Polícia
Temporais deixam ao menos 29 mortos e 39 desaparecidos
Pelo menos 29 pessoas morreram e 39 estão desaparecidas em decorrência dos temporais que atingem Juiz de Fora. Diante da gravidade da situação, a prefeitura decretou estado de calamidade pública nesta terça-feira (24).
Em Ubá, também na Zona da Mata mineira, ao menos seis mortes foram confirmadas pela Polícia Militar. Ao todo, são 29 óbitos registrados nas duas cidades.
Este mês já é considerado o fevereiro mais chuvoso da história de Juiz de Fora. Segundo a prefeitura, o município contabilizou 460,4 milímetros de chuva até a manhã de segunda-feira (23), volume equivalente a 270% do esperado para todo o mês. Em poucas horas, foram quase 200 milímetros, provocando deslizamentos, alagamentos em mais de 10 pontos, quedas de barreiras e diversos atendimentos de emergência.
Até o momento, foram registrados ao menos 20 soterramentos e 251 ocorrências atendidas somente na segunda-feira. A estimativa é de que 440 pessoas estejam desabrigadas.
Em pronunciamento, a prefeita Margarida Salomão afirmou que as equipes de busca seguem mobilizadas. “Estamos buscando salvar a vida de todo mundo”, declarou. As aulas foram suspensas e servidores municipais foram autorizados a trabalhar de forma remota. A prefeita classificou o cenário como “situação extrema”, justificando a decretação de calamidade pública, válida por 180 dias e que permite ao município solicitar recursos estaduais e federais.
Em Ubá, carros foram arrastados pela enxurrada. Entre as vítimas confirmadas está um homem, com idade entre 45 e 55 anos, que morreu após sofrer descarga elétrica ao passar por um ponto alagado com fio de alta tensão.
A Defesa Civil orienta que, em caso de emergência, a população acione o número 199. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram ruas destruídas, veículos submersos e imóveis atingidos pela força da água. As autoridades seguem monitorando a situação.

Polícia
Mãe joga filha recém-nascida dentro de lixeira de condomínio
Câmeras de vigilância de um condomínio em Várzea Grande, na região de Cuiabá, ajudaram a Polícia Civil a identificar uma mulher de 25 anos suspeita de abandonar a própria filha recém-nascida em uma lixeira. O caso aconteceu em julho, a bebê foi encontrada morta por um funcionário do condomínio.
Segundo a investigação, a mulher aparece nas imagens carregando uma caixa de papelão até o espaço destinado ao descarte de lixo e deixando o local logo depois.
A perícia apontou que a bebê nasceu prematura, com aproximadamente 26 semanas de gestação, e apresentou sinais de vida após o nascimento. A causa da morte ainda está sendo investigada.
Em depoimento, a mulher confirmou ser a mãe e disse que teve o parto sozinha dentro de casa, enquanto o marido dormia. Ela afirmou que não sabia com certeza que estava grávida e que entrou em estado de desespero após o nascimento da criança.
A Polícia Civil continua apurando as circunstâncias do caso. Inicialmente, a mulher deve ser investigada por homicídio, mas a tipificação poderá mudar após a conclusão dos exames e demais diligências.
Fonte: D24am
Polícia
Mulher é encontrada ensanguentada após ser ferida a facadas
Uma mulher ainda não identificada foi socorrida após aparecer ferida e ensanguentada na noite desta quinta-feira (27), na Rua da Beira, nas proximidades da passarela da Rua Três e Meio, em Porto Velho.
Conforme informações preliminares, a vítima chegou ao local pedindo ajuda a pessoas que estavam nas proximidades. Ao perceberem a gravidade dos ferimentos, populares acionaram a Polícia Militar e uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Os policiais realizaram diligências na região em busca de informações que pudessem ajudar a esclarecer as circunstâncias do ocorrido. Enquanto isso, os socorristas prestaram os primeiros atendimentos à mulher e, posteriormente, a encaminharam ao Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II.
A vítima apresentava ferimentos provocados por golpes de faca na região do pescoço e em um dos pulsos, segundo os primeiros levantamentos.
Até o momento, não há confirmação sobre quem teria causado os ferimentos. As circunstâncias do caso permanecem sob apuração e diferentes possibilidades deverão ser analisadas durante a investigação.
As autoridades devem realizar novos levantamentos para esclarecer o que aconteceu e identificar as circunstâncias em que a mulher ficou ferida.

Polícia
Mulher desaparecida há seis meses é encontrada morta e amarrada
Depois de seis meses sem notícias, a família de Izabele Cristine da Silva Santos, de 30 anos, teve a confirmação da morte da mulher nesta quinta-feira (27). O corpo dela foi localizado amarrado e enterrado em uma cova no município de Inocência, a 337 quilômetros de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Segundo a Polícia Civil, duas mulheres são investigadas pelo crime e tiveram a prisão temporária decretada. Uma delas foi localizada em Campo Grande e a outra em Cuiabá, no Mato Grosso.
As investigações indicam que Izabele teria sido agredida após um desentendimento com as suspeitas. Conforme a polícia, a vítima teria sido levada para dentro de um estabelecimento, onde sofreu diversas agressões físicas.
Ainda de acordo com a investigação, Izabele foi morta durante a madrugada com golpes de um objeto cortante na região do pescoço.
Após o homicídio, as suspeitas teriam amarrado o corpo e o colocado em uma cova. O local foi coberto com terra na tentativa de dificultar a localização do cadáver.
A Polícia Civil conseguiu identificar o possível esconderijo depois de reunir informações e realizar uma série de diligências. Com o avanço da investigação, as equipes intensificaram as buscas e localizaram o corpo nesta quinta-feira.
O cadáver será encaminhado para exames e perícias, que devem auxiliar na confirmação da causa da morte e na reconstrução das circunstâncias do crime.
Investigação
O caso é investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Inocência como homicídio qualificado por motivo torpe e ocultação de cadáver. A polícia ressalta que a classificação poderá ser alterada conforme o avanço das investigações e os resultados dos exames periciais.
As duas suspeitas permanecem presas temporariamente e estão à disposição da Justiça.
A Polícia Civil continua apurando o caso para esclarecer a dinâmica do crime e definir a participação de cada uma das investigadas.
Fonte: G1 Mato Grosso do Sul
