler é ter a oportunidade de aprender, compreender o mundo e descobrir novos conhecimentos”, afirmou Bárbara.
A evolução da estudante também foi acompanhada de perto pela mãe, Ana Paula Martins Mendonça, que destaca o papel da família e da escola durante o processo de alfabetização. “Sempre acompanhei os estudos da Bárbara, ajudando nas tarefas e incentivando a aprendizagem. A maior mudança que percebi foi a independência que ela conquistou ao aprender a ler e escrever. Hoje ela realiza atividades sozinha, demonstra mais confiança e segurança no que aprende. Fico muito feliz de vê-la no 5º ano lendo e escrevendo com autonomia e acredito que a educação abrirá muitas oportunidades para o futuro dela”.
PRÊMIO EXCELÊNCIA COM EQUIDADE
Previsto no Artigo 37 da Lei nº 5.735/2024, o Prêmio Excelência com Equidade integra as ações do Proalfa e incentiva a melhoria dos resultados educacionais por meio da valorização das boas práticas pedagógicas. A iniciativa prevê incentivos de até R$ 60 mil para escolas com os melhores resultados no Índice de Qualidade de Alfabetização da Escola (IQAe), além de premiações para unidades que apresentarem as maiores evoluções e apoio financeiro às escolas que necessitam fortalecer seus indicadores de aprendizagem.
Além dos incentivos financeiros, o programa também reconhece anualmente as melhores escolas públicas do estado por meio de homenagens e premiações baseadas nos resultados do Sistema de Avaliação Educacional de Rondônia (Saero), consolidando a cultura de excelência e equidade na educação pública rondoniense.
Fonte: Secom – Governo de Rondônia
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IA e TikTok estão comprometendo preparo real para vestibular e Enem
Com a proximidade da volta às aulas em grande parte das escolas do Brasil, professores retomam o semestre com uma preocupação a mais: o uso indiscriminado de inteligência artificial e vídeos curtos pode estar prejudicando o desempenho de quem se prepara para o Enem e para vestibulares.
Segundo coordenadores pedagógicos, o problema não está na tecnologia em si, mas no hábito de trocar o esforço de raciocínio por respostas já prontas como fórmulas de matemática popularizadas no TikTok, redações formatadas por IA e decorebas treinadas sem compreensão real.
O comportamento — que cria uma falsa sensação de domínio do conteúdo — se intensificou, conforme professores, com a disseminação de assistentes de IA generativa e pode estar causando uma mudança na forma de estudar para o Enem e os vestibulares tradicionais.
Para alguns educadores, o fenômeno pode estar associado a um quadro mais amplo de sobrecarga cognitiva e fadiga digital: o acesso constante a estímulos rápidos nas telas reduz a tolerância a tarefas que exigem concentração prolongada, como ler textos longos ou resolver problemas em várias etapas.
O problema fica mais evidente nas questões discursivas e na redação, etapas em que não basta reconhecer uma resposta certa: é preciso construir argumentação própria. Sem prática de escrita e raciocínio autônomo, aqueles que dependem de atalhos tendem a apresentar textos rasos ou fora do tema proposto.
O que as pesquisas dizem sobre IA, vídeos curtos e aprendizagem?
O fenômeno — descrito por psicólogos como terceirização cognitiva — envolve delegar a uma ferramenta externa etapas do pensamento que deveriam ser exercitadas internamente. Nas provas com alta exigência interpretativa, a gambiarra compromete justamente a capacidade de reagir a enunciados para os quais não existe um modelo pronto para copiar.
O Digital Education Outlook 2026, relatório da OCDE publicado no início deste ano, batizou essa tendência como “miragem da falsa maestria”: como a IA entrega um resultado final polido e de alta qualidade, o estudante pode confundir o desempenho em uma tarefa com o aprendizado real.
Na prática, ele “pula” etapas cognitivas essenciais — como organizar ideias, testar hipóteses e construir argumentos — e passa a terceirizar o esforço intelectual. Em estudo com mais de mil estudantes do ensino médio na Turquia, publicado na revista PNAS, grupos com acesso irrestrito à IA tiveram desempenho até 48% superior em exercícios, mas caíram 17% abaixo no exame final.
