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Polícia

Homem é condenado a mais de 18 anos por tentar matar ex-companheira

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O réu U.S.M foi condenado a 18 anos e 8 meses de prisão por tentativa de feminicídio contra a ex-companheira, em Ji-Paraná, após decisão do Tribunal do Júri proferida nesta quinta-feira (16/4). O crime ocorreu em contexto de violência doméstica contra uma mulher, que foi atacada com golpes de canivete e sofreu risco de morte.

A sentença foi assinada pelo juiz presidente do júri, que manteve a prisão do réu e determinou o início imediato do cumprimento da pena em regime fechado.

De acordo com o processo, que teve a atuação da promotora de Justiça Jovilhiana Orrigo Ayricke, os jurados acolheram os argumentos do MPRO no sentido de que o crime foi praticado contra a vítima por ela ser mulher, dentro de uma relação de convivência familiar, bem como reconheceram a materialidade e a autoria do crime.

Ficou confirmado também que a ação ocorreu na presença de filhos da vítima e com uso de recurso que dificultou a defesa, como um ataque inesperado. O pedido de absolvição foi rejeitado.

Como foi o crime

A vítima foi atingida por golpes de canivete em partes do corpo como rosto, braço e abdômen. Ela precisou passar por cirurgia de emergência. Segundo os autos, houve risco real de morte. Segundo a investigação, o ataque foi diante dos três filhos menores de idade. O casal estava separado havia poucos dias.

O réu permanecerá preso, pois já estava detido durante o processo. A Justiça entendeu que não houve mudança na situação que justificasse a soltura.

Fonte: MPRO

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Polícia

Virginia Fonseca é investigada pela Polícia Federal

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A influenciadora e empresária Virginia Fonseca voltou a ganhar destaque no cenário nacional após a divulgação de informações sobre uma investigação conduzida pela Polícia Federal envolvendo atividades financeiras ligadas ao seu nome e a empresas associadas à sua atuação empresarial.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa nacional, os investigadores analisam movimentações financeiras relacionadas a contratos comerciais, parcerias publicitárias e empreendimentos que utilizam a imagem da influenciadora. Entre os temas que estariam sob avaliação estão operações vinculadas ao mercado de apostas online e à gestão de negócios dos quais ela participa.

O caso ganhou repercussão após uma reportagem publicada pela Revista Piauí detalhar os bastidores das apurações e os desafios enfrentados pelas autoridades para rastrear a origem e o destino de recursos movimentados pelas empresas envolvidas.

As discussões em torno dos negócios de Virginia não são recentes. Nos últimos meses, seu nome já havia sido citado durante os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a atuação de empresas ligadas ao setor de apostas esportivas. Na ocasião, a influenciadora prestou esclarecimentos aos parlamentares sobre contratos firmados com plataformas do segmento.

O relatório final da comissão incluiu pedidos de providências em relação a diversos nomes ligados ao mercado digital e de entretenimento. Agora, com a atuação dos órgãos de investigação, o caso passa a ser analisado também na esfera policial.

Nos últimos anos, Virginia consolidou sua posição como uma das personalidades mais influentes do país, transformando sua presença nas redes sociais em um grupo empresarial que atua em diferentes áreas de mercado. O crescimento acelerado dos negócios e o grande volume financeiro movimentado ampliaram a atenção sobre suas atividades comerciais.

Até o momento, não há divulgação pública de conclusão das investigações. Os procedimentos seguem em andamento e eventuais desdobramentos dependerão da análise dos documentos, dados financeiros e demais elementos reunidos pelas autoridades responsáveis pelo caso.

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Polícia

Foragidos da Justiça por estupro de vulnerável e furto são presos

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A Polícia Militar de Rondônia cumpriu, na manhã da última segunda-feira (1º), dois mandados de prisão preventiva contra indivíduos considerados foragidos da Justiça em Ji-Paraná. As ações foram realizadas por equipe de Rádio Patrulha.

A primeira prisão ocorreu por volta das 9h30, no bairro São Francisco. Os policiais tomaram conhecimento da existência de um mandado de prisão preventiva expedido contra um homem investigado pelo crime de estupro de vulnerável.

Após diligências, a equipe localizou o suspeito em um endereço ligado a familiares. Durante a abordagem, ele foi informado sobre a ordem judicial existente em seu desfavor e não ofereceu resistência, colaborando com a ação policial.

Segundo informações constantes na decisão judicial, a medida cautelar foi decretada em razão da gravidade dos fatos investigados e da necessidade de assegurar a aplicação da lei penal, uma vez que o acusado deixou de comparecer aos atos processuais e passou a ser considerado foragido.

Já a segunda prisão aconteceu por volta das 11h50, na Avenida Mato Grosso, bairro Parque São Pedro. O alvo era um homem com mandado de prisão preventiva expedido pela 3ª Vara Criminal de Ji-Paraná, acusado da prática de furto qualificado.

De posse dos dados atualizados, os policiais iniciaram diligências e localizaram o suspeito em via pública. Após a abordagem, foi dado cumprimento à ordem judicial, sendo o homem informado sobre a decisão expedida pela Justiça.

Nos dois casos, os detidos foram conduzidos à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) para os procedimentos legais e, posteriormente, colocados à disposição do Poder Judiciário.

As ações reforçam o compromisso da Polícia Militar de Rondônia no cumprimento de decisões judiciais e no apoio às instituições responsáveis pela aplicação da lei, contribuindo para a segurança da população e o combate à criminalidade.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia

PRF apreende 15 kg de skunk durante abordagem na BR-364

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia apreendeu, na tarde do último sábado (30), cerca de 15 kg de substância análoga à skunk, no município de Porto Velho/RO.

A ação ocorreu por volta das 17h, no KM 759 da BR-364, quando a equipe policial iniciou abordagem a um veículo da categoria “táxi”. Durante os procedimentos de fiscalização, observou-se que uma passageira apresentou nervosismo excessivo e forneceu informações desconexas. Após verificação de sua bagagem, foram encontrados 13 tabletes da droga.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão à infratora pela prática, em tese, do crime de tráfico de drogas, previsto no art. 33, da Lei n° 11.343/2006. A detida e o material ilícito apreendido foram encaminhados à Central de Flagrantes da Polícia Civil de Porto Velho/RO.

Fonte: PRF

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