Geral
Bolsa Família de fevereiro começa a ser pago no dia 12
O Bolsa Família de fevereiro começa a ser pago pela Caixa Econômica Federal a partir do dia 12. Todos os meses, os depósitos são feitos de forma escalonada nos últimos dez dias úteis. O calendário seguirá, assim, até o dia 27, com base no final do NIS (Número de Identificação Social)
Aqueles que estão em municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública devem receber o pagamento no primeiro dia do calendário.
Para não perderem o benefício, famílias que fazem parte do programa devem ter seus documentos e dados sobre renda atualizados no CadÚnico (cadastro do governo para programas sociais).
A atualização do cadastro deve ser feita pelo responsável pela unidade familiar, que deve ir até um ponto de atendimento da rede assistencial, como o Cras (Centro de Referência de Assistência Social), ou a um posto de atendimento do Cadastro Único.
Em janeiro, o Bolsa Família foi pago a 18,77 milhões de famílias. O total repassado foi de R$ 13,1 bilhões, com um valor médio de R$ 697,77 por família.
VEJA O CALENDÁRIO DO BOLSA FAMÍLIA DE FEVEREIRO
Final do NIS – Data de pagamento
1 – 12 de fevereiro
2 – 13 de fevereiro
3 – 18 de fevereiro
4 – 19 de fevereiro
5 – 20 de fevereiro
6 – 23 de fevereiro
7 – 24 de fevereiro
8 – 25 de fevereiro
9 – 26 de fevereiro
0 – 27 de fevereiro
VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DOS PRÓXIMOS MESES
Final do NIS – Mar – Abr – Mai – Jun – Jul – Ago – Set – Out – Nov – Dez
1 – 18 – 16 – 18 – 17 – 20 – 18 – 17 – 19 – 16 – 10
2 – 19 – 17 – 19 – 18 – 21 – 19 – 18 – 20 – 17 – 11
3 – 20 – 20 – 20 – 19 – 22 – 20 – 21 – 21 – 18 – 14
4 – 23 – 22 – 21 – 22 – 23 – 21 – 22 – 22 – 19 – 15
5 – 24 – 23 – 22 – 23 – 24 – 24 – 23 – 23 – 23 – 16
6 – 25 – 24 – 25 – 24 – 27 – 25 – 24 – 26 – 24 – 17
7 – 26 – 27 – 26 – 25 – 28 – 26 – 25 – 27 – 25 – 18
8 – 27 – 28 – 27 – 26 – 29 – 27 – 28 – 28 – 26 – 21
9 – 30 – 29 – 28 – 29 – 30 – 28 – 29 – 29 – 27 – 22
0 – 31 – 30 – 29 – 30 – 31 – 31 – 30 – 30 – 30 – 23
O QUE É O BOLSA FAMÍLIA?
A iniciativa nasceu no Programa Fome Zero em 2003, e o programa de transferência de renda é destinado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. A gestão do programa é feita pelo MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social).
QUEM PODE RECEBER O BOLSA FAMÍLIA?
Famílias inscritas no CadÚnico com renda familiar per capita (por pessoa) igual ou inferior a R$ 218 por mês são elegíveis ao programa.
Para calcular o valor, é necessário somar os rendimentos de todas as pessoas que moram na mesma casa, sejam elas pais, cônjuges, companheiros, filhos, enteados ou irmãos.
Não devem ser incluídos no cálculo: indenizações de danos materiais ou morais, benefícios pagos pelo poder público de forma temporária e quantias recebidas em programas de transferência de renda (como o próprio Bolsa Família).
QUAIS SÃO AS REGRAS PARA RECEBER O BOLSA FAMÍLIA?
Além do valor determinado para renda, é necessário que os beneficiários atendam algumas condições nas áreas de saúde e educação, como:
– Realizar acompanhamento pré-natal, no caso de gestantes;
– Acompanhar o calendário nacional de vacinação;
– Acompanhar o estado nutricional de crianças menores de sete anos;
– Manter frequência escolar mínima de 60% para crianças de quatro e cinco anos, e de 75% para a faixa etária de seis a 18 anos incompletos que não tenham concluído a educação básica; Ao matricular a criança na escola e ao vaciná-la no posto de saúde, a família precisa informar que é beneficiária do Bolsa Família.