Já o grupo que usou uma versão da ferramenta com barreiras pedagógicas — orientada a dar dicas em vez de respostas prontas — chegou a 127% de melhora na prática sem apresentar essa queda, um indício de que o uso guiado da IA preserva o aprendizado que o acesso livre compromete.
Revisões recentes da literatura sobre vídeos curtos apontam associação entre uso intenso de plataformas como TikTok e Reels e pior desempenho acadêmico, geralmente relacionado à redução da atenção sustentada — a habilidade mais exigida em provas longas, como o Enem.
Como equilibrar tecnologia e aprendizagem real na reta final?
Para Denise Canal, diretora do Colégio Virgem Poderosa, da Rede Santa Catarina, o grande desafio não é restringir o uso da IA, mas ensinar o estudante a utilizá-la. “Ela pode ser uma excelente ferramenta para aprofundar conhecimentos e organizar os estudos. O problema surge quando substitui o esforço intelectual”, afirma a executiva em um comunicado.
Nesse contexto, abordagens pedagógicas baseadas em metodologias ativas têm ganhado espaço. Elas estimulam o aluno a deixar de ser apenas receptor de conteúdo e assumir um papel mais participativo no processo: investigando problemas, testando hipóteses e aplicando o conhecimento em diferentes situações.
A solução não passa pelo abandono da tecnologia, dizem os especialistas. É possível, sim, usar IA e vídeos curtos como apoio pontual, associados à prática regular de exercícios sem consulta, revisão de erros e produção de textos autorais — atividades que obrigam o cérebro a reconstruir o raciocínio em vez de achá-lo já pronto.
“Nossa preocupação não é competir com a inteligência artificial, mas formar estudantes capazes de fazer perguntas melhores, avaliar criticamente as respostas e construir conhecimento de forma autônoma”, resume Canal. Para ela, a tecnologia não ensina sozinha: só ajuda de verdade quando usada com intencionalidade pedagógica.
Fonte: CNN Brasil
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Mais de 1,2 mil profissionais foram convocados após processo seletivo na capital
Há um ano, a Prefeitura de Porto Velho adotou uma estratégia para enfrentar uma das necessidades mais urgentes da administração pública, recompor as equipes e garantir que os serviços essenciais continuassem chegando à população. Desde então, os processos seletivos temporários resultaram em 1.223 convocações para atuação nas redes municipais de Saúde, Assistência Social e Educação.
Do total, 933 profissionais foram convocados para atuar na área urbana de Porto Velho e 290 foram destinados à zona rural, levando profissionais para comunidades que, muitas vezes, estão a quilômetros do centro da capital.
Mais do que números, as convocações representam atendimento mantido, equipes reforçadas e serviços que não precisaram parar por falta de pessoal.
Na Saúde, foram 885 convocações, o equivalente a 72,4% do total. Entre os profissionais chamados estão enfermeiros, técnicos de enfermagem, profissionais de radiologia e laboratório, farmacêuticos, fisioterapeutas, agentes comunitários de saúde, dentistas, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, médicos, fonoaudiólogos, além de profissionais de funções técnicas e administrativas.
Na Assistência Social, foram 148 convocações, ou 12,1% do total. Educadores e cuidadores sociais, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, cozinheiros, assistentes administrativos e profissionais de orientação educacional passaram a reforçar a estrutura responsável pelo atendimento de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade.
Já na Educação, foram 190 professores convocados. Desse total, 115 foram destinados à rede urbana e 75 à zona rural, garantindo a continuidade das atividades escolares e ajudando na recomposição das equipes das unidades de ensino.
Um olhar especial para a zona rural
A presença de profissionais na zona rural é um dos pontos de destaque desse trabalho. Das 1.223 convocações realizadas ao longo do período, 290 foram direcionadas às comunidades rurais.
