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Decreto de Emergência garante trabalho preventivo em áreas ribeirinhas

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De acordo com o superintendente da Defesa Civil, Dr. Marcos Berti, o decreto de situação de emergência permite maior agilidade na busca por recursos, com mais flexibilidade administrativa, além de acelerar os processos de compras e logística. A medida também garante a integração de todas as secretarias do Poder Executivo nas ações preventivas.

O superintendente fez questão de tranquilizar a população diante de preocupações relacionadas ao decreto. Segundo ele, não há registro de famílias desabrigadas nem em situação de risco por conta da elevação do nível do rio Madeira, que já chegou a 15,30 metros e, nesta quinta-feira (30), marcou 15,04 metros.

“Quando atingimos os 15 metros, foi decretada a emergência para que possamos dar respostas rápidas às comunidades. Isso não significa que está tudo alagado, mas sim que não podemos esperar a situação se agravar para agir. Estamos nos antecipando”.

O trabalho da Defesa Civil ocorre em regime de plantão preventivo, com atendimento 24 horas por dia, contemplando tanto comunidades ribeirinhas quanto a população da área urbana.

Atento às ações em andamento, o prefeito Léo Moraes destacou que, após reestruturações, a Defesa Civil Municipal passou a atuar de forma mais eficiente e independente, tornando-se a principal porta de apoio às comunidades em situação de emergência ou vulnerabilidade.

“Hoje temos uma Defesa Civil estruturada, independente e preparada para atender nossa população. Não há motivo para alarde, mas o decreto fortalece o trabalho preventivo e assegura a presença constante do poder público junto às comunidades”.

Estão incluídas no decreto as comunidades de Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco, Bom Jardim, Ramal da Alegria, Mutuns, Ramal São Miguel (Gleba Cuniã), Niterói, Maravilha I e II, Terra Firme, Ilha Nova, Ressaca, Conceição da Galera, Bom Fim, Santa Catarina, Pombal, Firmeza, Papagaios, Ilha de Assunção, Tira Fogo, São José da Praia, Boa Vitória, Lago do Cuniã e Fortaleza do Abunã.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Distribuição de gás do programa social termina em pancadaria – VEJA O VÍDEO

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Uma distribuição do programa social Gás do Povo no município de Maués (a 276 quilômetros a leste de Manaus) terminou em confusão e pancadaria. O tumulto ocorreu enquanto moradores enfrentavam uma longa fila, que começou a se formar ainda na madrugada, na tentativa de garantir a recarga gratuita do botijão de gás de cozinha.

Vídeos gravados por testemunhas e que rapidamente viralizaram nas redes sociais mostram o momento em que dois homens trocam agressões físicas. A briga gerou correria e provocou um tumulto generalizado entre as pessoas que aguardavam na fila de atendimento.

Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos gravemente ou se a polícia foi acionada para conter os envolvidos. A prefeitura do município e a organização do programa ainda não se manifestaram sobre o ocorrido.

Veja o vídeo:

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Lei Municipal com multa de até R$ 10 milhões ajuda a reduzir queimadas na capital

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Pouco mais de um ano após a sanção da Lei Complementar nº 1.026/2025, que endureceu as penalidades para quem realiza queimadas ilegais em Porto Velho, o município registra uma redução no número de focos de calor detectados por satélite. A legislação integra as medidas adotadas pela Prefeitura para fortalecer a prevenção e a fiscalização ambiental na capital.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), entre janeiro e o início de outubro de 2026, Porto Velho registrou 680 focos de calor, contra 1.013 no mesmo período de 2025. Os números representam uma redução de 32,8% nos registros.

A legislação estabelece multas que podem chegar a R$ 10 milhões, conforme a gravidade da infração e os critérios previstos na norma. A medida busca ampliar a responsabilização de quem realiza queimadas irregulares, tanto na área urbana quanto na rural.

Além das penalidades, os trabalhos de prevenção, monitoramento e fiscalização foram reforçados no município, com ações destinadas à identificação de ocorrências e à orientação da população sobre os riscos provocados pelo fogo.

O prefeito Léo Moraes destacou a importância das medidas adotadas para enfrentar as queimadas ilegais e proteger a qualidade do ar na capital.

“Por décadas a sociedade porto-velhense sofre com as queimadas ilegais que poluem o ar e derrubam a qualidade de vida. Através de um trabalho de inteligência, com leis e iniciativas focadas nesta pauta, conseguimos mostrar que é possível proteger o meio ambiente com responsabilidade e prosperidade”, disse o prefeito.

