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Inscrições no ProUni começam na segunda; confira as vagas disponíveis

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Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 foram divulgados na última sexta-feira (15) e agora os candidatos miram nas oportunidades de acesso ao ensino superior a partir da nota obtida na prova. Além do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), cujas inscrições já estão abertas, quem quiser disputar uma bolsa de estudo do Programa Universidade para Todos (ProUni) poderá se candidatas a partir da próxima segunda-feira, 26 de janeiro. 

De acordo com o edital, o  Prouni vai oferecer 594 mil bolsas nesta edição. Segundo o Ministério da Educação (MEC), é a maior oferta da história do programa.

Bolsas  

Do total, 274.819 bolsas são integrais, que custeiam 100% da mensalidade, e 319.700  custeiam 50% da mensalidade.  Administração (63.978) e ciências contábeis (41.864) somam o maior número de bolsas.   

A maior parte da oferta é para cursos de bacharelado:  328.175 bolsas. Há ainda 253.597 para cursos tecnológicos e 12.747 para licenciatura. 

Como se candidatar? 

As inscrições no programa estarão abertas de 26 a 29 de janeiro pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Na página, os candidatos já podem consultar as vagas ofertadas por curso, turno, instituição e local de oferta.   

A seleção é feita por meio da nota do Enem. Para participar, o estudante deve ter completado o ensino médio ou participado das edições de 2024 ou 2025 do exame. É necessário ainda ter nota mínima de 450 pontos na média das provas e não ter zerado a redação. 

Quem pode participar do ProUni? 

Podem concorrer, estudantes que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede privada na condição de bolsistas. Quem cursou o ensino médio integralmente na rede privada também pode disputar o benefício, desde que se encaixe nos critérios de renda. Também têm acesso à política pública pessoas com deficiência e professores da rede pública. Os critérios para a candidatura estão detalhados no edital.  

No caso das bolsas integrais, é necessário que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de 1,5 salário mínimo. Já para bolsas parciais, é preciso que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de três salários mínimos. 

Cronograma ProUni 1/2026 

Inscrições – 26 a 29 de janeiro 

Resultado da 1ª chamada – 3 de fevereiro 

Resultado da 2ª chamada –  2 de março 

Manifestação de interesse na lista de espera – 25 e 26 de março 

Resultado da lista de espera – 31 de março 

Agência Brasil

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Centenas de peixes aparecem mortos no Lago do Cuniã

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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está apurando as causas da morte de centenas de peixes registrada na Reserva Extrativista (Resex) Lago do Cuniã, localizada em Porto Velho. O caso chamou a atenção após moradores divulgarem imagens que mostram diversos peixes boiando nas águas da reserva.

De acordo com o ICMBio, episódios semelhantes costumam ocorrer entre os meses de junho e julho. A maior parte dos animais encontrados mortos pertence à espécie conhecida como branquinha, bastante comum na região e considerada uma das mais abundantes do Lago do Cuniã.

Segundo o órgão, essa espécie apresenta maior sensibilidade às variações bruscas de temperatura e à redução dos níveis de oxigênio dissolvido na água, fatores que podem contribuir para a ocorrência de mortes em grande escala.

Para esclarecer as causas do fenômeno, pesquisadores do Laboratório de Biogeoquímica da Universidade Federal de Rondônia (Unir) irão realizar análises da qualidade da água e das condições ambientais do lago.

Com base em estudos realizados em lagos de várzea da Amazônia, a principal linha de investigação aponta para uma queda significativa da concentração de oxigênio na água. Esse cenário pode ter sido provocado por alterações nas características físicas e químicas do ambiente aquático.

Embora a ocorrência de friagens possa influenciar a circulação da água e modificar a oxigenação do lago, o ICMBio avalia que esse fator, isoladamente, não explica a mortandade registrada.

A hipótese considerada mais provável envolve o acúmulo de matéria orgânica, associado às altas temperaturas e à chegada de água das chuvas carregando sedimentos e detritos. Esse conjunto de fatores favorece a decomposição do material orgânico, aumentando o consumo de oxigênio, principalmente nas camadas mais profundas do lago.

Com a redução do oxigênio disponível, os peixes podem sofrer hipóxia ou anoxia — condições que dificultam a respiração e podem levar à morte dos animais.

