Polícia
Homem é condenado a 67 anos por matar companheira e filha de 10 meses
Após um dia de julgamento no Fórum de Campo Grande (MS), João Augusto Borges de Almeida foi condenado a 67 anos e 6 meses pelos assassinatos da então companheira, Vanessa Eugênia Medeiros, de 23 anos, e da filha do casal, Sophie Eugênia Borges de Medeiros, de 10 meses. O caso, ocorrido em maio de 2025, provocou comoção em Mato Grosso do Sul e ganhou repercussão nacional pela brutalidade dos crimes.
João foi julgado por duplo feminicídio qualificado e ocultação de cadáver. Durante o júri popular, o Ministério Público sustentou que os assassinatos foram premeditados e marcados por extrema crueldade. Já a defesa tentou afastar parte das qualificadoras e argumentou que o acusado teria agido após “perder o controle”.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Caso Eloá: Justiça nega redução de pena para Lindemberg
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou, na última quarta-feira (8/7), o pedido de redução de pena feito por Lindemberg Alves Fernandes, condenado pelo assassinato de Eloá Pimentel, crime que chocou o país em 2008.
Lindemberg solicitou que parte da pena fosse reduzida com base no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025. Pela legislação, presos podem conseguir a remição da pena por meio dos estudos desde que cumpram os critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
No entanto, ao analisar o caso, a Justiça concluiu que o detento não atingiu a pontuação mínima exigida em uma das áreas de conhecimento da prova. Para que o benefício seja concedido, é necessário obter pelo menos 450 pontos em cada área do Enem e nota mínima de 500 pontos na redação.
Como Lindemberg não alcançou a nota necessária em uma das disciplinas, o Tribunal entendeu que ele não foi aprovado no exame dentro das regras previstas para a remição da pena. Por esse motivo, o pedido foi negado.
Caso Eloá Pimentel
- Em 13 de outubro de 2008, Lindemberg, então com 22 anos, invadiu a casa de sua ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos.
- Ele manteve Eloá e sua amiga Nayara em cárcere privado por mais de 100 horas.
- Quando a polícia invadiu o apartamento, Lindemberg atirou contra as reféns. Nayara foi ferida no rosto e Eloá ficou inconsciente, sendo levada ao hospital. A menina morreu horas depois, vítima dos dois tiros.
- Lindemberg foi condenado a 98 anos e 10 meses de prisão. Em 2013, a pena foi reduzida a 39 anos e três meses.
- Lindemberg está preso em Tremembé, no interior de São Paulo.
Irmão de Eloá baleado
Ronickson Pimentel dos Santos, tenente das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) da Polícia Militar e irmão de Eloá Pimentel, jovem assassinada pelo ex-namorado Lindemberg Alves em 2008, foi baleado na cabeça na manhã de 27 de junho, enquanto aguardava em um semáforo na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.
Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que dois homens em uma motocicleta se aproximam do policial. O garupa aponta a arma e atira à queima-roupa antes de a dupla fugir. Segundo a Polícia Civil, o ataque foi premeditado. Outras câmeras registraram os suspeitos monitorando a movimentação do tenente pouco antes do crime
Tenente baleado
- Policial das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), Ronickson Pimentel dos Santos foi baleado na nuca enquanto aguardava em um semáforo da Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na manhã de 27 de junho.
- Imagens de câmeras de segurança mostram o PM de moto na avenida quando dois criminosos em outra motocicleta se aproximam (veja acima). O garupa aponta a arma para a cabeça do oficial e atira à queima-roupa. Os criminosos fogem em seguida.
- As autoridades não deram detalhes sobre as possíveis motivações do crime e disseram que nenhuma hipótese foi descartada.
- Segundo a investigação, o ataque foi premeditado. Outras câmeras de segurança flagraram os suspeitos acompanhando a movimentação do tenente Pimentel pouco antes do crime.
- O policial é irmão de Eloá Pimentel, jovem assassinada em 2008 após ser mantida em cárcere privado pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, por mais de 100 horas.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Cartolouco é acusado de agressão por três ex-namoradas
O jornalista esportivo Lucas Strabko, conhecido como Cartolouco, voltou ao centro das atenções após ser acusado de agressão por três ex-namoradas. Além da carreira como repórter esportivo, incluindo uma passagem pela Globo, ele também ganhou projeção ao participar dos realities A Fazenda e Power Couple Brasil.
Aos 31 anos, Cartolouco ficou conhecido nacionalmente em 2016, quando se tornou um dos principais rostos do Cartola FC, jogo que lhe rendeu o apelido. Atualmente, mantém forte presença nas redes sociais, onde reúne cerca de 1,2 milhão de seguidores no Instagram e mais de 1,5 milhão de inscritos no YouTube.
