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Polícia Penal inicia Operação Carnaval em Rondônia

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Com o objetivo de reforçar a segurança pública e garantir a ordem durante as festividades carnavalescas, o governo de Rondônia deu início, na sexta-feira, 6, à Operação Carnaval, com atuação da Polícia Penal em bloco carnavalesco realizado na região Central de Porto Velho. A ação integra o planejamento estratégico do estado para o período festivo, ampliando a vigilância sobre foragidos do sistema prisional e pessoas monitoradas por tornozeleira eletrônica que possam estar em desacordo com as normas judiciais.

As operações acontecem de forma integrada entre a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), contando com a execução da Gerência Especializada em Operações Penais (Geop), por meio do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape) e da Unidade de Monitoramento Eletrônico (Umesp).

FISCALIZAÇÃO

Durante todo o período de Carnaval, a Polícia Penal permanecerá mobilizada, com atuação prevista em nove blocos carnavalescos na capital, além do reforço na segurança em todo o perímetro dos estabelecimentos penais. A Operação Carnaval seguirá até o encerramento oficial das festividades, acompanhando a programação dos blocos de rua e demais eventos, consolidando a presença do estado nas ações de segurança e assegurando que a folia ocorra em um ambiente seguro para todos.

As equipes atuarão de forma ostensiva e estratégica. Os policiais penais realizarão fiscalizações presenciais nos blocos carnavalescos, com abordagens e verificações em tempo real, identificando indivíduos em descumprimento das regras do monitoramento eletrônico. Paralelamente, o trabalho remoto será intensificado, com rastreamento de sinais e identificação de monitorados fora das rotas autorizadas, possibilitando ações rápidas de recaptura.

O secretário da Sejus, Marcus Rito, ressaltou o papel estratégico da corporação nas ações preventivas: “A Polícia Penal exerce uma função essencial na segurança pública. Durante a Operação Carnaval, intensificamos o monitoramento de privados de liberdade e foragidos, garantindo o cumprimento das medidas judiciais e contribuindo diretamente para a ordem nos espaços festivos.”

Fonte: Secom

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Polícia

Motociclista fica gravemente ferido após carro avançar preferencial

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Um motociclista ficou gravemente ferido após se envolver em um acidente de trânsito na tarde desta quinta-feira (13), no bairro Liberdade, em Porto Velho.

A colisão aconteceu no cruzamento da Rua Tabajara com a Rua Elias Gorayeb. Conforme as informações obtidas no local, o motociclista seguia pela Rua Elias Gorayeb, no sentido da Avenida Calama, quando ocorreu a colisão com um Chevrolet Montana.

Segundo os relatos iniciais, o motorista do automóvel trafegava pela Rua Tabajara, em direção à Avenida Jorge Teixeira, quando teria avançado a preferencial e atingido a motocicleta.

Com o impacto, o motociclista sofreu ferimentos na região da cabeça e da testa, apresentando fortes contusões, hematomas e sangramento intenso.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e prestou os primeiros atendimentos à vítima. Em seguida, o motociclista foi encaminhado para uma unidade hospitalar, onde deverá receber atendimento médico.

As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis.

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Polícia

Adolescente de 14 anos é executada pelo Tribunal do Crime

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Encontrada morta em uma cova às margens da rodovia BR-163, Claudia Geovana Dourado de Oliveira, de 14 anos, foi executada em uma sessão do Tribunal do Crime por membros do Comando Vermelho no último dia 6. O crime ocorreu em uma região de mata às margens da Rodovia BR-163 e, apesar da pouca idade, a vítima fazia parte do Primeiro Comando da Capital (PCC), tendo inclusive um namoro com um dos membros da facção. O corpo da jovem foi encontrado na noite desta quarta-feira (12).

As informações acerca da vítima e do envolvimento dela com o PCC foram reveladas ao Olhar Direto pelo delegado Artur Andrade Almeida, da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que atua à frente da investigação do caso. À reportagem, Arthur conta que a adolescente tirava fotos com símbolos da facção paulista.

“Ela namorava com um integrante e depois começou a fazer sinal do PCC, o ‘três’, no Instagram, e aí ameaçou algumas meninas do Comando Vermelho”, revelou o delegado. A jovem, segundo Arthur, não chegou a tomar partido de ações do PCC na cidade.

Ainda conforme Arthur, o namorado da vítima não está preso. O criminoso não teve a identidade revelada. Cinco criminosos estão envolvidos diretamente na morte da vítima e, deles, dois já foram presos. A vítima, segundo os próprios criminosos, namorava anteriormente com um membro do Comando Vermelho e, ao começar um relacionamento com o membro do PCC, teve a morte decretada.

Sequestro e morte

Claudia foi atraída até um hotel do município, onde foi sequestrada pelos criminosos. Durante uma semana, seu paradeiro foi um mistério e, por meio de imagens de câmeras de segurança, os policiais conseguiram identificar um veículo modelo Fiat Mobi, sendo posteriormente localizado e um dos envolvidos preso.

Em continuidade à procura da vítima, a equipe da Polícia Civil localizou o corpo da menor em uma área de mata na rodovia. Informações preliminares indicam que a vítima apresentava sinais aparentes de agressões e que havia indícios de asfixia. Ela também foi encontrada com as mãos amarradas e com uma corda ao redor do pescoço. O caso continua a ser investigado.

Fonte: Olhar Direto

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Trio é condenado a até 28 anos por ameaçar empresas e provocar incêndios

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Jaru, obteve no Poder Judiciário a condenação de três réus pelos crimes de organização criminosa, extorsão e incêndio. Os acusados foram sentenciados a penas que variam de 15 a 28 anos de reclusão em regime fechado.

Conforme o MP, em 2025, o grupo promoveu ações de extorsão a duas empresas provedoras de internet, localizadas nos municípios de Jaru e Theobroma, exigindo pagamentos sob ameaça de represálias. Em outubro daquele mesmo ano, como forma de intensificar as cobranças e coagir as vítimas, os acusados provocaram incêndios nos estabelecimentos.

O Ministério Público fundamentou a denúncia com um conjunto de laudos periciais, vídeos e outras provas digitais colhidas ao longo das investigações, que demonstraram a participação dos réus nos ataques.

Em relação às condenações, o primeiro acusado foi sentenciado pelos crimes de organização criminosa, extorsão, incêndio e associação para o tráfico, somando pena de 28 anos de reclusão. O segundo foi condenado pelos mesmos delitos, totalizando 16 anos. Por organização criminosa, extorsão e incêndio, o terceiro recebeu a pena de 15 anos de reclusão.

Os réus já estão presos e não poderão recorrer em liberdade.

Fonte: MPRO

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