QUEM PAGA O BOLSA FAMÍLIA?
O pagamento é feito pela Caixa, que utiliza o aplicativo Caixa Tem. Com ele, é possível movimentar o dinheiro sem que seja necessário ir até uma agência.
Aqueles que desejam sacar o benefício devem ir até caixas eletrônicos, lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e agências do banco. O beneficiário também tem acesso ao valor por meio do cartão do Bolsa Família ou Cartão do Cidadão.
QUAL É O VALOR PAGO PELO BOLSA FAMÍLIA?
O Bolsa Família paga um auxílio mínimo de R$ 600 por mês, composto também por valores adicionais conforme a composição familiar. Em casas com gestantes, lactantes e/ou crianças e adolescentes de até 18 anos que estiverem na escola, por exemplo, cada integrante desses grupos recebe um adicional de R$ 50.
Veja quais outros benefícios é possível receber:
– Benefício de Renda de Cidadania: São pagos R$ 142 por integrante da família
– Benefício Complementar: Se a família não atingir o piso de R$ 600, o governo paga a diferença para que seja alcançado o valor mínimo
O governo também inclui os seguintes adicionais:
– Benefício da Primeira Infância: São pagos R$ 150 para cada criança entre zero e seis anos de idade;
– Benefício Variável Familiar: É pago o valor de R$ 50 para cada criança entre sete e 12 anos, cada adolescente entre 12 e 18 anos, e para gestantes;
– Benefício Variável Familiar Nutriz: R$ 50 nas famílias com bebês de zero a seis meses; o benefício é pago para ampliar a capacidade de alimentação da mãe que amamenta.
Fonte: Notícias ao minuto
Geral
Saiba mais sobre as novas regras nacionais para tirar a CNH
A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) tornou público, neste domingo (1º), o Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular. O documento estabelece critérios claros sobre trajeto, percurso e forma de avaliação das provas práticas para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), válidos para todo o país.
“A adoção de parâmetros nacionais visa conferir coerência ao processo avaliativo, reduzir assimetrias regionais e fortalecer a confiança da sociedade no sistema de habilitação”, diz o próprio manual.
Ainda no texto, a secretaria informa que o estabelecimento de diretrizes nacionais a serem cumpridas pelos Departamentos de Trânsito (Detrans) de todo o Brasil busca “aproximar o exame prático de direção veicular da realidade” com que o futuro motorista, se aprovado, irá se deparar nas ruas do país.
“O exame deve refletir situações reais de condução, permitindo avaliar o comportamento do candidato diante de contextos efetivamente vivenciados no trânsito cotidiano, e não a execução pontual de procedimentos dissociados da prática diária da condução”, informa o texto, apontando uma mudança de paradigma.
“O modelo nacional de exame prático adotado neste manual está alicerçado em análises técnicas, dados de sinistros [acidentes] e evidências relacionadas à dinâmica da circulação viária, de modo a atribuir maior relevância avaliativa às condutas que efetivamente comprometem a segurança. Ao direcionar o foco da avaliação para esses elementos, o manual contribui para um exame mais coerente, proporcional e alinhado aos objetivos da política pública de trânsito, evitando a supervalorização de aspectos de baixo impacto para a segurança viária”, completa o texto.
Reprovação
Uma das principais mudanças, o fim das faltas eliminatórias automáticas, inverte a lógica de pontuação com que alguns Detrans operavam. Com isso, todo candidato passa a ser avaliado pela soma de pontos decorrentes das infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) cometidas durante o percurso. E condutas que não configuram infração de trânsito, como “deixar o veículo morrer”, deixam de gerar reprovação automática.
“Nos termos da norma vigente, o candidato inicia o exame com pontuação zero, sendo acrescidos pontos conforme as infrações de trânsito constatadas durante a avaliação, de acordo com sua natureza e gravidade”, estabelece o manual.
