Polícia
BOPE é acionado de Porto Velho após filho manter mãe refém em Jaru
Um homem identificado pela inicial S. manteve a própria mãe refém na tarde desta terça-feira (31), em uma residência localizada na rua João de Albuquerque, no Setor 1, em Jaru (RO). A ocorrência mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), da Polícia Militar, com sede em Porto Velho, que atuaram por várias horas até o desfecho do caso.
De acordo com informações apuradas, a situação teve início por volta do meio-dia, quando uma equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) foi até o imóvel para realizar a administração de medicação ao paciente, diagnosticado com esquizofrenia. O homem, no entanto, recusou o atendimento, iniciando uma discussão com familiares que evoluiu para agressão.
Durante o conflito, ele passou a manter a mãe, J., dentro de um quarto da residência, impedindo sua saída. O Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou apoio na tentativa de controle da situação, seguido pela chegada da Polícia Militar, que deu início às negociações para a liberação da vítima.
Segundo a PM, o homem apresentava comportamento resistente e dificuldade de comunicação, com falas desconexas, o que dificultou o avanço das tratativas. Diante da complexidade, foi solicitado o apoio de uma equipe especializada do BOPE, vinda de Porto Velho.
Os negociadores tentaram resolver a situação de forma pacífica, porém sem sucesso. Com o risco à integridade da vítima e do próprio suspeito — além da informação de que havia um facão no interior do quarto — foi necessária uma intervenção tática.
A ação ocorreu por volta das 19h30, com o uso de dispositivos de efeito moral e técnicas de menor potencial ofensivo. O homem foi contido e imobilizado pela equipe. A vítima foi resgatada sem ferimentos. O caso foi registrado e as providências cabíveis foram adotadas pelas autoridades.
Após o controle da situação, o conduzido foi encaminhado à unidade policial competente para as providências legais cabíveis, sendo assegurado atendimento médico.
A guarnição policial, atuando de forma integrada com os demais órgãos envolvidos, observou rigorosamente os protocolos legais e operacionais, desde o isolamento do local, apoio às negociações e execução da intervenção, até a finalização da ocorrência, logrando êxito na preservação da integridade dos envolvidos e no restabelecimento da ordem pública, permanecendo posteriormente em patrulhamento nas imediações do local para garantir a tranquilidade da região e prevenir novos desdobramentos.


Fonte: Polícia Militar
Polícia
Pastor e psicólogo é denunciado por crimes sexuais contra 8 mulheres
O Ministério Público de Rondônia (MPRO) denunciou, nessa segunda-feira (28/9), o psicólogo e líder religioso Aluizio Vidal, de 58 anos, investigado por crimes sexuais contra mulheres que frequentavam o espaço religioso onde ele atuava e também eram atendidas por ele em consultas profissionais.
Segundo o órgão, pelo menos oito mulheres procuraram o Núcleo de Atendimento às Vítimas (Navit) para denunciar o investigado. Aluizio está preso preventivamente desde 15 de setembro.
De acordo com o MP, as vítimas que procuraram as autoridades frequentavam a Igreja Presbiteriana Gileade, onde Aluizio era pastor. Outras também eram atendidas por ele em consultas como psicólogo.
Segundo as apurações, o investigado teria se aproveitado da posição de liderança religiosa e da condição de psicólogo para praticar os crimes.
Após o primeiro caso chegar ao conhecimento das autoridades, outras mulheres procuraram a Polícia Civil e o MPRO para relatar situações de abuso. As declarações contribuíram para o avanço das investigações e para a adoção das medidas previstas no processo criminal.
As mulheres foram atendidas pelo Núcleo de Assistência às Vítimas (Navit), do MP-RO. Segundo o órgão, elas receberam acolhimento, foram ouvidas e tiveram acesso a acompanhamento psicológico.
Quem é Aluízio
O pastor também já disputou eleições. Ele foi candidato à Prefeitura de Porto Velho (RO) em 2012, pelo Psol.
Já em 2018, concorreu ao Senado pelo Rede. Antes disso, havia disputado o mesmo cargo nas eleições de 2010 e 2014.
No entanto, ele não foi eleito para nenhum cargo público.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Menina de 2 anos é morta a golpes de martelo pelo irmão enquanto brincava
Uma menina de 2 anos foi morta a marteladas pelo próprio irmão, na manhã dessa segunda-feira (28/9), na Praia Grande, litoral sul de São Paulo. A Polícia Civil está à procura do autor. O caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).
O crime aconteceu em um pequeno barraco de madeira, em área de invasão, na Vila São Jorge. A garota estava brincando com uma mangueira quando foi golpeada na cabeça pelo irmão.
A vítima chegou a ser encaminhada ao hospital com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O irmão e principal suspeito, identificado como Richard Reine Nogueira Santos Passos, de 21 anos, fugiu e está sendo procurado.
No local do crime, peritos da Polícia Científica localizaram o martelo usado para atacar a criança, além de um par de chinelos que pode ter sido deixado pelo principal suspeito na fuga.
As investigações buscam compreender a dinâmica do assassinato. A polícia quer entender se os irmãos estavam sozinhos e quem estava responsável por cuidar de ambos. Apesar de maior de idade, o autor é considerado incapaz por problemas de saúde mental.
O caso segue sob investigação.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Professor é denunciado por estuprar alunas que tinham entre 7 e 8 anos
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) ofereceu denúncia contra um professor da rede estadual de ensino do município de Cachoeirinha (RS) pela prática de estupro de vulnerável contra ao menos sete alunas. As vítimas tinham entre sete e oito anos na época dos fatos, ocorridos entre 2025 e 2026. O investigado encontra-se preso preventivamente.
Segundo o MP, o docente aproveitava-se de sua posição de autoridade em sala de aula e da confiança depositada pelas crianças para praticar os atos libidinosos durante as atividades de rotina escolar, especialmente nos momentos de atendimento individualizado.
A acusação aponta que o professor exigia que as alunas mantivessem segredo sobre os abusos, utilizando promessas de presentes para silenciá-las. Diante da repetição dos atos e das circunstâncias em que foram praticados, o MPRS denunciou o investigado por estupro de vulnerável agravado e majorado, em continuidade delitiva e em concurso material — modalidade aplicada quando o acusado pratica mais de um crime na mesma época.
Perda de cargo
A denúncia foi assinada e apresentada pela promotora de Justiça Bárbara Bisogno Paz, da Promotoria Criminal de Cachoeirinha. Além da responsabilização criminal, o Ministério Público solicitou à Justiça:
A fixação de valor mínimo para indenização por danos morais a cada uma das sete vítimas identificadas;
A perda do cargo público na rede estadual, em caso de condenação definitiva;
A inclusão do nome do acusado no Cadastro Estadual de Pedófilos;
A coleta de material biológico para inserção do perfil genético no banco de dados oficial.
Investigações seguem
A peça acusatória fundamenta-se nos inquéritos conduzidos pela 1ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha e em provas colhidas em procedimento cautelar de produção antecipada de depoimentos. Embora o processo contabilize até o momento sete vítimas confirmadas, o Ministério Público ressalta que as apurações continuam e novas denúncias podem surgir no decorrer das investigações.
Fonte: Metrópoles
