Polícia
Mulher morre ao entrar em piscina de academia
Uma manhã que deveria ser apenas mais uma rotina de exercícios terminou em luto para a família de Juliana Faustino Bassetto (foto em destaque), 27 anos, aluna da academia C4 Gym, na zona leste de São Paulo. A aluna da academia morreu após entrar na piscina para a aula de natação e passar mal no local, em um caso que agora é investigado como possível contaminação da água.
Descrita por pessoas próximas como ativa e saudável, Juliana estava acompanhada do marido, Vinícius de Oliveira, quando começou a sentir os primeiros sintomas ainda durante a atividade. Segundo relatos, o casal comunicou o professor responsável após apresentar mal-estar.
Mesmo debilitados, os dois decidiram procurar atendimento médico por conta própria e seguiram até o Hospital Santa Helena, em Santo André. Na unidade de saúde, Juliana sofreu uma parada cardíaca e não resistiu. Vinícius foi internado em estado grave.
Mais vítimas
Além do casal, outras duas pessoas também foram hospitalizadas, entre elas um menor de idade que apresentou dificuldade para respirar após nadar na mesma piscina. Ele foi levado pelo pai ao Hospital Vila Alpina, na zona leste.
O caso levantou a suspeita de vazamento de cloro ou outro gás químico na água da piscina. O Corpo de Bombeiros esteve no local na noite de sábado, mas encontrou a academia fechada, o que impediu a análise imediata.
Na manhã de domingo, as equipes retornaram e romperam a porta para acessar o espaço, que agora passa por perícia da Polícia Civil. Amostras da água devem ser coletadas para exames laboratoriais.
Investigação
O caso foi registrado em boletim de ocorrência na 6ª Delegacia de Polícia de Santo André, que investiga as causas do possível vazamento e se houve falha na manutenção ou negligência por parte do estabelecimento.
Até o fechamento desta edição, a academia C4 Gym não havia se pronunciado oficialmente.
Por Metrópoles
Polícia
Motociclista fica gravemente ferido após carro avançar preferencial
Um motociclista ficou gravemente ferido após se envolver em um acidente de trânsito na tarde desta quinta-feira (13), no bairro Liberdade, em Porto Velho.
A colisão aconteceu no cruzamento da Rua Tabajara com a Rua Elias Gorayeb. Conforme as informações obtidas no local, o motociclista seguia pela Rua Elias Gorayeb, no sentido da Avenida Calama, quando ocorreu a colisão com um Chevrolet Montana.
Segundo os relatos iniciais, o motorista do automóvel trafegava pela Rua Tabajara, em direção à Avenida Jorge Teixeira, quando teria avançado a preferencial e atingido a motocicleta.
Com o impacto, o motociclista sofreu ferimentos na região da cabeça e da testa, apresentando fortes contusões, hematomas e sangramento intenso.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e prestou os primeiros atendimentos à vítima. Em seguida, o motociclista foi encaminhado para uma unidade hospitalar, onde deverá receber atendimento médico.
As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis.

Polícia
Adolescente de 14 anos é executada pelo Tribunal do Crime
Encontrada morta em uma cova às margens da rodovia BR-163, Claudia Geovana Dourado de Oliveira, de 14 anos, foi executada em uma sessão do Tribunal do Crime por membros do Comando Vermelho no último dia 6. O crime ocorreu em uma região de mata às margens da Rodovia BR-163 e, apesar da pouca idade, a vítima fazia parte do Primeiro Comando da Capital (PCC), tendo inclusive um namoro com um dos membros da facção. O corpo da jovem foi encontrado na noite desta quarta-feira (12).
As informações acerca da vítima e do envolvimento dela com o PCC foram reveladas ao Olhar Direto pelo delegado Artur Andrade Almeida, da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que atua à frente da investigação do caso. À reportagem, Arthur conta que a adolescente tirava fotos com símbolos da facção paulista.
“Ela namorava com um integrante e depois começou a fazer sinal do PCC, o ‘três’, no Instagram, e aí ameaçou algumas meninas do Comando Vermelho”, revelou o delegado. A jovem, segundo Arthur, não chegou a tomar partido de ações do PCC na cidade.
Ainda conforme Arthur, o namorado da vítima não está preso. O criminoso não teve a identidade revelada. Cinco criminosos estão envolvidos diretamente na morte da vítima e, deles, dois já foram presos. A vítima, segundo os próprios criminosos, namorava anteriormente com um membro do Comando Vermelho e, ao começar um relacionamento com o membro do PCC, teve a morte decretada.
Sequestro e morte
Claudia foi atraída até um hotel do município, onde foi sequestrada pelos criminosos. Durante uma semana, seu paradeiro foi um mistério e, por meio de imagens de câmeras de segurança, os policiais conseguiram identificar um veículo modelo Fiat Mobi, sendo posteriormente localizado e um dos envolvidos preso.
Em continuidade à procura da vítima, a equipe da Polícia Civil localizou o corpo da menor em uma área de mata na rodovia. Informações preliminares indicam que a vítima apresentava sinais aparentes de agressões e que havia indícios de asfixia. Ela também foi encontrada com as mãos amarradas e com uma corda ao redor do pescoço. O caso continua a ser investigado.
Fonte: Olhar Direto
Polícia
Trio é condenado a até 28 anos por ameaçar empresas e provocar incêndios
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Jaru, obteve no Poder Judiciário a condenação de três réus pelos crimes de organização criminosa, extorsão e incêndio. Os acusados foram sentenciados a penas que variam de 15 a 28 anos de reclusão em regime fechado.
Conforme o MP, em 2025, o grupo promoveu ações de extorsão a duas empresas provedoras de internet, localizadas nos municípios de Jaru e Theobroma, exigindo pagamentos sob ameaça de represálias. Em outubro daquele mesmo ano, como forma de intensificar as cobranças e coagir as vítimas, os acusados provocaram incêndios nos estabelecimentos.
O Ministério Público fundamentou a denúncia com um conjunto de laudos periciais, vídeos e outras provas digitais colhidas ao longo das investigações, que demonstraram a participação dos réus nos ataques.
Em relação às condenações, o primeiro acusado foi sentenciado pelos crimes de organização criminosa, extorsão, incêndio e associação para o tráfico, somando pena de 28 anos de reclusão. O segundo foi condenado pelos mesmos delitos, totalizando 16 anos. Por organização criminosa, extorsão e incêndio, o terceiro recebeu a pena de 15 anos de reclusão.
Os réus já estão presos e não poderão recorrer em liberdade.
Fonte: MPRO