A redução dos focos de calor representa um resultado importante no acompanhamento ambiental do município. Entretanto, a prevenção continua necessária, especialmente durante o período de estiagem, quando a vegetação seca e as condições climáticas podem favorecer a propagação de incêndios.

Participação da população contribui para identificar e combater queimadas irregulares

A Prefeitura segue com ações de fiscalização, incluindo notificações e autuações relacionadas a irregularidades em terrenos baldios dentro do perímetro urbano, como parte das medidas de prevenção e combate às queimadas. O secretário municipal de Meio Ambiente, Arthur Borin, ressaltou a importância da participação dos moradores na identificação e denúncia de situações irregulares.

“Contamos com o apoio da sociedade nesta fiscalização que tem como foco assegurar a qualidade do ar e a saúde da nossa população, isso além de toda a questão ambiental envolvida nesse processo”, afirmou o secretário.

A colaboração da população auxilia as equipes na identificação de possíveis infrações e permite direcionar a fiscalização aos locais onde há registros ou suspeitas de queimadas ilegais.

Os moradores podem denunciar queimadas e outras situações de risco ambiental pelo WhatsApp da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), no número (69) 98423-4092. É possível encaminhar fotos, vídeos e a localização da ocorrência para auxiliar na identificação do local.

Em situações de incêndio ativo que ofereçam risco à população ou à vegetação, a orientação é acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

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Parque Circuito tem brinquedos danificados, lixeiras quebradas e pichações menos de uma semana após revitalização

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Menos de uma semana após a entrega da revitalização do Parque Circuito, em Porto Velho, brinquedos já apresentam danos, lixeiras foram quebradas, a área pet está interditada, os banheiros foram pichados e há lixo espalhado pelo local. A situação chama a atenção para a importância da conscientização da população sobre o uso adequado e a preservação dos espaços públicos. 

Entregue à população no dia 24 de outubro, o parque foi revitalizado para proporcionar mais qualidade de vida, lazer e convivência às famílias. No entanto, os problemas identificados poucos dias depois da entrega comprometem a utilização dos equipamentos e reforçam a necessidade de cuidado com o patrimônio público.

O presidente da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur), Bruno Holanda, destaca a importância da colaboração dos frequentadores para manter os espaços públicos em boas condições de uso. “A preservação dos brinquedos, o cuidado com as lixeiras, o descarte correto do lixo e o respeito às estruturas disponibilizadas à comunidade são atitudes fundamentais para garantir que todos possam usufruir do parque”.

Lixeiras danificadas comprometem a conservação e a limpeza do Parque Circuito, poucos dias após a revitalização do espaço

A Prefeitura reforça que os danos ao patrimônio público afetam diretamente a população, uma vez que recursos e equipes precisam ser mobilizados para recuperar estruturas danificadas, em vez de serem destinados exclusivamente a novas melhorias.

Os pais e responsáveis devem acompanhar as crianças durante o uso dos brinquedos, orientando-as a utilizá-los corretamente e evitando movimentos que forcem ou danifiquem os equipamentos. O parque conta com placas informativas que apresentam as regras de uso, que devem ser respeitadas para garantir a segurança de todos e a conservação do espaço público. 

Além dos danos às estruturas, o lixo espalhado pelo local reforça a necessidade de conscientização dos frequentadores sobre o descarte correto de resíduos e o cuidado com os equipamentos. Preservar o patrimônio público é uma responsabilidade coletiva e contribui para que todos continuem aproveitando o parque em boas condições.

O prefeito Léo Moraes reforça a importância da participação da população na preservação dos espaços públicos. “A Prefeitura trabalha para oferecer espaços de lazer, esporte e convivência para a população, mas precisamos que cada cidadão faça a sua parte. Cuidar dos parques e das praças é cuidar da nossa cidade. O patrimônio público pertence a todos e deve ser preservado para que as famílias possam continuar usufruindo desses espaços”.

A orientação é que os frequentadores utilizem os equipamentos de maneira adequada, evitem atos de vandalismo, descartem o lixo nas lixeiras e denunciem situações que coloquem em risco o patrimônio público.

Cuidar da cidade é uma responsabilidade compartilhada. A preservação dos parques e praças contribui para que esses ambientes continuem sendo espaços de lazer, esporte e convivência para toda a comunidade.

O patrimônio público pertence à população e cuidar dele é um compromisso coletivo

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Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)  

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