Para ser aprovado no exame de condução, a nota do candidato não pode exceder os dez pontos.
As infrações são pontuadas conforme a classificação do CTB: leve (1), média (2), grave (4) e gravíssima (6).
Baliza
Outra mudança, já anunciada por alguns Detrans, como o de São Paulo, é o fim do teste de baliza como uma etapa eliminatória da prova prática.
“No modelo anterior, falhas relacionadas ao estacionamento, como a não conclusão da manobra em tempo previamente fixado, a necessidade de ajustes adicionais ou o contato mínimo com elementos de demarcação, eram equiparadas, em termos de gravidade e consequência avaliativa, a condutas de elevado risco à segurança viária”, sustenta a secretaria, no manual, argumentando que, no novo modelo, o “estacionamento passa a ser compreendido como parte integrante do trajeto e da circulação, e não como etapa autônoma ou dissociada do processo de condução”.
Em nota, o secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, afirmou que, com o fim da obrigatoriedade da baliza, o exame não ficará mais fácil, mas sim, “mais real”.
“A mudança da baliza como etapa principal e eliminatória acontece porque ela virou, ao longo do tempo, um exercício artificial, cheio de regras que não dialogam com a condução no mundo real. A baliza passa a ser tratada como o que ela é na vida cotidiana: estacionamento, ao final do percurso. Sem aquele ritual mecânico que nada mede sobre direção segura”, explica.
Mudanças
A publicação do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular se soma às recentes mudanças no processo de obtenção da CNH, incluindo o fim da obrigatoriedade do candidato contratar uma autoescola para ter aulas de direção.
Pelas novas regras divulgadas no fim de 2025, o curso teórico passou a ser gratuito. O governo fornece ao candidato todo o conteúdo de forma digital, mas também é possível frequentar aulas presenciais em autoescolas.
Anteriormente era obrigatório fazer 20 horas de aulas práticas, agora só duas horas são necessárias. O candidato, caso queira, também pode frequentar uma autoescola ou contratar instrutores autônomos. Para tirar a CNH, o candidato ainda tem que ser aprovado em dois exames.
“O foco do exame se desloca para o que realmente importa: a condução em via pública, a leitura do trânsito, a tomada de decisões e a convivência com outros veículos e pedestres. A avaliação passa a medir a direção responsável em ambiente real, e não a repetição de um ritual que pouco diz sobre segurança viária”, garantiu o secretário secretário Nacional de Trânsito, na mesma nota.
Confira, abaixo, outras mudanças na prova prática, de acordo com o Ministério dos Transportes.
-O estacionamento permanece na prova prática?
O estacionamento permanece como parte da prova prática. Ao final do trajeto, o candidato deve parar o veículo e realizar o desembarque de forma segura, em conformidade com a legislação de trânsito.
-Todos os Detrans devem seguir as diretrizes da resolução?
Os Detrans devem, obrigatoriamente, seguir as diretrizes nacionais estabelecidas pela legislação de trânsito. Essas regras são únicas para todo o país e não podem ser alteradas pelos estados. No entanto, a prova prática não é idêntica em todos os lugares. Cada cidade tem vias, sinalização e espaços urbanos diferentes.
-Há algum tipo de punição ou responsabilização para o Detran que não implementar ou descumprir as orientações?
Existem diferentes medidas previstas, que começam com apurações administrativas e podem evoluir para um processo de sindicância. Nos casos mais graves, o CTB prevê a possibilidade de intervenção direta no Detran, com a substituição da presidência, mediante processo administrativo aprovado pelo Contran. Essa é a medida máxima de responsabilização prevista em lei para situações de descumprimento das normas nacionais de trânsito.
-É possível utilizar veículos automáticos nas provas?
Sim, é possível fazer a prova prática com veículo automático. Assim como qualquer outro veículo utilizado no exame, ele deve estar em conformidade com as regras de circulação e equipado com todos os itens obrigatórios exigidos pela legislação de trânsito.
