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Polícia

Mortes após colonoscopia são investigadas como lesão corporal, mas podem evoluir para homicídio culposo, diz polícia

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A Polícia Civil de Rondônia informou à Rede Amazônica, nesta semana, que segue investigando as mortes de Thyago da Silva Severino e Alzery Geraldo de Souza. Ambos faleceram após realizarem exame de colonoscopia em uma clínica particular de Cerejeiras (RO). Os procedimentos foram conduzidos pelo mesmo médico.

De acordo com a polícia, o caso é tratado como lesão corporal culposa, mas existe a possibilidade de que seja reclassificado como homicídio culposo e omissão de socorro qualificada, caso fique comprovado que houve falha do médico que contribuiu diretamente para as mortes ou que ele deixou de prestar a ajuda necessária.

As mortes foram denunciadas pelas famílias dos pacientes, que apontam possível erro médico tanto durante o exame quanto no atendimento logo depois. Elas afirmam que houve demora ou ausência de medidas de emergência diante de sinais de complicação grave, como a perfuração intestinal.

Para levantar informações, a polícia determinou a coleta dos prontuários médicos completos de todas as unidades envolvidas nos casos. No caso de Thyago da Silva Severino, por exemplo, após o exame realizado na clínica Climedi ele foi levado ao Hospital São Lucas, em Cerejeiras, e depois transferido para o Hospital Regional de Vilhena, onde passou por cirurgia e foi internado na UTI, antes de morrer no dia seguinte.

Os dados das três unidades citadas serão analisados pelos investigadores e todos os profissionais de saúde envolvidos no atendimento devem ser ouvidos, principalmente o médico responsável pelo exame.

Outro pedido feito pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de Cerejeiras foram laudos de necropsia feitos pelo Instituto Médico Legal (IML).

O Conselho Regional de Medicina (CRM) também foi acionado para que informasse os antecedentes profissionais do investigado.

Conforme a polícia, faltam algumas oitivas e perícias médico-legais para que a investigação seja concluída.

Quem são as vítimas?

“Ele era muito querido”, relembra Amizael Severino ao falar do irmão, Thyago. Em nota, a família informou que ele tinha síndrome nefrótica, condição em que os rins deixam escapar uma quantidade excessiva de proteína pela urina. O exame fazia parte do acompanhamento médico regular.

De acordo com os parentes, durante a colonoscopia houve uma perfuração no intestino. O médico responsável pelo exame, que acompanhava Thyago havia cerca de oito anos, interrompeu o procedimento e informou que o órgão estaria “um pouco comprometido”.

Após o ocorrido, Thyago foi socorrido e levado ao Hospital São Lucas, em Cerejeiras. Em seguida, ele foi transferido para o Hospital Regional de Vilhena, onde morreu.

Alzery Geraldo de Souza, de 69 anos, que morreu dias depois de passar pela colonoscopia. Ele era agricultor aposentado e realizava exames de rotina quando o caso aconteceu.

Segundo familiares, Alzery era considerado o pilar da família. Casado, ele deixou três filhos, dois homens e uma mulher, além de duas noras, um genro e cinco netos.

De acordo com a denúncia, logo após terminar os exames, Alzery começou a sentir fortes dores na barriga e recebeu apenas medicação para dor. Com o agravamento do quadro, foi levado ao hospital, onde exames apontaram perfuração intestinal e necessidade de cirurgia de emergência. Ele entrou em coma após o procedimento, permaneceu dez dias na UTI e morreu em 30 de setembro.

G1

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Polícia

Idoso morre carbonizado após grave acidente

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Um motociclista de 63 anos morreu em um grave acidente registrado no fim da noite de domingo (12), na BR-163. A vítima, identificada como Mário de Melo, teve o corpo carbonizado após a motocicleta que conduzia pegar fogo com o impacto da colisão.

De acordo com informações das autoridades, o acidente aconteceu por volta das 23h20. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi a primeira equipe a chegar ao local para atender a ocorrência.

As investigações iniciais apontam que Mário seguia pela rodovia em direção ao município de Guarantã do Norte quando, por circunstâncias ainda desconhecidas, a motocicleta passou a trafegar em zigue-zague pela pista.

A principal hipótese é de que um veículo de grande porte tenha atingido a motocicleta, provocando o acidente. Após a colisão, o veículo foi consumido pelas chamas e o motociclista morreu ainda no local antes da chegada do socorro.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas apenas confirmou o óbito da vítima. Em seguida, a área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável pela coleta de vestígios que poderão auxiliar na elucidação do caso.

A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar a dinâmica do acidente e identificar o veículo que teria se envolvido na colisão. Até o momento, não há confirmação sobre o motorista ou o tipo de veículo de grande porte que possa ter participado da ocorrência.

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Caso Eloá: Justiça nega redução de pena para Lindemberg

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O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou, na última quarta-feira (8/7), o pedido de redução de pena feito por Lindemberg Alves Fernandes, condenado pelo assassinato de Eloá Pimentel, crime que chocou o país em 2008.

Lindemberg solicitou que parte da pena fosse reduzida com base no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025. Pela legislação, presos podem conseguir a remição da pena por meio dos estudos desde que cumpram os critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

No entanto, ao analisar o caso, a Justiça concluiu que o detento não atingiu a pontuação mínima exigida em uma das áreas de conhecimento da prova. Para que o benefício seja concedido, é necessário obter pelo menos 450 pontos em cada área do Enem e nota mínima de 500 pontos na redação.

