Polícia
Entenda a relação de delegada presa com Dedel, líder do PCC
A delegada Layla Lima Ayub foi presa temporariamente por suspeita de envolvimento com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), durante operação conjunta do MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo) e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de São Paulo, na manhã desta sexta-feira (16).
Na ação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo e de Marabá.
Layla havia sido empossada no cargo de delegado de polícia de 3º classe no fim do ano passado. Ela teria um relacionamento amoroso com Jardel Neto Pereira da Cruz, conhecido como MC Dedel, que seria líder do PCC no norte do Brasil.
Como foi a prisão da delegada
As investigações teriam se iniciado após uma denúncia anônima contra a delegada feita na última segunda-feira (12).
Entenda a prisão da delegada Layla Ayub
De acordo com a Polícia Civil, a principal prova que deu início as investigações foi a descoberta de que Layla exerceu o papel de advogada em uma audiência de custódia no estado do Pará, mesmo após ter tomado posse no cargo de delegada, o que não é permitido.
A audiência foi realizada em 28 de dezembro de 2025, 12 dias após a posse dela, e na ocasião, os suspeitos defendidos por ela respondiam pelos crimes de tráfico e associação criminosa.
“Essa é uma das provas robustas que já produzem efeito contra ela”, afirmou o delegado João Batista Palma Beolchi, corregedor-geral da Polícia Civil de São Paulo.
Diante da apuração, a Corregedoria instaurou procedimentos administrativos e criminais e passou a realizar apuração técnica e completa dos fatos. A investigação apontou indícios do envolvimento da servidora com a facção criminosa, o que motivou a deflagração da operação conjunta.
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Fonte: CNN Brasil
Polícia
Duas jovens morrem após carro ser esmagado por caminhão
Duas jovens morreram após um grave acidente registrado na manhã de domingo (19), na BR-163, em São José do Cedro, no Oeste de Santa Catarina. As vítimas foram identificadas como Sabrina Cardoso Silveira, de 24 anos, e Indiamara Kremer, de 26 anos.
Segundo as informações apuradas, as duas estavam em um Fiat Uno quando o veículo foi atingido por um caminhão. Com a força da colisão, o carro ficou completamente destruído e as ocupantes sofreram ferimentos graves, não resistindo aos ferimentos e morrendo ainda no local. O motorista do caminhão saiu ileso.
O acidente aconteceu por volta das 6h45, quando as jovens retornavam para casa após uma viagem a São Miguel do Oeste, onde Sabrina morava. Imagens feitas após a batida mostram a dimensão do impacto, com o automóvel severamente danificado após ser atingido pelo veículo de carga.
A Polícia Civil abriu um procedimento para investigar as circunstâncias da colisão e identificar quais fatores contribuíram para a ocorrência. A dinâmica do acidente deverá ser esclarecida ao longo das apurações.
Além da tragédia no trânsito, a morte das jovens causou grande comoção entre familiares e amigos. De acordo com pessoas próximas, Sabrina e Indiamara haviam construído uma amizade recentemente, mas marcada por companheirismo e carinho.
Indiamara trabalhava em um posto de combustíveis em São José do Cedro e era mãe de uma menina de quatro anos. Familiares destacaram que a filha era uma das principais razões de sua vida e que a jovem era muito dedicada à família.
Sabrina cursava Pedagogia e trabalhava como professora em uma creche no município de Descanso. A prefeitura local divulgou uma nota de pesar pela morte da educadora, ressaltando a dedicação dela à educação e o carinho demonstrado por alunos, familiares e amigos.
A perda das duas jovens gerou comoção na região, com diversas manifestações de pesar nas redes sociais. As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do acidente que tirou a vida das duas amigas.
Polícia
Homem morre após ser esmagado por tronco durante poda de árvore
Vítima fazia um serviço de poda de árvores quando foi atingida pelo tronco. Acidente ocorreu nesta terça-feira (21/7)
Um homem morreu após ser esmagado pelo tronco de uma árvore enquanto realizava um serviço de poda em Bela Vista de Goiás (GO), nesta terça-feira (21/7).
O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) foi acionado para atender a ocorrência. Segundo a corporação, pessoas que estavam no local utilizaram um macaco hidráulico para suspender parcialmente a árvore e aliviar o peso sobre o homem.
Ao chegar no local, os militares retiraram a vítima debaixo do tronco e iniciaram imediatamente os procedimentos de atendimento pré-hospitalar. As equipes realizaram manobras de reanimação, com o auxílio de um Desfibrilador Externo Automático (DEA), mas o homem não respondeu aos procedimentos.
A Polícia Militar de Goiás (PMGO) foi acionada para atender à ocorrência.
Na sequência, uma equipe do CBMGO levou um médico e um enfermeiro do Hospital Municipal de Bela Vista de Goiás até o local, onde o óbito da vítima foi oficialmente constatado.
Fonte: Metrópoles
Polícia
TJ condena mãe e padrasto por dar marteladas em filha com deficiência
A vítima apresentava diversas lesões e hematomas, além de um quadro de desnutrição e desidratação. O casal cumprirá pena em regime fechado
A Justiça de Santa Catarina condenou a mãe e o padrasto de uma mulher com deficiência, de quase 30 anos, por submetê-la a sessões de tortura que incluíam marteladas nos dedos dos pés, espancamentos, privação de alimentação e abandono em hospital.
A pena da mãe foi fixada em sete anos, 10 meses e três dias de reclusão. Já o padastro recebeu a sentença de sete anos, três meses e três dias. Ambos cumpriam a pena, inicialmente, em regime fechado.
Segundo a denúncia do Ministério Público, os crimes ocorreram em maio de 2023. Conforme a acusação, o padrasto desferiu marteladas nos dedos dos pés da vítima enquanto a mãe a segurava. A mulher também foi agredida com tapas, socos, empurrões e apertões, sendo submetida a intenso sofrimento físico e psicológico.
Após as agressões, a vítima procurou atendimento em uma unidade de saúde e relatou o que havia acontecido. Com a denúncia, o caso passou a ser acompanhado pela Secretaria de Saúde, pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e pela Polícia Militar.
Durante o atendimento, os profissionais constataram que a mulher apresentava diversas lesões e hematomas, além de um quadro de desnutrição e desidratação. A investigação também aponta que ela havia sido privada de alimentação regular e dos cuidados indispensáveis à sua condição.
Depois de ser internada, a vítima ainda foi abandonada pela própria mãe no hospital. Ela permaneceu na unidade de saúde por uma semana até receber alta e ser encaminhada para acolhimento institucional.
A mãe foi condenada pelos crimes de tortura, maus-tratos e abandono de pessoa com deficiência. Já o padrasto foi condenado por tortura e maus-tratos.
Os dois também deverão pagar, de forma solidária, R$ 20 mil por danos morais à vítima, valor que será acrescido de juros e correção monetária.
A decisão ainda cabe recurso ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC). O processo tramita em segredo de justiça.
Fonte: Metrópoles
