Polícia
Jovem de 24 anos é morto a tiros após discussão familiar
Um jovem de 24 anos, identificado como Thalison L., foi morto a tiros durante a madrugada desta quinta-feira (25), em Ji-Paraná. O crime aconteceu em frente à residência da vítima, localizada na T-7, bairro São Francisco, e teria sido cometido pelo próprio cunhado, que fugiu após os disparos.
De acordo com informações, a Polícia Militar foi acionada por volta da meia-noite após uma comunicação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) sobre um possível homicídio. No local, os socorristas encontraram Thalison caído em via pública com várias perfurações causadas por arma de fogo. A vítima morreu antes de receber atendimento médico.
Informações preliminares indicam que o crime ocorreu após uma discussão familiar. Horas antes, parentes da vítima e de sua companheira haviam se reunido para assistir ao jogo da Seleção Brasileira. Após o encontro, o casal retornou para casa, onde um novo desentendimento teria começado.
A situação evoluiu para um conflito envolvendo familiares da mulher. Durante a confusão, testemunhas relataram troca de acusações e relatos de agressões. Na tentativa de evitar que o caso se agravasse, uma pessoa teria retirado Thalison do interior da residência.
No entanto, já do lado de fora do imóvel, uma nova discussão teve início. Segundo relatos colhidos pela polícia, o cunhado da vítima sacou uma pistola calibre 9 milímetros e efetuou diversos disparos contra o jovem.
A perícia técnica constatou preliminarmente que Thalison foi atingido em diferentes partes do corpo, incluindo tórax, costas e pernas. Após o crime, o suspeito teria retornado rapidamente à casa de familiares e fugido em um veículo Hyundai HB20.
Equipes da Polícia Militar realizaram buscas na região e tentaram localizar tanto o suspeito quanto a arma utilizada no homicídio, mas ninguém foi preso até o encerramento da ocorrência.
O caso foi registrado na Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) e será investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias do crime e localizar o autor dos disparos.
Polícia
Suspeito de comandar ponto de tráfico é preso na Vila Princesa
Uma operação realizada por forças de segurança resultou na prisão de um homem de 45 anos, na tarde desta sexta-feira (7), na região da Vila Princesa, às margens da BR-364, em Porto Velho.
O suspeito, identificado como Elcimar P. S., foi localizado após um levantamento realizado pelo setor de inteligência, que apontou movimentação relacionada ao comércio de drogas em um imóvel da região.
A ação contou com a participação de policiais da Força Tática do 5º Batalhão e agentes da Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado (FTICCO). Durante as buscas no endereço, foram encontrados um revólver, um tablete de maconha e várias porções da droga prontas para venda, além de uma balança de precisão e materiais utilizados para embalar os entorpecentes.
Segundo as informações levantadas pela polícia, o homem teria ligação com o Comando Vermelho (CV) e seria responsável por coordenar a venda de drogas naquele ponto da Vila Princesa.
Após a apreensão dos materiais, Elcimar foi detido e conduzido ao Departamento de Polícia Civil, onde a ocorrência foi registrada. Os objetos encontrados também foram apresentados às autoridades.
A investigação deverá prosseguir para verificar a origem dos entorpecentes e apurar se outras pessoas estariam envolvidas no esquema de tráfico na região.

Polícia
Inquilinos são acusados de matar e enterrar empresário de 75 anos
Dois homens, de 20 e 30 anos, foram denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e passaram à condição de réus pela morte do empresário Valdir Bazanela, de 75 anos, em Pinhalzinho, no Oeste catarinense. Os acusados eram inquilinos de um imóvel pertencente à vítima.
A Justiça recebeu a denúncia nesta sexta-feira (7/8). Os dois respondem por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e desobediência.
Segundo o MPSC, o crime ocorreu em 20 de julho, após desentendimentos entre a vítima e os acusados relacionados ao contrato de locação e ao atraso no pagamento de aluguéis.
A investigação aponta que Valdir foi estrangulado dentro do imóvel. Depois do assassinato, os suspeitos teriam levado o corpo para uma área nos fundos da residência, onde o enterraram em uma cova. A vítima foi encontrada cinco dias depois, durante as buscas realizadas pela polícia.
O corpo estava com mãos e pés amarrados.
Qualificadoras do homicídio
A denúncia apresentada pelo Ministério Público aponta três qualificadoras para o assassinato: motivo fútil, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Além das acusações relacionadas à morte e à ocultação do corpo, os dois homens também respondem por desobediência. Conforme a denúncia, um dos acusados tentou fugir durante a abordagem policial, enquanto o outro teria resistido ao cumprimento de determinações dos agentes.
O Ministério Público também solicitou que os réus sejam condenados ao pagamento de pelo menos R$ 200 mil para reparação dos danos provocados à família de Valdir, incluindo indenização por danos morais.
Fonte: G1 Santa Catarina
Polícia
Pai é condenado a 34 anos de prisão por matar filho de 6 anos
Fernando Nelson Neves Nascimento, de 37 anos, foi condenado a 34 anos e seis meses de prisão pela morte do próprio filho, Bernardo Souza Nascimento, de 6 anos, em Vila Velha, no Espírito Santo. A sentença foi proferida nesta sexta-feira (7/8) e também considera a divulgação de vídeos íntimos da mãe da criança.
Segundo o Ministério Público, o assassinato foi planejado. Fernando teria esperado o filho dormir para asfixiá-lo. Depois do crime, deixou o local e telefonou para familiares, confessando ter matado o menino.
A investigação apontou que o homem teria cometido o assassinato como forma de atingir a ex-companheira. Os pais de Bernardo haviam terminado o relacionamento em dezembro de 2024. Após a separação, Fernando passou a morar com a mãe e o padrasto, enquanto a criança vivia com a mãe.
No dia do crime, Bernardo foi passar o dia com o pai. Inicialmente, familiares suspeitaram que o menino pudesse ter sido envenenado, mas exames confirmaram que a causa da morte foi asfixia enquanto ele dormia.
Um dos irmãos mais velhos de Bernardo contou à polícia que recebeu uma ligação do pai da criança. Durante a conversa, Fernando teria feito ameaças aos filhos e admitido que havia matado o menino.
Ameaças à ex-companheira
A investigação também revelou que a mãe de Bernardo, de 42 anos, tinha uma medida protetiva contra Fernando. Após o fim do relacionamento, o homem publicou ameaças contra ela nas redes sociais.
Em uma das publicações, afirmou que havia tentado reatar o relacionamento e que a ex-companheira teria ignorado seus pedidos. Na mensagem, ele também fez ameaças relacionadas ao futuro da mulher.
Em outra publicação, Fernando divulgou um vídeo íntimo da ex-companheira acompanhado de novas ofensas.
Além da condenação pelo assassinato do filho, ele também foi responsabilizado pela divulgação do conteúdo íntimo.
Fonte: G1 Espiríto Santo