Como Lindemberg não alcançou a nota necessária em uma das disciplinas, o Tribunal entendeu que ele não foi aprovado no exame dentro das regras previstas para a remição da pena. Por esse motivo, o pedido foi negado.

Caso Eloá Pimentel

  • Em 13 de outubro de 2008, Lindemberg, então com 22 anos, invadiu a casa de sua ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos.
  • Ele manteve Eloá e sua amiga Nayara em cárcere privado por mais de 100 horas.
  • Quando a polícia invadiu o apartamento, Lindemberg atirou contra as reféns. Nayara foi ferida no rosto e Eloá ficou inconsciente, sendo levada ao hospital. A menina morreu horas depois, vítima dos dois tiros.
  • Lindemberg foi condenado a 98 anos e 10 meses de prisão. Em 2013, a pena foi reduzida a 39 anos e três meses.
  • Lindemberg está preso em Tremembé, no interior de São Paulo.

Irmão de Eloá baleado

Ronickson Pimentel dos Santos, tenente das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) da Polícia Militar e irmão de Eloá Pimentel, jovem assassinada pelo ex-namorado Lindemberg Alves em 2008, foi baleado na cabeça na manhã de 27 de junho, enquanto aguardava em um semáforo na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que dois homens em uma motocicleta se aproximam do policial. O garupa aponta a arma e atira à queima-roupa antes de a dupla fugir. Segundo a Polícia Civil, o ataque foi premeditado. Outras câmeras registraram os suspeitos monitorando a movimentação do tenente pouco antes do crime

Tenente baleado

  • Policial das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), Ronickson Pimentel dos Santos foi baleado na nuca enquanto aguardava em um semáforo da Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na manhã de 27 de junho.
  • Imagens de câmeras de segurança mostram o PM de moto na avenida quando dois criminosos em outra motocicleta se aproximam (veja acima). O garupa aponta a arma para a cabeça do oficial e atira à queima-roupa. Os criminosos fogem em seguida.
  • As autoridades não deram detalhes sobre as possíveis motivações do crime e disseram que nenhuma hipótese foi descartada.
  • Segundo a investigação, o ataque foi premeditado. Outras câmeras de segurança flagraram os suspeitos acompanhando a movimentação do tenente Pimentel pouco antes do crime.
  • O policial é irmão de Eloá Pimentel, jovem assassinada em 2008 após ser mantida em cárcere privado pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, por mais de 100 horas.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Cartolouco é acusado de agressão por três ex-namoradas

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O jornalista esportivo Lucas Strabko, conhecido como Cartolouco, voltou ao centro das atenções após ser acusado de agressão por três ex-namoradas. Além da carreira como repórter esportivo, incluindo uma passagem pela Globo, ele também ganhou projeção ao participar dos realities A Fazenda e Power Couple Brasil.

Aos 31 anos, Cartolouco ficou conhecido nacionalmente em 2016, quando se tornou um dos principais rostos do Cartola FC, jogo que lhe rendeu o apelido. Atualmente, mantém forte presença nas redes sociais, onde reúne cerca de 1,2 milhão de seguidores no Instagram e mais de 1,5 milhão de inscritos no YouTube.

O canal é voltado ao universo do futebol, com conteúdos sobre viagens, bastidores de clubes e torcidas. Nos vídeos mais recentes, o influenciador acompanhou partidas da Copa do Mundo de 2026, disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos.

Em 2020, Cartolouco participou de A Fazenda e foi o quarto eliminado da temporada. Dois anos depois, integrou o elenco do Power Couple Brasil ao lado da então namorada, Gabriella Augusto.

A passagem pelo reality de casais ficou marcada pela reação do jornalista após a eliminação. Pouco antes de deixar a atração, ele e Gabriella tomaram conhecimento de uma acusação feita por Rogério Silva, pai de MC Gui. Rogério afirmou que Cartolouco havia feito um comentário maldoso sobre Gustavo, seu outro filho, morto por overdose em 2014.

Inconformado com a situação, Cartolouco criticou a Record TV por não ter desmentido a declaração de Rogério e chutou um dos refletores do cenário, destruindo o equipamento.

Agressão

As acusações contra Cartolouco voltaram à tona após o Fantástico exibir, neste domingo (12/7), uma entrevista com três ex-namoradas do influenciador. Em abril deste ano, o jornalista prestou depoimento à Polícia Civil de São Paulo no âmbito de um inquérito que apura suspeitas de lesão corporal qualificada, violência psicológica contra mulher, injúria e dano.

O caso tramita no 11º Distrito Policial de Santo Amaro e foi formalizado em março, a partir da denúncia da mulher, de 32 anos. Ela afirma ter mantido um relacionamento com o influenciador por cerca de dez meses.

Segundo o relato da denunciante, o relacionamento teria sido marcado por episódios de violência psicológica, moral, patrimonial e física ao longo do período.

A investigação reúne diferentes tipos de material probatório, entre eles mensagens, gravações, fotografias, registros de câmeras de segurança, laudos médicos e psicológicos, além de depoimentos de testemunhas. O Fantástico também exibiu imagens das supostas agressões.

Fonte: Metrópoles

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