O canal é voltado ao universo do futebol, com conteúdos sobre viagens, bastidores de clubes e torcidas. Nos vídeos mais recentes, o influenciador acompanhou partidas da Copa do Mundo de 2026, disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos.
Em 2020, Cartolouco participou de A Fazenda e foi o quarto eliminado da temporada. Dois anos depois, integrou o elenco do Power Couple Brasil ao lado da então namorada, Gabriella Augusto.
A passagem pelo reality de casais ficou marcada pela reação do jornalista após a eliminação. Pouco antes de deixar a atração, ele e Gabriella tomaram conhecimento de uma acusação feita por Rogério Silva, pai de MC Gui. Rogério afirmou que Cartolouco havia feito um comentário maldoso sobre Gustavo, seu outro filho, morto por overdose em 2014.
Inconformado com a situação, Cartolouco criticou a Record TV por não ter desmentido a declaração de Rogério e chutou um dos refletores do cenário, destruindo o equipamento.
Agressão
As acusações contra Cartolouco voltaram à tona após o Fantástico exibir, neste domingo (12/7), uma entrevista com três ex-namoradas do influenciador. Em abril deste ano, o jornalista prestou depoimento à Polícia Civil de São Paulo no âmbito de um inquérito que apura suspeitas de lesão corporal qualificada, violência psicológica contra mulher, injúria e dano.
O caso tramita no 11º Distrito Policial de Santo Amaro e foi formalizado em março, a partir da denúncia da mulher, de 32 anos. Ela afirma ter mantido um relacionamento com o influenciador por cerca de dez meses.
Segundo o relato da denunciante, o relacionamento teria sido marcado por episódios de violência psicológica, moral, patrimonial e física ao longo do período.
A investigação reúne diferentes tipos de material probatório, entre eles mensagens, gravações, fotografias, registros de câmeras de segurança, laudos médicos e psicológicos, além de depoimentos de testemunhas. O Fantástico também exibiu imagens das supostas agressões.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Influenciador Gato Preto é preso após briga de casal
O influenciador Samuel Sant’anna, conhecido como Gato Preto, foi preso em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, nesse domingo (12/7).
Segundo a Polícia Militar (PM), populares denunciaram que um casal estava brigando nas proximidades de um bar, por volta das 5h, na Avenida Itatiaia, no Alto da Boa Vista. Uma equipe foi até o local e realizou a abordagem.
Durante a ação, foi descoberto que um dos envolvidos era Gato Preto. A polícia constatou um mandado de prisão em aberto contra o influenciador, que foi conduzido à delegacia.
O influenciador foi levado para a Central de Polícia Judiciária e passou por audiência de custódia ainda ontem. Em nota, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que não foram identificadas irregularidades no cumprimento do mandado e ele segue preso.
Em maio deste ano, a Justiça de São Paulo tornou Gato Preto réu por duas tentativas de homicídio por dolo eventual (quando se assume o risco de matar) após causar um acidente de trânsito no ano passado, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, zona oeste da capital. Segundo a promotoria, ele estava sob o efeito de álcool e drogas no momento do acidente, o que justificaria o dolo eventual.
Gato Preto bateu Porsche na Faria Lima
- Gato Preto dirigia um Porsche 911 Carrera por volta das 6h30 da manhã do dia 20 de agosto na Avenida Faria Lima, em São Paulo. Bia Miranda, então namorada dele, o acompanhava no banco do passageiro. Próximo a eles, outro motorista conduzia um Hyundai H20.
- Em depoimento, o motorista do HB20 disse que aguardou o sinal verde do semáforo e, ao iniciar a travessia da Avenida Brigadeiro Faria Lima pela Rua Elvira Ferraz, foi atingido pelo Porsche, que trafegava em alta velocidade.
- Imagens do Smart Sampa confirmaram que Gato Preto desrespeitou o sinal vermelho e colidiu violentamente contra o HB20, que cruzava a via com o semáforo a favor. O Porsche não esboçou qualquer sinal de frenagem.
- Com a colisão, ambos os automóveis foram arremessados em direção ao canteiro central da Avenida Faria Lima. O passageiro do HB20 sofreu uma fratura na mandíbula.
- Testemunhas e vítimas afirmaram que, logo após o acidente, Gato Preto demonstrou agressividade, chegando a rir da situação e humilhar as vítimas. Ele ainda teria feito ameaças antes de fugir do local.
- O segurança de Bia Miranda, que seguia o Porsche em um Hyundai Creta, confessou ter retirado objetos do interior do veículo e levado o então casal embora antes da chegada da polícia. O fato dificultou a preservação da cena.
- Para as autoridades, Gato Preto assumiu o risco de causar o acidente.
Fonte: Metrópoles
