Polícia
Integrantes de facção são condenados por ataques a ônibus escolares em RO
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), obteve a condenação de 11 integrantes de uma organização criminosa envolvidos na onda de ataques violentos contra ônibus escolares nos Distritos de União Bandeirantes e Jaci-Paraná, ocorrida em janeiro de 2025.
A sentença, proferida pela 2ª Vara Criminal de Porto Velho neste mês de março de 2026, reconheceu a prática dos crimes de organização criminosa armada, incêndio e explosão majorados, todos qualificados pela gravidade das condutas e pelo prejuízo causado à coletividade.
A ação penal é desdobramento de investigações que desarticularam um núcleo operacional responsável por orquestrar ataques em janeiro de 2025, nas localidades de União Bandeirantes e Jaci-Paraná, em meio a uma onda de outros atentados praticados em Porto Velho e outras cidades de interior do Estado. Na ocasião, o grupo criminoso, agindo sob diretrizes de uma facção com atuação nacional, promoveu a destruição de 10 ônibus escolares mediante o uso de fogo e artefatos explosivos.
A motivação dos crimes estava ligada à retaliação contra uma série de ações de segurança pública contra a facção criminosa em Porto Velho, a uma tentativa de desestabilizar a ordem pública e intimidar as autoridades estaduais, prejudicando diretamente o transporte de estudantes e o acesso à educação na região.
Na sentença, cinco réus foram condenados pela prática dos crimes de integração de organização criminosa armada, explosão e incêndio majorados, tendo sido aplicadas as penas de 22 anos, 3 meses e 10 dias de reclusão em regime fechado para quatro deles e 20 anos e 20 dias de reclusão em regime fechado para o quinto réu.
Além disso, também foram condenados outros seis réus pelo crime de integração de organização criminosa armada, tendo sido aplicada pena de 6 anos de reclusão em regime fechado para um deles e 4 anos e 6 meses de reclusão em regime semiaberto para os demais.
A Operação Rescaldo foi deflagrada em abril de 2025, para cumprimento de mandados de busca e apreensão e prisão preventiva, fruto de atuação conjunta entre o Gaeco, a Polícia Civil, por meio da 10ª Delegacia de Nova Mutum, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal (Ficco), a Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Fticco), contando ainda com o apoio da Polícia Técnico-Científica (Politec), que prestou relevante trabalho na realização das perícias nos veículos danificados ou destruídos e na extração dos dispositivos eletrônicos arrecadados durante a investigação e cujas informações neles gravadas contribuiu para a identificação dos infratores envolvidos naquela onda de ataques.
Com esse resultado, o Ministério Público de Rondônia reafirma sua atuação rigorosa no enfrentamento às organizações criminosas e na proteção do patrimônio público. A instituição segue empenhada em garantir que atos de terrorismo e vandalismo contra serviços essenciais não fiquem impunes, assegurando a responsabilização integral de quem atenta contra a segurança e os direitos da população rondoniense.
Fonte: MPRO
Polícia
Motociclista fica ferido após cabo se prender ao pescoço na Zona Leste
Um motociclista de 26 anos ficou ferido após ser atingido por um cabo de telecomunicação que estava atravessado na Rua Francisco Barbosa de Souza, na Zona Leste de Porto Velho.
Segundo o relato do homem, ele seguia pela via quando percebeu o cabo à frente e tentou reduzir a velocidade. Mesmo assim, não conseguiu evitar que a fiação atingisse a motocicleta. O cabo ficou preso à camisa do motociclista e, com o deslocamento da moto, subiu até a altura do pescoço.
A situação fez com que o homem fosse puxado em direção à pista contrária. Ele contou que quase bateu em uma motocicleta que vinha no sentido oposto e também passou próximo de uma carretinha presa a um carro.
Para conseguir retornar à faixa correta, o motociclista precisou manter as mãos firmes no guidão e fazer força durante a manobra. Nesse momento, o cabo se rompeu no local onde estava preso ao poste, permitindo que ele recuperasse o controle da motocicleta.
Polícia
Homem tem dedo do pé arrancado após colisão entre motocicletas
Um homem ficou gravemente ferido após um acidente envolvendo duas motocicletas na tarde desta segunda-feira (21), no cruzamento das ruas Itatiaia e Idalva Fraga Moreira, no bairro Flamboyant, em Porto Velho (RO).
De acordo com informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, um idoso que pilotava uma motocicleta com uma carrocinha reboque teria avançado a via preferencial. Nesse momento, houve a colisão com uma Honda Bros que passava pelo cruzamento.
O condutor da Honda Bros sofreu ferimentos graves e teve um dos dedos do pé arrancado. O idoso também ficou ferido no acidente e precisou de atendimento médico.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e prestaram os primeiros socorros às vítimas. Os dois homens foram encaminhados ao Hospital João Paulo II, em Porto Velho.

Polícia
Idosa é morta a tiros ao abrir porta de casa durante tentativa de homicídio
Uma mulher de 66 anos morreu neste sábado (19), no Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, após ser atingida por um disparo de arma de fogo na porta de casa, em Assú, no Oeste do Rio Grande do Norte.
Identificada como Maria de Fátima de Oliveira Silva, a idosa estava em casa por volta das 11h de sexta-feira (18), no bairro São João, quando foi chamada à porta por um homem que seria alvo de uma tentativa de homicídio.
Ao atender ao chamado, Maria de Fátima foi atingida por um dos disparos. Segundo familiares, o tiro atingiu a região da cabeça. O homem que seria o alvo da tentativa de homicídio também foi baleado.
A vítima foi socorrida por um neto e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Assú. Por volta das 16h, ela foi transferida para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, onde permaneceu internada e entubada.
Maria de Fátima não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde de sábado.
Conhecida como “Fatinha”, ela era descrita por familiares como uma pessoa querida pelos moradores da rua onde vivia e costumava ajudar os vizinhos.
“É muito revoltante, não só para família, mas para os vizinhos. Lá a rua está fechada, porque o movimento do povo, tudo revoltado. (…) não é porque é a minha cunhada não, mas todo mundo conhece ela, todo mundo ama ela naquela rua”, afirmou João Batista da Silva, cunhado da vítima.
A Polícia Civil investiga o caso.
Fonte: G1 Rio Grande do Norte