São profissionais que ajudam a aproximar a Prefeitura de moradores que vivem em distritos, comunidades e localidades mais afastadas. Na prática, isso significa atendimento de saúde mais próximo, suporte social para quem precisa e professores presentes nas escolas municipais.
Para o prefeito Léo Moraes, a iniciativa demonstra que a administração precisa estar atenta às necessidades reais da população e agir com rapidez quando há falta de profissionais.
“Quando convocamos um profissional, não estamos apenas preenchendo uma vaga. Estamos colocando uma pessoa para cuidar de outra pessoa, atender uma família, ensinar uma criança ou ajudar uma comunidade. Nosso compromisso é fazer com que o serviço público chegue a quem mais precisa, inclusive para quem vive na zona rural”, destaca o prefeito.
Serviço público mais próximo de quem precisa
O levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Administração (Semad), mostra que a maior parte das convocações foi concentrada na Saúde. O resultado ajuda a ampliar a capacidade das unidades e fortalecer equipes que estão na linha de frente do atendimento à população.
Na Assistência Social, o reforço amplia a capacidade de acolhimento e acompanhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade. Na Educação, a chegada de novos professores contribui para evitar a descontinuidade das atividades e assegurar o funcionamento da rede municipal.
O impacto, portanto, vai além da contratação temporária. Cada profissional incorporado representa uma resposta a uma necessidade concreta da administração e, principalmente, da população.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Anitta aceita convite e é a nova rainha de bateria da Grande Rio
Anitta será a nova rainha de bateria da Grande Rio para o Carnaval 2027. Este colunista do Metrópoles confirmou a informação com pessoas envolvidas nos bastidores da escola de samba de Duque de Caxias. Ela substituirá Virginia Fonseca, que anunciou recentemente a saída do posto
Segundo fontes da coluna, o anúncio de Anitta como rainha de bateria acontecerá em breve. A cantora deve esperar passar os seus dois próximos shows da turnê “Equilibrium”, dia 22/08 em Niterói, e 29/08, em Salvador, para ser anunciada ao posto.
Ainda de acordo com informações obtidas por este colunista, a Grande Rio prepara uma festa de coração para Anitta, prevista para acontecer no dia 20 de setembro, data em que a escola de samba promove a grande final do concurso de samba-enredo.
A informação sobre o reinado de Anitta foi publicada em primeira mão pelo jornal Extra, e confirmada por este colunista com fontes quentes do Carnaval carioca
Segundo fontes da coluna, Anitta não negociou com a Grande Rio a participação em menos ensaios por conta de sua agenda. Ela apenas avisou que tem uma agenda de trabalho bastante extensa, mas que pretende participar do maior número de ensaios possíveis e eventos importantes da escola de samba.
Este colunista do Metrópoles também confirmou outra informação divulgada em primeira mão pelo Extra. Anitta tem interesse em escrever um samba, em parceria com outros compositores, para disputar a final do dia 20 de setembro.
A ideia de colocar a artista como rainha de bateria surgiu porque a Grande Rio entendeu que precisava de um nome de impacto para substituir Virginia Fonseca. Embora a influenciadora tenha sido alvo de críticas, ela colocou a escola de Caxias nos holofotes, e a direção da agremiação não queria perder esse destaque.
Anitta negociou com a Mocidade
Antes de fechar com a Grande Rio, Anitta negociou o cargo de rainha de bateria com a Mocidade Independente de Padre Miguel. Era um desejo da escola ter a cantora no posto.
Segundo fontes da coluna, a diretoria da Mocidade entendeu que precisa de mais visibilidade para a escola de samba e, tanto a repercussão de Juliana Paes, na Viradouro, quanto a de Virginia Fonseca, na Grande Rio, fizeram a agremiação acreditar que um nome “poderoso” frente à bateria pode ajudar.
Anitta foi musa da Mocidade em 2016, e possui uma boa relação com a escola de samba, mas negou o convite.
Embora tenha negado o posto na Mocidade, a cantora sempre demonstrou bastante interesse em voltar a desfilar na Marquês de Sapucaí.
Fonte: Metrópoles