Além de identificar a origem do problema, a investigação também busca fornecer informações às cerca de 115 famílias que vivem na Resex Lago do Cuniã e dependem da pesca e de outras atividades extrativistas para garantir o sustento.

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Aeroporto de Ariquemes pode iniciar operações em agosto

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O Aeroporto de Ariquemes está próximo de iniciar uma nova fase de funcionamento. O processo de licenciamento ambiental do terminal entrou na etapa final e a expectativa é que seja concluído ainda no mês de agosto, abrindo caminho para o início das operações e fortalecendo a infraestrutura de transporte aéreo na região do Vale do Jamari.

A previsão é que a autorização ambiental seja concedida nas próximas semanas. Com isso, parte da estrutura poderá ser utilizada já durante a realização da Expoari, marcando o retorno das atividades do aeroporto e ampliando as perspectivas para a aviação regional em Rondônia.

O terminal passou por uma ampla modernização, que incluiu a reestruturação da pista de pouso e decolagem, construção de um novo pátio para aeronaves, implantação do terminal de passageiros, sistema de balizamento noturno, melhorias nos acessos e outras adequações necessárias para atender às exigências da aviação regional.

Administrado pela Infraero, o aeroporto foi planejado para ampliar a conexão de Ariquemes e dos municípios da região com outros centros do país. Após a conclusão do licenciamento, a expectativa é que o terminal avance para uma nova etapa de implantação, com a futura oferta de voos comerciais regulares.

A retomada das operações é vista como um importante impulso para o desenvolvimento econômico da região. Além de facilitar o deslocamento de moradores, empresários e investidores, o aeroporto deverá incentivar o turismo, atrair novos negócios e reduzir a dependência do transporte rodoviário em viagens de média e longa distância.

Considerado um dos principais investimentos em infraestrutura de Rondônia, o Aeroporto de Ariquemes é apontado como estratégico para fortalecer a integração do estado com a malha aérea nacional e ampliar as oportunidades de crescimento para o Vale do Jamari.

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Influenciadora sofre queimaduras nos olhos após contato com planta tóxica

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A influenciadora Thais Reolon fez um alerta aos seguidores após sofrer uma lesão nos olhos provocada pelo contato com a seiva de uma planta conhecida popularmente como cacto-candelabro. O acidente aconteceu durante o manuseio da espécie e exigiu atendimento médico de urgência.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Thais contou que estava cortando um galho da planta quando entrou em contato com o líquido liberado por ela. Após lavar a faca e as mãos com detergente, acabou tocando os olhos algum tempo depois, momento em que começou a sentir uma intensa ardência.

Segundo o relato, os olhos incharam rapidamente e a dor se tornou tão forte que ela precisou procurar um hospital. No atendimento de emergência, recebeu medicação intravenosa e afirmou que mal conseguia abrir os olhos devido ao desconforto.

A influenciadora também revelou que a seiva atingiu sua pele, provocando queimaduras semelhantes às causadas por produtos químicos. Depois de passar a noite em observação, ela foi avaliada por um oftalmologista, que constatou uma lesão ocular. O tratamento inclui o uso de colírios para favorecer a cicatrização.

De acordo com a doutora em Botânica e professora da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Osvanda Silva de Moura, a planta, apesar de ser conhecida como cacto-candelabro, não pertence à família dos cactos. Na realidade, trata-se de uma espécie do gênero Euphorbia, reconhecida por produzir uma seiva branca, leitosa e altamente tóxica.

A especialista explica que o látex liberado pela planta pode provocar queimaduras químicas na pele, dermatites, intensa irritação e, quando entra em contato com os olhos, pode causar desde conjuntivite grave até lesões na córnea, com risco de perda da visão se não houver atendimento imediato. Em casos de ingestão, a substância também pode desencadear náuseas, vômitos, diarreia e outros sintomas de intoxicação.

Como medida de prevenção, a professora recomenda que o manuseio da planta seja feito sempre com luvas e óculos de proteção, evitando que a seiva atinja a pele ou os olhos. Também orienta a higienização completa das mãos, braços e ferramentas utilizadas, além de manter a planta longe do alcance de crianças e animais domésticos.

A especialista ainda destaca que os cactos verdadeiros não possuem essa toxicidade. O principal risco dessas espécies está relacionado aos espinhos, que podem causar ferimentos e favorecer infecções quando não tratados adequadamente.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do G1RO

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