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Polícia

PF desarticula esquema de fraudes bancárias de R$ 780 mil em Rondônia

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A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (26/6), a Operação Contragambito, visando a coleta de provas em investigação que apura crimes de fraudes bancárias, uso de documentos falsos, organização criminosa e lavagem de capitais.

Com as investigações, que contaram com o apoio da Centralizadora de Inteligência de Segurança da Caixa Econômica Federal, foram obtidos indícios que indicaram a existência de organização criminosa voltada a prática de fraudes, mediante a utilização de documentos falsos, em especial em detrimento de instituições financeiras situadas no Estado de Rondônia.

As diligências permitiram identificar elementos que apontam, em tese, a prática de ao menos 34 fraudes bancárias, além dos crimes de constituição de organização criminosa e lavagem de capitais, sendo apurada a obtenção de vantagem ilícita pelos investigados que superaria R$ 780 mil.

Após representação perante o Poder Judiciário, nesta sexta-feira (26/6), foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em Porto Velho/RO, bem como quatro mandados de prisão preventiva. Além de ter sido determinada a medida cautelar de sequestro de bens, direitos e valores de investigados. Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram apreendidos aparelhos eletrônicos dos investigados, documentos, duas motocicletas e um veículo

Os investigados poderão responder, na medida de suas condutas, pelos crimes de estelionato, uso de documentos falsos, organização criminosa e lavagem de capitais, sem prejuízo da apuração de outros delitos eventualmente identificados no curso da investigação.

Fonte: Polícia Federal

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Polícia

Sete são condenados por esquema que levou 141 kg de cocaína de RO à Bahia

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A 1ª Vara de Tóxicos da Comarca de Porto Velho/RO condenou sete pessoas por tráfico interestadual e associação para o tráfico de drogas, com penas que variam de 3 anos e 6 meses a 18 anos e 5 meses de prisão. Destes, seis cumprirão pena em regime inicial fechado, incluindo dois réus reincidentes por crimes de receptação e de trânsito. Dentre os condenados, apenas uma ré, por ser primária, teve a prisão substituída por penas alternativas: prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período da pena, além do pagamento em dinheiro a uma entidade social cadastrada na Justiça.

De acordo com a sentença, três líderes do esquema receberam as maiores penas, fixadas entre 11 anos e 8 meses e 18 anos, 5 meses e 20 dias. Ainda conforme a decisão, 11 acusados foram absolvidos por falta de provas de participação nos delitos.

O caso

A organização transportava a cocaína a partir de Rondônia com destino final no estado da Bahia. Os organizadores que eram responsáveis pela logística, utilizavam veículos de passeio alugados ou próprios para o deslocamento rodoviário e forneciam aos motoristas os contatos dos receptores baianos no momento em que as cargas se aproximavam do destino. O relatório final da investigação policial e o cruzamento de mensagens interceptadas comprovaram a divisão de tarefas do grupo.

O esquema criminoso atuou entre fevereiro de 2023 e março de 2024. A substância transportada pela organização foi exclusivamente cocaína, somando o montante exato de 141,835 quilos apreendidos em três ações distintas: a primeira de 47,485 quilos em 7 de fevereiro de 2023; a segunda de 58,850 quilos em 15 de fevereiro de 2023; e a terceira de 35,500 quilos em 5 de março de 2024, na rodovia BR-415, na altura do quilômetro 47, em Itabuna, na Bahia.

A sentença determinou ainda a incineração da droga, assim como a perda dos bens utilizados na ação criminosa em favor da União.

A sentença foi proferida na Ação Penal n. 7055203-30.2023.8.22.0001.

Fonte: TJRO

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Polícia

TJRO mantém indenização de R$ 10 mil a vítima de golpe financeiro

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Os julgadores da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), em recurso de apelação, mantiveram a sentença de 1º grau que condenou, de forma solidária, um banco, uma empresa de assessoria financeira e o intermediador do esquema a indenizarem uma cliente por danos materiais e morais. A decisão colegiada reconheceu a falha na prestação do serviço bancário, a apropriação indevida dos recursos do empréstimo e a indução da vítima a uma falsa aplicação financeira.

O valor dos danos morais foi fixado em R$ 10.000,00, já os danos materiais serão apurados na liquidação de sentença.

Com relação ao caso, embora a defesa do banco tenha sustentado que não houve falha na prestação de serviços e que tudo foi feito de forma legal e transparente, para o relator, desembargador Rowilson Teixeira, a controvérsia não se limita à regularidade formal das operações de crédito ou ao fato de a própria autora ter realizado as transferências. O cerne da questão reside no esquema fraudulento envolvendo o estelionatário e a participação de um gerente do banco para dar credibilidade ao negócio ilícito — caso que já foi julgado pelo TJRO em demanda relacionada ao mesmo esquema.

Para o relator, o caso revela atuação correspondente à dinâmica apurada na Operação Policial Trust e afasta a tese de que se estaria diante de simples investimento particular, inteiramente estranho à instituição financeira, como queria a defesa.

Ainda com relação ao caso, a participação do gerente do banco no esquema criou falsa  credibilidade e facilitou a prática do ilícito, pois “embora a apelada tenha pessoalmente contratado as operações e transferido os recursos, sua manifestação de vontade foi formada no contexto fraudulento descrito, ao qual a atuação do agente bancário conferiu aparência de legitimidade”, afirma o voto do relator.

Apenas a instituição financeira ingressou com recurso de apelação solicitando a improcedência da sentença de 1º grau, o que foi negado por unanimidade.

O recurso de apelação foi julgado em sessão eletrônica realizada entre os dias 14 e 18 de setembro de 2026, com a participação dos desembargadores Rowilson Teixeira (relator), Raduan Miguel e José Antonio Robles.

Apelação Cível n. 7055929-67.2024.8.22.0001

Fonte: TJRO

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Polícia

Mulher é baleada após suspeito tentar atingir ex-companheira

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Uma mulher foi baleada na noite deste domingo (27), na Rua Madressilva, bairro Conceição, zona Sul de Porto Velho. Segundo testemunhas, o disparo teria sido feito durante um ataque que tinha como alvo a ex-companheira do suspeito.

Conforme os relatos, o homem teria ido até o local por ciúmes e pretendia atirar contra a ex-companheira. Durante a ação, porém, o disparo atingiu outra mulher que estava nas proximidades.

A vítima foi socorrida em estado de emergência e encaminhada ao Hospital João Paulo II. Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde dela.

Após o disparo, o suspeito fugiu. A Polícia Militar realizou buscas na região, mas ele não havia sido localizado até a divulgação das primeiras informações.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio e será investigado pela Polícia Civil.

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