Fonte: Agência Brasil

Geral
Matrículas para projetos esportivos começam nesta terça-feira (3)
Inscrições seguem até 20 de fevereiro e atendem crianças, adolescentes, adultos e idosos
As matrículas para novos alunos dos projetos esportivos e de qualidade de vida de Porto Velho começam nesta terça-feira, dia 3, abrindo mais um ciclo de oportunidades para quem busca esporte, saúde e bem-estar. A ação contempla crianças, adolescentes, adultos e idosos, fortalecendo o acesso gratuito a atividades físicas em diferentes regiões da capital.
O período de inscrições segue até o dia 20 de fevereiro, com atendimento presencial na Vila Olímpica Chiquilito Erse, das 8h30 às 13h30, e vagas limitadas. A iniciativa faz parte da política pública desenvolvida pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel).
Entre os projetos ofertados está o Construindo Campeões, voltado para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, com modalidades distribuídas em polos das zonas Leste, Norte e Sul. Futsal, futebol, vôlei, basquete, judô, karatê, atletismo, natação, capoeira, ginástica rítmica, ballet e jiu-jitsu fazem parte da programação, utilizando quadras, ginásios e espaços públicos da cidade.

Para o público adulto, a partir dos 18 anos, o Projeto Sempre em Movimento oferece atividades como funcional, ritmos, mobilidade, pilates, alongamento, dança do ventre e hidroginástica, atendendo em cinco polos e duas extensões no município. Já o Projeto Viva Mais, destinado à população com 60 anos ou mais, disponibiliza aulas adaptadas de funcional, pilates, hidroginástica e ritmos, promovendo saúde, autonomia e convivência social.
De acordo com o secretário da Semtel, Paulo Moraes Jr, os projetos vão além da prática esportiva. “O esporte e o lazer são ferramentas fundamentais de transformação social. Quando abrimos novas matrículas, estamos oferecendo mais do que atividades físicas: estamos criando oportunidades de saúde, convivência e qualidade de vida para pessoas de todas as idades, em diferentes bairros da nossa cidade”, destacou.
Para efetivar a matrícula, é necessário apresentar documentação específica de acordo com cada projeto, incluindo documentos pessoais, cartão do SUS e, no caso de crianças e adolescentes, comprovantes escolares e atestado de aptidão física. Informações adicionais podem ser obtidas pelos telefones (69) 98471-9511, do Projeto Construindo Campeões, e (69) 98473-3794, dos programas de Qualidade de Vida.
Com a abertura das inscrições, Porto Velho reafirma o compromisso de manter o esporte e o lazer como políticas públicas permanentes, acessíveis e presentes na rotina da população.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Prefeitura notifica empresa e suspende taxa de estacionamento na rodoviária
O anúncio feito na semana passada pela empresa concessionária da Rodoviária de Porto Velho, informando a cobrança pelo serviço de estacionamento, pegou usuários de surpresa e levou o Executivo Municipal a determinar a suspensão imediata da taxa.
Embora a cobrança esteja prevista no contrato de concessão da rodoviária, a forma como foi implementada, sem comunicação prévia e sem a apresentação de critérios claros para definição do valor, motivou a intervenção da Prefeitura na decisão administrativa da empresa responsável pela gestão do espaço público.
De acordo com o prefeito Léo Moraes, mesmo havendo registro de cobrança em períodos anteriores, a retomada repentina da taxa não considera a realidade dos cidadãos que utilizam diariamente o terminal. “Não era o que queríamos, até porque liberamos o estacionamento no aeroporto e no entorno do shopping. Mas, neste caso, a decisão foge ao nosso controle direto. A Prefeitura notificou a empresa e deixou claro que, antes de qualquer cobrança, é necessário apresentar estudos, garantir transparência e respeitar a população”.
A empresa concessionária terá prazo para apresentar os estudos técnicos que fundamentam o valor proposto. Até que essa documentação seja analisada pela administração municipal, o estacionamento da Rodoviária de Porto Velho permanecerá gratuito.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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